O post De Brasília para todo o Brasil: Robson Ouro Preto lança a Connection 26 e aposta na integração entre comunicação, tecnologia e inovação apareceu primeiro em Diario Cearense.
]]>O empresário e estrategista de comunicação Robson Ouro Preto acaba de anunciar mais um importante projeto de alcance nacional. Com sede em Brasília, a nova empresa Connection 26 nasce com a missão de conectar o Distrito Federal aos 26 estados brasileiros, oferecendo soluções modernas e integradas nas áreas de comunicação, tecnologia e marketing digital.
Com o slogan “Conectando pessoas, marcas e tecnologia”, a empresa chega ao mercado com uma proposta inovadora, reunindo profissionais especializados e ferramentas avançadas para atender empresas, instituições, lideranças políticas, organizações e empreendedores em todo o país.
A escolha de Brasília como base operacional reforça a estratégia de expansão nacional da marca. Localizada no centro das decisões políticas e econômicas do Brasil, a capital federal será o ponto de partida para uma atuação que pretende alcançar todas as regiões brasileiras.
A Connection 26 atuará em diversos segmentos, entre eles:
* Comunicação Corporativa;
* Marketing Digital;
* Assessoria de Imprensa;
* Desenvolvimento de Plataformas;
* Tecnologia e Automação;
* Inteligência Artificial;
* Produção de Conteúdo;
* Mídia Digital;
* Gestão de Tráfego Pago.
Entre os diferenciais da empresa está uma equipe altamente especializada em campanhas de tráfego pago para o setor político, utilizando ferramentas exclusivas e estratégias avançadas de segmentação, análise de dados e inteligência digital.
Segundo Robson Ouro Preto, a empresa foi criada para atender um mercado cada vez mais conectado e exigente.
“A comunicação evoluiu, a tecnologia evoluiu e as marcas precisam acompanhar essa transformação. A Connection 26 surge justamente para unir essas áreas, criando conexões inteligentes e resultados concretos para nossos clientes em todo o Brasil”, destacou o empresário.
Reconhecido nacionalmente por sua atuação no setor da comunicação, Robson Ouro Preto amplia sua presença no mercado com um projeto que une inovação, tecnologia e estratégia, consolidando mais um passo importante em sua trajetória empresarial.
A expectativa é que a Connection 26 se torne uma referência nacional em soluções de comunicação integrada, marketing digital e tecnologia, fortalecendo marcas e conectando oportunidades de norte a sul do país.
Connection 26
Conectando pessoas, marcas e tecnologia.
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]]>O post MCG quer profissionalizar o mercado de mentorias empresariais com certificação, governança e métricas objetivas apareceu primeiro em Diario Cearense.
]]>A Mentor Capital Group (MCG) surge com a proposta de transformar o mercado de mentorias empresariais no Brasil por meio de uma estrutura institucional baseada em governança, certificação e métricas objetivas de avaliação. Em entrevista à Gazeta Mercantil, o fundador Janguiê Diniz afirmou que o setor cresceu rapidamente nos últimos anos, mas ainda opera, em grande parte, sustentado apenas pela reputação pessoal e influência digital dos mentores.
Segundo ele, a MCG nasce para preencher essa lacuna com um modelo estruturado de validação e profissionalização do mercado. “Nosso objetivo é criar padrões claros de certificação, governança corporativa e critérios técnicos de avaliação, trazendo mais credibilidade e previsibilidade para o setor”, afirmou.
Um dos pilares do projeto é o Mentor Capital Standard (MCS), sistema proprietário de certificação que avalia não apenas a imagem do mentor, mas a maturidade operacional da empresa por trás da mentoria. Entre os critérios analisados estão governança, performance financeira, estrutura operacional, impacto comprovado nos clientes, recorrência de receita e consistência metodológica.
A holding também desenvolveu o chamado “4E Growth Framework”, metodologia voltada para diagnóstico, desenvolvimento e escalabilidade das operações de mentoria. O modelo é dividido em quatro pilares: Elevation, Engine, Execution e Expansion, que analisam desde posicionamento de mercado até potencial de crescimento sustentável.
De acordo com Janguiê Diniz, a proposta da MCG vai além de uma simples rede de relacionamento. A holding pretende funcionar como uma infraestrutura institucional fechada, reunindo empresários, educadores, palestrantes, atletas e profissionais de diferentes áreas em um ecossistema estruturado de geração de negócios e inteligência estratégica.
O projeto iniciou suas atividades com mais de 40 candidatos qualificados, selecionados com base em critérios como trajetória empresarial, capacidade comprovada de gerar resultados, governança, alinhamento ético e contribuição para o ecossistema.
Outro ponto destacado pelo empresário é a intenção de internacionalizar o modelo no futuro. Embora o foco inicial esteja na consolidação da operação no Brasil, a holding acredita que o problema da ausência de padronização e governança no mercado de mentorias é global, o que abre espaço para expansão internacional da proposta.
Para empresas que buscam contratar mentores, a MCG afirma oferecer mais segurança institucional e previsibilidade, reduzindo riscos e elevando o nível das decisões estratégicas através de profissionais avaliados com base em critérios técnicos e resultados concretos.
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]]>A Mentor Capital Group (MCG), holding empresarial criada para redefinir os padrões do mercado de mentoria no Brasil, inicia sua trajetória com forte sinalização de relevância e posicionamento estratégico: poucos dias após seu lançamento oficial, a iniciativa já reúne mais de 40 empresários mentores qualificados em processo estruturado de avaliação para ingresso em seu ecossistema.
Fundada pelo empreendedor Janguiê Diniz, a MCG tem como cofundadores o empresário e educador Gilberto Augusto e o pastor e palestrante Claudio Duarte, reforçando a construção de um ecossistema plural, com diferentes expertises e trajetórias, cujo objetivo é estruturar um setor que cresceu de forma acelerada nos últimos anos, mas ainda carece de critérios objetivos, profissionalização, governança consolidada, estratégias de escalabilidade e mecanismos institucionais que sustentem sua evolução. Mais do que um número expressivo, o volume inicial de candidatos reforça o reconhecimento do mercado em relação à proposta da holding, que se posiciona como uma plataforma seletiva de alto nível, voltada à conexão e ao desenvolvimento de empresários mentores, conselheiros e investidores.
“Existe uma demanda reprimida por organização e critérios claros dentro do mercado de mentoria. O que estamos observando nesse primeiro momento é uma adesão muito qualificada, de profissionais que entendem a importância de fazer parte de uma estrutura mais sólida, com posicionamento institucional, profissionalização, governança, reputação, certificação e acreditação que gerem credibilidade institucional”, afirma Janguiê Diniz.
A construção desse ecossistema segue diretrizes institucionais claras e vai além da simples conexão entre mentores. A MCG opera como uma infraestrutura empresarial estruturada, com governança corporativa definida, conselhos estratégicos e comitês técnicos, posicionando-se como uma plataforma de validação, reputação, credibilidade, geração estruturada de negócios e escalabilidade, e não como uma comunidade aberta ou rede informal.
A Mentor Capital Group surge justamente para preencher uma lacuna histórica do setor: a ausência de parâmetros confiáveis para validação de mentores e para tomada de decisão por parte de empresas e profissionais que buscam esse tipo de serviço. “É muito comum que empresários tenham dificuldade em escolher um mentor, porque essa decisão ainda é baseada, muitas vezes, em percepção e visibilidade, e não em critérios objetivos de performance e entrega. Nosso objetivo é equilibrar esse cenário, oferecendo reputação, certificação, acreditação e validação estruturada para quem oferece mentorias, e mais segurança para quem contrata”, explica o fundador.
O lançamento oficial da MCG ocorreu durante um jantar exclusivo na residência de Janguiê Diniz, em São Paulo, reunindo um grupo seleto de 80 empresários e empresárias mentores convidados. Estiveram presentes nomes como Claudio Duarte, Gilberto Augusto, Alisson Ramalho, Alexandre Taleb, Wilian Fabrício, Thiago Reis, Filippe Holzer, Guto Galamba, Josué Valandro, Marcos Rossi, Oséias Gomes, Pyero Tavolazzi, Pyong Lee, Rodrigo Minotauro, Sergio Bertolucci, Roberto Figueiredo (Dr. Bactéria), Jimi Scarparo, Cláudio Castro, Manoel Alvino, Rodrigo Fonseca, Álvaro Dantas, Guga Stocco, Marcos Freitas, Gilmar Teobald, o jogador da seleção brasileira Ricardo Oliveira, Antonio Teixeira, Roberto Navarro, o ex-juiz federal Marcelo Bretas, Leonardo Sousa Castelo, Luiz Vasconcelos, Franco Jr., Adriana Duarte, Julliana Cunha, Graziele Cabral, Andreza Caricio, Lilian Primo, Jamile Argolo e Mariana Scribel, dentre outros.
No centro da estrutura da holding está o Mentor Capital Standard (MCS), sistema proprietário de certificação que classifica, valida e posiciona mentores com base em critérios objetivos como performance empresarial, capacidade estratégica, governança, ética, escalabilidade e impacto comprovado. O modelo estabelece níveis de maturidade institucional: Apex, Sovereign, Elite e Core, além da categoria Affiliated, destinada a profissionais em fase de qualificação para ingresso no padrão oficial.
A progressão dentro desse sistema segue parâmetros técnicos e mensuráveis, reduzindo subjetividades e elevando o nível de confiabilidade do setor. O processo inclui etapas formais de diagnóstico, auditoria, validação de dados e reavaliações periódicas, garantindo que a certificação funcione como um mecanismo contínuo de evolução e manutenção de padrão.
Complementando essa arquitetura, o 4E Growth Framework atua como metodologia estruturante para avaliação e desenvolvimento das empresas de mentoria, a partir de quatro dimensões: Elevation, Engine, Execution e Expansion. “Combinando metodologia, certificação e acreditação, conseguimos criar uma base sólida para posicionar os mentores de forma mais justa e transparente. Isso impacta diretamente na qualidade das decisões de quem busca esse tipo de serviço”, destaca Diniz.
Ao se apresentar como uma infraestrutura institucional, e não como uma rede de relacionamento, a Mentor Capital Group reforça sua proposta de longo prazo: consolidar um novo padrão para o mercado de mentoria empresarial, baseado em profissionalização, governança, credibilidade e geração consistente de valor.
“Não estamos falando de networking. Estamos falando de estrutura. A Mentor Capital Group nasce como uma nova camada institucional para o setor, com foco na construção de capital intelectual, reputacional e financeiro entre seus membros”, afirma.
Mais do que consolidar uma rede de mentores, a Mentor Capital Group nasce para estruturar uma nova camada institucional no mercado empresarial brasileiro, onde capital intelectual, governança, reputação e geração de negócios deixam de operar de forma isolada e passam a compor um ecossistema integrado, orientado por critérios, performance e visão de longo prazo.

Foto: Divulgação
Interessados em conhecer mais sobre o ecossistema e os critérios de ingresso podem acessar o site oficial da holding (www.mentorcapitalgroup.com.br) ou a página no LinkedIn (www.linkedin.com/company/mentorcapitalgroup), onde estão disponíveis as diretrizes iniciais para participação.
Mentor Capital Group – MCG
www.mentorcapitalgroup.com.br
Instagram: @mentorcapitalgroup
LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/mentorcapitalgroup
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]]>A Mentor Capital Group (MCG), holding empresarial criada para redefinir os padrões do mercado de mentoria no Brasil, inicia sua trajetória com forte sinalização de relevância e posicionamento estratégico: poucos dias após seu lançamento oficial, a iniciativa já reúne mais de 40 empresários mentores qualificados em processo estruturado de avaliação para ingresso em seu ecossistema.
Fundada pelo empreendedor Janguiê Diniz, a MCG tem como cofundadores o empresário e educador Gilberto Augusto e o pastor e palestrante Claudio Duarte, reforçando a construção de um ecossistema plural, com diferentes expertises e trajetórias, cujo objetivo é estruturar um setor que cresceu de forma acelerada nos últimos anos, mas ainda carece de critérios objetivos, profissionalização, governança consolidada, estratégias de escalabilidade e mecanismos institucionais que sustentem sua evolução. Mais do que um número expressivo, o volume inicial de candidatos reforça o reconhecimento do mercado em relação à proposta da holding, que se posiciona como uma plataforma seletiva de alto nível, voltada à conexão e ao desenvolvimento de empresários mentores, conselheiros e investidores.
“Existe uma demanda reprimida por organização e critérios claros dentro do mercado de mentoria. O que estamos observando nesse primeiro momento é uma adesão muito qualificada, de profissionais que entendem a importância de fazer parte de uma estrutura mais sólida, com posicionamento institucional, profissionalização, governança, reputação, certificação e acreditação que gerem credibilidade institucional”, afirma Janguiê Diniz.
A construção desse ecossistema segue diretrizes institucionais claras e vai além da simples conexão entre mentores. A MCG opera como uma infraestrutura empresarial estruturada, com governança corporativa definida, conselhos estratégicos e comitês técnicos, posicionando-se como uma plataforma de validação, reputação, credibilidade, geração estruturada de negócios e escalabilidade, e não como uma comunidade aberta ou rede informal.
A Mentor Capital Group surge justamente para preencher uma lacuna histórica do setor: a ausência de parâmetros confiáveis para validação de mentores e para tomada de decisão por parte de empresas e profissionais que buscam esse tipo de serviço. “É muito comum que empresários tenham dificuldade em escolher um mentor, porque essa decisão ainda é baseada, muitas vezes, em percepção e visibilidade, e não em critérios objetivos de performance e entrega. Nosso objetivo é equilibrar esse cenário, oferecendo reputação, certificação, acreditação e validação estruturada para quem oferece mentorias, e mais segurança para quem contrata”, explica o fundador.
O lançamento oficial da MCG ocorreu durante um jantar exclusivo na residência de Janguiê Diniz, em São Paulo, reunindo um grupo seleto de 80 empresários e empresárias mentores convidados. Estiveram presentes nomes como Claudio Duarte, Gilberto Augusto, Alisson Ramalho, Alexandre Taleb, Wilian Fabrício, Thiago Reis, Filippe Holzer, Guto Galamba, Josué Valandro, Marcos Rossi, Oséias Gomes, Pyero Tavolazzi, Pyong Lee, Rodrigo Minotauro, Sergio Bertolucci, Roberto Figueiredo (Dr. Bactéria), Jimi Scarparo, Cláudio Castro, Manoel Alvino, Rodrigo Fonseca, Álvaro Dantas, Guga Stocco, Marcos Freitas, Gilmar Teobald, o jogador da seleção brasileira Ricardo Oliveira, Antonio Teixeira, Roberto Navarro, o ex-juiz federal Marcelo Bretas, Leonardo Sousa Castelo, Luiz Vasconcelos, Franco Jr., Adriana Duarte, Julliana Cunha, Graziele Cabral, Andreza Caricio, Lilian Primo, Jamile Argolo e Mariana Scribel, dentre outros.
No centro da estrutura da holding está o Mentor Capital Standard (MCS), sistema proprietário de certificação que classifica, valida e posiciona mentores com base em critérios objetivos como performance empresarial, capacidade estratégica, governança, ética, escalabilidade e impacto comprovado. O modelo estabelece níveis de maturidade institucional: Apex, Sovereign, Elite e Core, além da categoria Affiliated, destinada a profissionais em fase de qualificação para ingresso no padrão oficial.
A progressão dentro desse sistema segue parâmetros técnicos e mensuráveis, reduzindo subjetividades e elevando o nível de confiabilidade do setor. O processo inclui etapas formais de diagnóstico, auditoria, validação de dados e reavaliações periódicas, garantindo que a certificação funcione como um mecanismo contínuo de evolução e manutenção de padrão.
Complementando essa arquitetura, o 4E Growth Framework atua como metodologia estruturante para avaliação e desenvolvimento das empresas de mentoria, a partir de quatro dimensões: Elevation, Engine, Execution e Expansion. “Combinando metodologia, certificação e acreditação, conseguimos criar uma base sólida para posicionar os mentores de forma mais justa e transparente. Isso impacta diretamente na qualidade das decisões de quem busca esse tipo de serviço”, destaca Diniz.
Ao se apresentar como uma infraestrutura institucional, e não como uma rede de relacionamento, a Mentor Capital Group reforça sua proposta de longo prazo: consolidar um novo padrão para o mercado de mentoria empresarial, baseado em profissionalização, governança, credibilidade e geração consistente de valor.
“Não estamos falando de networking. Estamos falando de estrutura. A Mentor Capital Group nasce como uma nova camada institucional para o setor, com foco na construção de capital intelectual, reputacional e financeiro entre seus membros”, afirma.
Mais do que consolidar uma rede de mentores, a Mentor Capital Group nasce para estruturar uma nova camada institucional no mercado empresarial brasileiro, onde capital intelectual, governança, reputação e geração de negócios deixam de operar de forma isolada e passam a compor um ecossistema integrado, orientado por critérios, performance e visão de longo prazo.

Foto: Divulgação
Interessados em conhecer mais sobre o ecossistema e os critérios de ingresso podem acessar o site oficial da holding (www.mentorcapitalgroup.com.br) ou a página no LinkedIn (www.linkedin.com/company/mentorcapitalgroup), onde estão disponíveis as diretrizes iniciais para participação.
Mentor Capital Group – MCG
O post Mentor Capital Group estreia com mais de 40 mentores em processo seletivo estruturado apareceu primeiro em Diario Cearense.
]]>O post Janguiê Diniz lança Mentor Capital Group e reúne grandes nomes do empreendedorismo em São Paulo apareceu primeiro em Diario Cearense.
]]>O empreendedor Janguiê Diniz promove, nesta quinta-feira (30), um jantar exclusivo em sua residência, em São Paulo, para o lançamento da Mentor Capital Group (MCG), holding criada para mpulsionar mentores e empresários a multiplicarem valor, capital e impacto por meio de negócios estruturados, com padronização, sociedade, governança corporativa estruturada, estratégicas de escalabilidade, conexões empresarias de alto nível, acesso a oportunidades empresariais, vantagem competitiva estrutural, dealflow para criação de negócios bilionários, capital financeiro e inteligente e inteligência coletiva.
O encontro reunirá um grupo seleto de empresários, mentores e líderes de alta performance para a apresentação da proposta institucional da MCG, que surge com a missão de estabelecer novos parâmetros de governança, credibilidade e escalabilidade no setor. Entre os convidados confirmados para o jantar de fundação, estão nomes de relevância nacional, como Gilberto Augusto, Roberto Shinyashiki, José Roberto Marques, Guto Galamba, William Douglas, Andreza Carício, Pyong Lee, Victor Damásio, Thiago Reis, Oséias Gomes, Carlos Wizard e Nathalia Beauty. Também participam Sergio Bortolucci, Rodrigo Fonseca, Álvaro Dantas, Adriana Duarte, Rodrigo Boale, Alex Monteiro, Marcos Freitas, Lilian Primo, Guga Stocco, Maurício de Lucca, Alexandre Talleb, Reinaldo Zanon, Claudio Duarte, Rodrigo Minotauro, Jamile Argolo, Ricardo Oliveira, André Menezes, Roberto Martins (Dr. Bactéria), Roberto Navarro, Marcelo Bretas, Leonardo Sousa Castelo e Thaís Giraldelli.
A iniciativa nasce em um contexto de expansão acelerada do mercado de mentorias, ainda marcado pela ausência de critérios padronizados de validação, métricas objetivas de desempenho e mecanismos institucionais capazes de sustentar seu crescimento de forma consistente. “A mentoria empresarial cresceu de forma relevante nos últimos anos. No entanto, esse avanço não foi acompanhado, na mesma medida, por estruturas de governança, critérios objetivos de qualidade e mecanismos institucionais sólidos. Existe uma lacuna evidente, e o Mentor Capital Group nasce para atuar exatamente nesse ponto”, afirma Janguiê Diniz, idealizador do projeto.
Estruturado como uma holding estratégica, a MCG foi concebida para funcionar como uma plataforma privada e seletiva, voltada à conexão entre mentores, empresários, conselheiros e investidores, aliada ao fortalecimento do posicionamento estratégico e à geração de crescimento sustentável. “Não se trata apenas de ampliar conexões, mas de criar um ambiente estruturado, com critérios claros, capaz de gerar mais confiança, previsibilidade e valor para todos os envolvidos”, complementa.
Um dos principais pilares do projeto é o Mentor Capital Standard (MCS), sistema de certificação interna desenvolvido para classificar e validar mentores com base em critérios objetivos, como performance empresarial, capacidade estratégica, governança, ética, escalabilidade e impacto comprovado.
O modelo estabelece níveis de maturidade dentro do ecossistema: Apex, Sovereign, Elite e Core, além da categoria Affiliated, destinada a profissionais em processo de qualificação para ingresso no padrão oficial. “Atualmente, ainda é comum que a escolha de mentores seja orientada por percepção de posicionamento, e não por dados concretos de performance. A proposta da MCG é oferecer um referencial mais estruturado para esse processo de decisão”, afirma Diniz.
A holding também adota como eixo estruturante o 4E Growth Framework, metodologia proprietária criada para avaliar, organizar e escalar empresas de mentoria a partir de quatro dimensões: Elevation, Engine, Execution e Expansion.
Segundo o fundador, o modelo contribui para reduzir subjetividades, orientar o desenvolvimento dos participantes e sustentar a evolução dos níveis institucionais dentro do ecossistema.
A Mentor Capital Group não se posiciona como uma comunidade de relacionamento, mas como uma estrutura voltada à construção de capital intelectual, reputacional e financeiro no setor de mentoria empresarial.
“Todo mercado que cresce sem estrutura chega a um ponto de inflexão: ou se organiza, ou passa a enfrentar perda de credibilidade. A MCG surge como uma proposta de organização e amadurecimento desse segmento no Brasil”, conclui.
SOBRE JANGUIÊ DINIZ
Bacharel, mestre e doutor em Direito. Graduado em Letras. Foi Juiz Federal do Trabalho Togado TRT da 6ª Região e Procurador do Trabalho do Ministério Público da União, além de professor da Universidade Federal de Pernambuco – UFPE. Fundador, acionista controlador e presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional. Fundador e presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo. Fundador da Epitychia Investimentos. Sócio da Bossa Invest. Fundador da JD Business Academy, academia de negócios e infoprodutos. Criador do Movimento Obstinado, do
CSR -Código Secreto da Riqueza, imersão de desenvolvimento pessoal e profissional, do CSE – Código Secreto da Empresa – Jornada de Escalabilidade Empresarial, do MBN – Million Business Network – Mentoria de Alta Performance Empresarial e do BBN – Billion Buisiness Network, Mentoria para empresários com mentalidade bilionária. Presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES). Autor de 39 livros nas áreas do Direito, educação, empreendedorismo e desenvolvimento pessoal. Empresário e mentor empresar.
Mentor Capital Group – MCG
www.mentorcapitalgroup.com.br
Instagram: @mentorcapitalgroup
LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/mentorcapitalgroup
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]]>O post O prêmio o equilibrista do ano de 2024 do IBEF Ceará é palco do PIB cearense apareceu primeiro em Diario Cearense.
]]>O IBEF (Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças) é uma entidade que reúne os principais executivos e gestores financeiros do país, e sua representação no Ceará desempenha um papel crucial no fortalecimento da governança corporativa e do ambiente de negócios da região. O evento de premiação anual reflete esse compromisso, servindo como uma vitrine para os empresários e líderes mais influentes.
A homenageada deste ano, Patriciana Rodrigues, diretora da Pague Menos, é um exemplo emblemático de liderança feminina no setor varejista. Sob sua direção, a Pague Menos se consolidou como uma das maiores redes de farmácias do Brasil, com uma forte presença no Ceará. O sucesso da empresa se deve não apenas à sua expansão geográfica, mas também à sua inovação no setor de saúde e bem-estar, trazendo novos formatos de atendimento e parcerias estratégicas. A premiação reflete não apenas o crescimento da Pague Menos, mas também a capacidade de Patriciana em liderar com visão, adaptabilidade e responsabilidade social.
Além dela, o evento também destaca a presença de outros grandes nomes do cenário financeiro, como o economista e empresário Loredan Bernutty. Com uma trajetória de sucesso tanto no setor bancário quanto empresarial, Loredan é um membro respeitado do IBEF Ceará, trazendo sua expertise em áreas como finanças, tecnologia da informação e distribuição de vinhos. Sua atuação no Grupo Interactiva Networks e na Bernutty Technology demonstra o impacto que ele tem na modernização do setor de TI e na oferta de soluções inovadoras para empresas no nordeste do Brasil.
Equipe de Marketing - Nordeste (85) 33027878 [email protected] https://blog.marketingnacional.com.br
O post O prêmio o equilibrista do ano de 2024 do IBEF Ceará é palco do PIB cearense apareceu primeiro em Diario Cearense.
]]>O post O crescimento avançado do Ceará nas diversas economias atuais. apareceu primeiro em Diario Cearense.
]]>O Ceará tem atraído cada vez mais empresas de tecnologia, especialmente startups e empresas de TI que estão ajudando a transformar o cenário digital do estado. Empresas que oferecem serviços de TI, como a Interactiva Networks do Brasil, estão capitalizando o crescimento da demanda por soluções de rede, cibersegurança e cloud computing.
Expansão do Setor de TI: O Ceará é um dos principais hubs de conectividade de internet do Brasil devido aos cabos submarinos de fibra ótica que chegam ao estado, conectando o Brasil a outros continentes. Isso posiciona Fortaleza como um ponto estratégico para empresas que oferecem soluções de data centers, hospedagem e nuvem.
Startups e Hubs de Inovação: O surgimento de hubs de inovação, como o Ceará 4.0 e o Hub Inovação Nordeste (Hubine), tem promovido o desenvolvimento de startups focadas em soluções digitais e inteligência artificial, oferecendo um ecossistema propício para empreendedores e investidores.
O Ceará tem se destacado como líder no setor de energias renováveis, especialmente em energia solar e eólica, o que atrai empresas que buscam sustentabilidade em suas operações.
Empresas de Energia Eólica e Solar: O estado possui um dos maiores potenciais eólicos e solares do Brasil, e empresas cearenses de vanguarda têm liderado projetos inovadores nessa área. Casa dos Ventos, por exemplo, é uma das maiores desenvolvedoras de energia eólica no Brasil, e sua atuação no Ceará reforça o papel do estado como um player importante na transição energética.
Hidrogênio Verde: O Ceará tem apostado em ser um dos polos de produção de hidrogênio verde no Brasil. Com a criação do Hub de Hidrogênio Verde no Porto do Pecém, o estado está se posicionando como referência na produção de energia limpa, o que tem atraído investidores nacionais e internacionais interessados em soluções energéticas sustentáveis.
O Porto do Pecém e a Zona de Processamento de Exportação (ZPE) são exemplos de infraestrutura que impulsionam a competitividade do Ceará no mercado global.
Porto do Pecém: O Porto é um dos principais terminais portuários do Brasil e desempenha um papel fundamental para as empresas exportadoras. Além disso, a ZPE Pecém oferece incentivos fiscais e aduaneiros para empresas que produzem para exportação, o que atrai investimentos em setores industriais.
Empresas de Logística e Cadeias de Suprimento: Empresas de vanguarda no setor logístico têm se estabelecido no Ceará para explorar o potencial do Porto do Pecém, oferecendo serviços eficientes de transporte e armazenamento, facilitando o comércio internacional.
O agronegócio cearense também tem se modernizado com o uso de novas tecnologias. Empresas de agrotecnologia estão desenvolvendo soluções para otimizar a irrigação, melhorar a produtividade e aumentar a sustentabilidade das operações agrícolas, especialmente no semiárido.
Outro setor em que o Ceará tem mostrado vanguarda é o de economia criativa, particularmente nas áreas de cultura, artes e turismo.
Turismo Sustentável: Com destinos turísticos mundialmente reconhecidos, como Jericoacoara e Canoa Quebrada, o Ceará tem atraído empresas que desenvolvem modelos de turismo sustentável, buscando preservar os recursos naturais e culturais da região, enquanto impulsionam a economia local.
Indústria Criativa: A combinação de tecnologia com cultura tem gerado negócios inovadores no Ceará. Empresas no ramo de design, audiovisual e eventos estão utilizando ferramentas digitais para criar produtos e experiências que exportam a cultura local para o Brasil e o mundo.
A educação também tem sido uma área importante para o crescimento de empresas no Ceará. Iniciativas como a da Universidade Federal do Ceará (UFC) e outros institutos tecnológicos têm formado talentos que abastecem o mercado local com profissionais capacitados para as demandas do futuro.
O mercado cearense está em uma fase de expansão acelerada, impulsionado por empresas de vanguarda que operam em setores como tecnologia da informação, energias renováveis, logística e agrotecnologia. O ambiente empresarial no estado é robusto e oferece diversas oportunidades para inovação e crescimento, tanto para startups quanto para grandes empresas que desejam aproveitar o dinamismo da região.
Como economista e empresário consultado, Loredan Bernutty, aborda a economia pujante do Ceará, destacando alguns pontos-chave que refletem o dinamismo e as oportunidades crescentes no estado.
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