Arquivo de PCC - Diario Cearense https://diariocearense.com/marcas/pcc/ Mon, 27 Jan 2025 15:29:10 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.2 https://diariocearense.com/wp-content/uploads/2024/03/DIARIO-CEARENSE-1-150x150.png Arquivo de PCC - Diario Cearense https://diariocearense.com/marcas/pcc/ 32 32 Pagodeiro ligado ao PCC é preso por fraudes em licitações https://diariocearense.com/pagodeiro-ligado-ao-pcc-e-preso-por-fraudes-em-licitacoes/29/10/ Mon, 27 Jan 2025 15:29:10 +0000 https://diariocearense.com/pagodeiro-ligado-ao-pcc-e-preso-por-fraudes-em-licitacoes/29/10/ Com quase 1 milhão de seguidores no Instagram, o cantor de pagode conhecido artisticamente como Latrell Britto, cujo nome verdadeiro é Vagner Borges Dias, ostentava uma vida de luxo nas redes sociais. No entanto, de acordo com o Ministério Público de São Paulo (MPSP), essa riqueza teria origem em fraudes em licitações públicas. Além de […]

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Com quase 1 milhão de seguidores no Instagram, o cantor de pagode conhecido artisticamente como Latrell Britto, cujo nome verdadeiro é Vagner Borges Dias, ostentava uma vida de luxo nas redes sociais. No entanto, de acordo com o Ministério Público de São Paulo (MPSP), essa riqueza teria origem em fraudes em licitações públicas.

Além de sua atuação como artista, Latrell Britto se apresentava como empresário, mas, conforme investigações conduzidas pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), ele é apontado como o gerente da principal empresa utilizada para a lavagem de dinheiro do PCC (Primeiro Comando da Capital). O esquema teria operado em mais de 20 prefeituras e câmaras municipais em São Paulo.

Prisão e Identificação

A identificação de Vagner Borges Dias, bem como sua identidade falsa, só foi possível por meio de uma equipe de inteligência da Polícia Militar de São Paulo. O cantor, que estava foragido desde abril do ano passado, foi capturado na praia de Arembepe, no município de Camaçari, Bahia, por policiais locais.

O investigado responde por uma série de crimes, incluindo:
✔ Fraudes contra a administração pública
✔ Corrupção
✔ Uso de documentos falsos
✔ Associação criminosa

Sobre a Operação Munditia

A Operação Munditia investiga o envolvimento de membros do PCC em esquemas de licitações fraudulentas junto a prefeituras do estado de São Paulo, em contratos que ultrapassam R$ 200 milhões. A ação, deflagrada em 16 de abril do ano passado, contou com cerca de 200 policiais militares, resultando no cumprimento de quase 60 ordens judiciais e na prisão de 13 pessoas, incluindo três vereadores, um advogado e ocupantes de cargos públicos.

Durante as buscas, os policiais estiveram em 11 prédios públicos, 21 conjuntos residenciais e 10 estabelecimentos comerciais. Foram apreendidos:
🔹 Quatro armas (calibres .380, .40, .38 e 9 mm)
🔹 Mais de 200 munições
🔹 22 celulares e notebooks
🔹 R$ 3,5 milhões em cheques
🔹 R$ 600 mil em espécie
🔹 Quase US$ 9 mil em dinheiro

Com a prisão de Vagner Borges Dias, o Ministério Público de São Paulo e a Polícia Civil esperam aprofundar as investigações sobre os processos licitatórios fraudados.

A defesa de Vagner Borges Dias não foi localizada até o fechamento desta reportagem. O espaço segue aberto para manifestação.

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Diretor do Deic é citado em delação sobre extorsões envolvendo o PCC https://diariocearense.com/diretor-do-deic-e-citado-em-delacao-sobre-extorsoes-envolvendo-o-pcc/57/46/ Sat, 21 Dec 2024 15:57:46 +0000 https://diariocearense.com/diretor-do-deic-e-citado-em-delacao-sobre-extorsoes-envolvendo-o-pcc/57/46/ O delegado Fábio Pinheiro Lopes, conhecido como Fábio Caipira, diretor do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), foi citado em uma delação feita pelo empresário Antônio Vinícius Lopes Gritzbach, que revelou supostos casos de extorsão cometidos por policiais. A delação faz parte das investigações sobre a morte de Anselmo Santa Fausta, o Cara Preta, líder […]

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O delegado Fábio Pinheiro Lopes, conhecido como Fábio Caipira, diretor do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), foi citado em uma delação feita pelo empresário Antônio Vinícius Lopes Gritzbach, que revelou supostos casos de extorsão cometidos por policiais.

A delação faz parte das investigações sobre a morte de Anselmo Santa Fausta, o Cara Preta, líder do Primeiro Comando da Capital (PCC). Segundo Gritzbach, os policiais teriam exigido propina para interferir no inquérito.

Provas apresentadas

De acordo com informações divulgadas por Josmar Jozino, colunista do UOL, o delator forneceu evidências que incluem imagens de um advogado contando dinheiro de propina dentro do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Fábio Caipira era chefe do DHPP na época em que as investigações começaram.

Situação do delegado

Fábio Caipira, atualmente de férias, é alvo de rumores sobre a possibilidade de não retornar ao cargo ao término do período de descanso em janeiro. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) ainda não confirmou se o delegado será afastado oficialmente.

Contexto do caso

Anselmo Santa Fausta, o Cara Preta, era uma figura central no PCC, e sua morte gerou uma série de investigações envolvendo a facção criminosa e denúncias de corrupção policial. A delação de Gritzbach é um desdobramento significativo, revelando um suposto esquema de extorsão que pode atingir altos escalões da polícia.

As investigações continuam, e espera-se que mais informações sejam divulgadas conforme os processos legais avancem.

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Empresário Wagner Amorim é Preso em Operação contra Fraudes Bilionárias com Fintechs https://diariocearense.com/empresario-wagner-amorim-e-preso-em-operacao-contra-fraudes-bilionarias-com-fintechs/24/07/ Mon, 30 Sep 2024 15:24:07 +0000 https://diariocearense.com/empresario-wagner-amorim-e-preso-em-operacao-contra-fraudes-bilionarias-com-fintechs/24/07/ Nesta segunda-feira (30), a Polícia Federal prendeu o empresário Wagner Amorim em Votorantim (SP), durante a Operação Concierge, que investiga fraudes bilionárias envolvendo fintechs. Amorim é o 15º suspeito preso desde que a operação foi deflagrada em agosto de 2024. Ele tentou fugir pela mata atrás do condomínio onde estava escondido, mas foi capturado pela […]

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Nesta segunda-feira (30), a Polícia Federal prendeu o empresário Wagner Amorim em Votorantim (SP), durante a Operação Concierge, que investiga fraudes bilionárias envolvendo fintechs. Amorim é o 15º suspeito preso desde que a operação foi deflagrada em agosto de 2024. Ele tentou fugir pela mata atrás do condomínio onde estava escondido, mas foi capturado pela PF.

Quem é Wagner Amorim?

Nas redes sociais, Wagner Amorim se apresenta como CEO de uma startup de impacto social voltada para educação, além de atuar como professor de disciplinas como empreendedorismo social e Quarta Revolução Industrial. Ele menciona ter saído da periferia de São Paulo e ter transformado sua vida por meio da educação, levando novas perspectivas para famílias em todo o Brasil.

Esquema de Fraudes com Fintechs

A Operação Concierge revelou um complexo esquema de blindagem patrimonial e lavagem de dinheiro por meio de fintechs, que movimentaram cerca de R$ 7,5 bilhões entre 2020 e 2023. As fintechs usavam contas em bancos tradicionais para realizar transações financeiras que burlavam os sistemas de controle, permitindo que pessoas físicas realizassem movimentações financeiras sem serem detectadas pelos órgãos de fiscalização. A quadrilha também é suspeita de lavar dinheiro para facções criminosas, como o PCC (Primeiro Comando da Capital), e para empresas endividadas.

Modus Operandi do Esquema

As fintechs operavam por meio de contas chamadas de “bolsões”, registradas como pessoas jurídicas em bancos comerciais. Essas contas permitiam que os clientes das fintechs fizessem transações financeiras sem aparecerem nos registros bancários. Dessa forma, as transferências realizadas por uma pessoa através da fintech apareciam no extrato como provenientes da conta jurídica da fintech, tornando difícil o rastreamento das transações e protegendo o patrimônio dos envolvidos.

Fintechs Envolvidas

A investigação apontou as fintechs Inovebanco e T10 Bank como as principais envolvidas no esquema. Os sócios dessas empresas, Patrick Burret (CEO do Inovebanco) e José Rodrigues (fundador do T10 Bank), foram presos durante a operação. As empresas negam envolvimento nos crimes e afirmam estar colaborando com as investigações.

Sócios das empresas entre os presos

                                                     Patrick Burret, CEO do Inovebanco, e José Rodrigues, fundador do T10 Bank — Foto: Reprodução

Impacto da Operação

A operação levou à apreensão de carros de luxo, joias, relógios e centenas de máquinas de cartão de crédito, além do bloqueio de R$ 850 milhões em contas associadas ao esquema. O nome da operação, “Concierge”, faz alusão à oferta de serviços clandestinos de ocultação de capitais, em referência ao profissional que atende a necessidades específicas de clientes.

Os suspeitos responderão por crimes como gestão fraudulenta, evasão de divisas, lavagem de dinheiro, e organização criminosa.

A investigação segue em andamento, e a Polícia Federal continua buscando outros envolvidos no esquema.

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