O post Mãe: entre o amor que acolhe e as marcas que permanecem apareceu primeiro em Diario Cearense.
]]>Falar de mãe é entrar em um espaço sagrado da experiência humana. Um lugar onde nascem vínculos, mas também onde, muitas vezes, se instalam silêncios difíceis de nomear. Porque mãe não é apenas quem cuida é quem, de alguma forma, inaugura em nós a forma de sentir o mundo.
É no olhar materno que aprendemos, ainda sem palavras, se somos vistos, amados e aceitos. É no colo ou na ausência dele que o corpo registra as primeiras impressões de segurança ou de falta. A mãe, portanto, não marca apenas a infância. Ela atravessa a vida inteira, habitando memórias, escolhas e afetos.
Na prática clínica, é possível perceber o quanto esse vínculo inicial ecoa na vida adulta. A forma como alguém ama, se entrega, se protege ou se afasta, muitas vezes carrega traços desse primeiro encontro com o cuidado. E aqui não se trata de buscar culpados, mas de compreender origens. Compreender para libertar, não para aprisionar.
Existe uma beleza possível na imperfeição. A mãe real distante da idealização é aquela que acerta e erra, que ama e também se cansa, que tenta, mesmo quando não sabe como. E é nessa humanidade que mora uma das maiores lições: o amor não é ausência de falhas, mas presença de verdade.
Também é preciso olhar com delicadeza para as mães. Por trás do papel, existe uma mulher que sente, que enfrenta seus próprios conflitos, que carrega histórias que começaram muito antes dos filhos. Muitas vezes, ela ofereceu o que tinha ainda que não tenha sido tudo o que o outro precisava.
Talvez amadurecer seja justamente isso: reconhecer o que nos foi dado, elaborar o que faltou e escolher, de forma consciente, o que faremos com essa herança emocional. Porque, ainda que a mãe seja o início, ela não precisa ser o limite.
Neste tempo em que tanto se fala sobre maternidade, fica um convite mais profundo: Olhar para essa relação com verdade, compaixão e responsabilidade emocional. Honrar quando houve amor. Ressignificar quando houve dor. E, sobretudo, permitir que o cuidado consigo e com o outro continue sendo reconstruído.
Porque, no fim, a mãe permanece.
Não apenas como lembrança, mas como parte viva de quem nos tornamos.
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]]>O post Júlia Pereira comemora bodas de madeira em viagem ao Ceará apareceu primeiro em Diario Cearense.
]]>Frequentadores de Jericoacoara, o local já é conhecido pela família desde a primeira visita, quando Suzanne tinha apenas oito meses. “Amamos Jeri desde a primeira experiência. Tanto lá quanto Preá são lugares únicos, com tudo pé na areia e uma conexão incrível com a natureza”, relembra Júlia.
Desta vez, a viagem teve um significado ainda mais especial. Além da comemoração do aniversário de casamento, a família também aproveitou a ocasião para celebrar o aniversário de Amilcare, que é apaixonado por kitesurf. “Ele queria muito passar alguns dias lá, especialmente no aniversário, já que o lugar é perfeito para o esporte”, explica a modelo.
Enquanto o empresário se dedicava à prática de kitesurf, as meninas se divertiam na piscina e faziam passeios tranquilos pelo centrinho de Jericoacoara. “O estilo de vida lá é muito simples e relaxado, o que adoramos. E o bangalô de madeira onde ficamos foi super apropriado para comemorar nossas bodas de madeira”, destaca Júlia.
As noites da família eram marcadas por jantares em restaurantes típicos da vila e passeios pelo charmoso centrinho. “Há um restaurante chamado Pé na Areia que é uma delícia. Tudo muito acolhedor e autêntico”, comentou. As filhas, Suzanne e Camille, também se encantaram com o destino e aproveitaram ao máximo os dias ensolarados.
Para Júlia Pereira, a viagem ao Ceará foi marcada por momentos de descontração, celebração e contato com a natureza. “Foi uma experiência deliciosa e inesquecível, perfeita para celebrarmos nossas conquistas como família”, conclui a modelo.
Márcia Stival Assessoria (11) 3213-4252 [email protected] https://www.instagram.com/marciastivalassessoria/?hl=pt
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