Arquivo de Inteligência Artificial - Diario Cearense https://diariocearense.com/marcas/inteligencia-artificial/ Wed, 09 Sep 2026 14:32:03 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1 https://diariocearense.com/wp-content/uploads/2024/03/DIARIO-CEARENSE-1-150x150.png Arquivo de Inteligência Artificial - Diario Cearense https://diariocearense.com/marcas/inteligencia-artificial/ 32 32 IA na educação: entre a inovação e a responsabilidade https://diariocearense.com/ia-na-educacao-entre-a-inovacao-e-a-responsabilidade/32/03/ Wed, 09 Sep 2026 14:32:03 +0000 https://diariocearense.com/ia-na-educacao-entre-a-inovacao-e-a-responsabilidade/32/03/ Diretrizes do CNE estabelecem parâmetros para o uso da inteligência artificial nas escolas e universidades, com foco em aprendizagem, ética e proteção de estudantes Coluna Janguiê Diniz A inteligência artificial (IA) já faz parte da realidade educacional. Ela está presente nas pesquisas realizadas pelos estudantes, na preparação de aulas e em diferentes atividades acadêmicas e […]

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Diretrizes do CNE estabelecem parâmetros para o uso da inteligência artificial nas escolas e universidades, com foco em aprendizagem, ética e proteção de estudantes

Coluna Janguiê Diniz

A inteligência artificial (IA) já faz parte da realidade educacional. Ela está presente nas pesquisas realizadas pelos estudantes, na preparação de aulas e em diferentes atividades acadêmicas e administrativas. Nesse contexto, proibir a sua utilização seria tão inadequado quanto permitir a sua aplicação sem critérios claros e objetivos. Por isso, a aprovação, pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), das Diretrizes Orientadoras para a Utilização da Inteligência Artificial na Educação Brasileira representa um passo fundamental para adequar a formação oferecida no país às exigências e evoluções do nosso tempo.

O documento abrange todos os níveis e formatos de ensino. Seu mérito inicial está em reconhecer que a tecnologia deve permanecer subordinada às finalidades educacionais. A IA pode ampliar possibilidades de aprendizagem, apoiar o trabalho docente, favorecer a acessibilidade e contribuir para a gestão, mas não deve substituir o julgamento, a responsabilidade e a mediação das pessoas.

Ao mesmo tempo, o documento não ignora que os estudantes precisam ser preparados para compreender a tecnologia que já influencia a vida social e profissional. A proposta prevê a integração progressiva da inteligência artificial à educação digital, midiática e computacional. Isso envolve conhecer o papel dos dados, identificar riscos, limitações e vieses, reconhecer conteúdos sintéticos e situações de desinformação, verificar fontes e desenvolver autonomia intelectual, cidadania digital e comportamento ético.

Na educação básica, as diretrizes estabelecem cuidados com as crianças e os adolescentes. Até o 5º ano, os estudantes não deverão ter acesso direto, autônomo ou sem supervisão a ferramentas de IA, especialmente às aplicações generativas, conversacionais, preditivas ou adaptativas. Quando utilizadas, elas deverão integrar atividades mediadas por profissionais da educação, com proteção reforçada dos dados pessoais e comunicação às famílias.

Na educação superior, os desdobramentos são ainda mais amplos. As instituições terão o desafio de integrar a IA à formação acadêmica sem permitir que ela enfraqueça a autoria, o pensamento crítico ou a responsabilidade intelectual. A tecnologia poderá ser estudada em si mesma e empregada como apoio ao ensino, à pesquisa e à extensão, respeitando as Diretrizes Curriculares Nacionais, os projetos pedagógicos dos cursos e as particularidades das diferentes áreas do conhecimento.

Trata-se de um encaminhamento essencial, pois preparar os estudantes para o mercado de trabalho contemporâneo passa, necessariamente, pelo desenvolvimento da capacidade de compreender as possibilidades e limitações desses sistemas, utilizar dados de maneira responsável e reconhecer as implicações éticas, jurídicas e sociais de suas escolhas.

Nesse processo, as licenciaturas ocupam posição estratégica. A formação dos futuros professores deverá abordar o letramento digital docente, o uso pedagógico das tecnologias emergentes, a análise crítica de dados educacionais, a avaliação apoiada por recursos digitais e os aspectos éticos envolvidos. Sempre que possível, esses conhecimentos deverão dialogar com o estágio supervisionado, a extensão e a pesquisa.

Também caberá às instituições de educação superior estabelecer políticas para o uso da IA no ensino, na pesquisa, na extensão e na gestão acadêmica. Será necessário definir parâmetros sobre transparência, autoria, integridade acadêmica, proteção de direitos, declaração do uso da tecnologia e prevenção de condutas incompatíveis com a honestidade intelectual.

A classificação das aplicações em diferentes níveis de risco é outro avanço. Quanto maior o potencial de uma ferramenta interferir em avaliações, certificações, permanência, seleção, benefícios ou sanções, mais rigorosas deverão ser as exigências de transparência, documentação, supervisão e controle. 

Nesse sentido, algumas práticas serão incompatíveis com a educação, entre elas a pontuação social, a inferência automatizada de emoções, a vigilância biométrica contínua, a exploração de vulnerabilidades e a atribuição automática de notas a produções autorais que exijam interpretação. Detectores de conteúdo gerado por IA, por sua vez, não poderão fundamentar isoladamente punições acadêmicas ou disciplinares. Dessa forma, as diretrizes preservam a autonomia institucional, mas deixam claro que autonomia não significa ausência de responsabilidade. 

O novo marco não traz respostas definitivas para uma transformação que seguirá impondo desafios. Oferece, entretanto, algo essencial: princípios para que a inovação avance com segurança, equidade e propósito pedagógico. Ao colocar a inteligência artificial a serviço da aprendizagem e manter as pessoas no centro das decisões, o CNE ajuda a educação brasileira a olhar para o futuro sem abandonar valores que dão sentido à formação humana.

*Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES); secretário-executivo do Brasil Educação – Fórum Brasileiro da Educação Particular; fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional; presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

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Unidakila propõe nova abordagem para educação e lança pós-graduação em Ufologia e Expansão do Conhecimento https://diariocearense.com/unidakila-propoe-nova-abordagem-para-educacao-e-lanca-pos-graduacao-em-ufologia-e-expansao-do-conhecimento/56/10/ Wed, 19 Aug 2026 12:56:10 +0000 https://diariocearense.com/unidakila-propoe-nova-abordagem-para-educacao-e-lanca-pos-graduacao-em-ufologia-e-expansao-do-conhecimento/56/10/ Universidade voltada a diferentes faixas etárias questiona os modelos tradicionais de ensino e aposta em uma rede social do conhecimento para aproximar professores, estudantes e novas formas de aprendizagem O Distrito Federal já liderou o país nos anos iniciais do ensino fundamental. Anos depois, enquanto o mapa da educação brasileira se transforma, chega ao Brasil […]

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Universidade voltada a diferentes faixas etárias questiona os modelos tradicionais de ensino e aposta em uma rede social do conhecimento para aproximar professores, estudantes e novas formas de aprendizagem

O Distrito Federal já liderou o país nos anos iniciais do ensino fundamental. Anos depois, enquanto o mapa da educação brasileira se transforma, chega ao Brasil uma universidade para todas as idades que também funciona como rede social do conhecimento e inaugura hoje uma pós-graduação revolucionária e polêmica: Ufologia e Expansão do Conhecimento

O Distrito Federal já liderou o país nos anos iniciais do ensino fundamental. Anos depois, enquanto o mapa da educação brasileira se transforma, chega ao Brasil uma universidade para todas as idades que também funciona como rede social do conhecimento e inaugura hoje uma pós-graduação revolucionária e polêmica: Ufologia e Expansão do Conhecimento

O contexto educacional do Brasil clama por revolução. Os números comprovam esse chamado. Um grupo reúne milhares de pessoas em dois meses de inauguração. A proposta? Começar a mudança por um personagem que costuma receber cobranças, mas nem sempre a mesma atenção: o professor.

O mundo mudou, e os números da educação brasileira levantam a seguinte pergunta: a maneira de ensinar mudou na mesma velocidade?

Em 2009, o Distrito Federal alcançou 5,6 no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) nos anos iniciais do ensino fundamental, dividindo a liderança com Minas Gerais, considerando o conjunto das redes públicas e privadas. A média brasileira era 4,6. Brasília estava no topo.

Dezesseis anos depois, a história que os números do IDEB contam é que o mapa educacional brasileiro já não é o mesmo. O Distrito Federal, que já ocupou posições de destaque no Ideb, chegou em 2025 à última colocação nacional no ensino médio público.

Redes que estavam muito atrás avançaram, estados reformularam suas estratégias e antigas posições deixaram de ser garantidas. Do lado de fora da sala de aula, quase tudo mudou: do telefone, que virou um computador que cabe no bolso, até a biblioteca, que passou a caber dentro do próprio telefone. A inteligência artificial começou a responder, em segundos, a perguntas que antes exigiam horas de pesquisa. Os vídeos ficaram mais curtos e as telas se multiplicaram. Algumas profissões desapareceram, outras nasceram.

Nas salas de aula faltam investimento, estrutura, valorização, formação e tecnologia. Falta atenção aos alunos, mas, principalmente, aos professores. Antes de perguntar por que o aluno não está aprendendo, estamos preparando e valorizando o suficiente quem precisa aprender?
 

Dr. Herbert Félix, mestre em Educação, atua na formação docente, nas metodologias de ensino e nas técnicas voltadas à transmissão e à compreensão do conhecimento. É quase uma profissão dentro de outra profissão. O professor dos professores. Sua premissa é simples: dominar um assunto e saber ensiná-lo são competências relacionadas, mas não idênticas.

“Durante muito tempo, concentramos a discussão educacional no que o aluno precisa aprender. Mas há uma pergunta anterior: quem prepara continuamente quem precisa ensinar? O professor precisa dominar o conteúdo, evidentemente, mas também compreender a atenção, a comunicação, a metodologia, as diferenças de aprendizagem e as novas ferramentas disponíveis. Ensinar também é uma competência que precisa ser aperfeiçoada continuamente. E, ainda, no mundo tecnológico, o conhecimento precisa ser transformado em experiência digital.”

O professor Félix é um dos docentes responsáveis pela Unidakila, uma plataforma que promete revolucionar o ensino. A grande inovação é ser uma rede social do conhecimento, voltada a todas as idades, com dupla certificação, nacional e internacional. A tecnologia aproxima o aluno e o professor, capacita e inova o ensino, transformando-o em uma experiência. Comunidades de pessoas de todas as idades, com milhares de participantes que buscam aprender cada vez mais em múltiplas disciplinas.

A escola ganhou concorrentes, e o que se pode dizer é que a era em que o professor tinha uma espécie de monopólio sobre o conhecimento organizado ficou no passado. Há TikTok, Instagram, YouTube, streaming, jogos, notificações. Do outro lado da carteira estão algumas das empresas de tecnologia mais sofisticadas do planeta, investindo bilhões para responder a uma pergunta muito específica: como manter a atenção dessa pessoa? A educação disputa exatamente essa mesma atenção.

Dr. Pedro Braga, avaliador BaSis para ensino superior, Doutor em educação e especialista em políticas públicas para o ensino superior comenta sobre o tema: “Se bilhões de pessoas já aprenderam a viver, conversar, descobrir assuntos e construir comunidades nas redes sociais, por que o conhecimento deveria permanecer fora dessa lógica? E ainda, por que os professores, propagadores do conhecimento, deveriam estar fora dessa lógica?”

O Doutor também é coordenador da Pós-graduação em ufologia e expansão da consciência da Unidakila juntamente a Faculdade CTA, Harold Gillies University, e Instituto Universos. Braga é também Docente de outros cursos na plataforma, inclusive cursos livres.

Na TALIS 2024, pesquisa internacional coordenada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), 90% dos professores brasileiros participantes relataram que as atividades de desenvolvimento profissional às quais participaram tiveram impacto positivo em suas práticas docentes.

Entre os docentes brasileiros ouvidos, 48% apontaram a necessidade de formação para ensinar estudantes com necessidades educacionais especiais; 39% mencionaram a necessidade de desenvolver habilidades para utilizar inteligência artificial no ensino e na aprendizagem; e 37% indicaram a necessidade de preparação para ambientes multiculturais ou multilíngues.

Quando perguntados sobre obstáculos ao próprio desenvolvimento profissional, 57% mencionaram falta de apoio do empregador, 52% apontaram conflito com o horário de trabalho e 52% disseram que a formação profissional era cara demais.

Neste contexto, profissionalizar professores e aprimorar o ensino vêm se tornando uma necessidade. À frente do projeto está Urandir Fernandes de Oliveira, presidente do Instituto Dakila de Pesquisas, que vem conduzindo a expansão da iniciativa com uma proposta que busca aproximar educação, pesquisa, tecnologia e novas formas de compartilhar conhecimento.

Para Oliveira, a transformação não pode se limitar a digitalizar o que já existe. “Não adianta colocar uma aula antiga em uma plataforma nova e chamar isso de inovação. Se a sociedade mudou, precisamos também repensar a experiência de aprender. A proposta da Unidakila é criar um ambiente em que o conhecimento faça parte da vida da pessoa, em que ela encontre professores, outros estudantes, pesquisadores, comunidades e diferentes áreas de interesse, e continue aprendendo independentemente da idade.”

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Connection 26 amplia atuação nacional e aposta em tecnologia para transformar a comunicação estratégica https://diariocearense.com/connection-26-amplia-atuacao-nacional-e-aposta-em-tecnologia-para-transformar-a-comunicacao-estrategica/41/45/ Mon, 08 Jun 2026 11:41:45 +0000 https://diariocearense.com/connection-26-amplia-atuacao-nacional-e-aposta-em-tecnologia-para-transformar-a-comunicacao-estrategica/41/45/ Empresa fundada por Robson Ouro Preto une inteligência digital, dados e inovação para atender marcas, instituições e lideranças em todo o Brasil Com sede em Brasília e atuação em todo o território nacional, a Connection 26 vem ganhando destaque no mercado ao reunir comunicação estratégica, tecnologia de ponta e inteligência digital em uma única plataforma […]

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Empresa fundada por Robson Ouro Preto une inteligência digital, dados e inovação para atender marcas, instituições e lideranças em todo o Brasil

Com sede em Brasília e atuação em todo o território nacional, a Connection 26 vem ganhando destaque no mercado ao reunir comunicação estratégica, tecnologia de ponta e inteligência digital em uma única plataforma de soluções.

Fundada pelo empresário e estrategista de comunicação Robson Ouro Preto, a empresa nasce com a proposta de conectar pessoas, marcas e oportunidades, utilizando ferramentas modernas para atender empresas, instituições, lideranças políticas e organizações dos mais diversos segmentos.

A Connection 26 reúne uma equipe multidisciplinar formada por jornalistas, especialistas em marketing digital, criadores de conteúdo, profissionais de tecnologia, analistas de dados, especialistas em inteligência artificial e gestores de tráfego pago, oferecendo soluções completas para quem busca posicionamento, crescimento e resultados.

Entre os serviços oferecidos estão comunicação corporativa, assessoria de imprensa, marketing digital, produção de conteúdo, mídia digital, desenvolvimento de plataformas, inteligência artificial e campanhas de tráfego pago de alta performance.

Um dos diferenciais da empresa é sua forte atuação na comunicação política, utilizando tecnologia avançada, análise de dados e estratégias digitais inovadoras para ampliar o alcance e a eficiência das campanhas de comunicação.

A empresa também se destaca pelo acesso a uma ampla rede de portais de notícias em todo o Brasil, fortalecendo a divulgação de marcas, projetos e ações institucionais em nível nacional.

Para Robson Ouro Preto, a comunicação do futuro será cada vez mais impulsionada pela tecnologia e pela inteligência de dados.

“A comunicação está vivendo uma transformação histórica. Hoje não basta apenas divulgar, é preciso conectar, compreender comportamentos, utilizar tecnologia e criar estratégias capazes de gerar resultados reais. A Connection 26 nasceu para liderar esse novo momento”, afirmou.

Com o slogan “Conectando pessoas, marcas e tecnologia”, a Connection 26 segue expandindo sua presença nacional e se posicionando como uma das empresas mais inovadoras do setor, contribuindo para a evolução da comunicação digital e da tecnologia aplicada ao mercado brasileiro.

A expectativa é que a empresa amplie ainda mais sua atuação nos próximos anos, consolidando Brasília como um importante polo de inovação, comunicação estratégica e transformação digital para todo o país.

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Após revolucionar a comunicação digital, Robson Ouro Preto investe em tecnologia e mira liderança nacional no setor https://diariocearense.com/apos-revolucionar-a-comunicacao-digital-robson-ouro-preto-investe-em-tecnologia-e-mira-lideranca-nacional-no-setor/31/32/ Fri, 05 Jun 2026 21:31:32 +0000 https://diariocearense.com/apos-revolucionar-a-comunicacao-digital-robson-ouro-preto-investe-em-tecnologia-e-mira-lideranca-nacional-no-setor/31/32/ A Connection 26, empresa fundada em Brasília pelo empresário e estrategista de comunicação Robson Ouro Preto, vem conquistando espaço no cenário nacional ao apresentar soluções inovadoras que unem comunicação, tecnologia e inteligência digital. Com atuação em diversos estados brasileiros, a empresa tem chamado a atenção de lideranças políticas, instituições e organizações que buscam novas ferramentas […]

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A Connection 26, empresa fundada em Brasília pelo empresário e estrategista de comunicação Robson Ouro Preto, vem conquistando espaço no cenário nacional ao apresentar soluções inovadoras que unem comunicação, tecnologia e inteligência digital.

Com atuação em diversos estados brasileiros, a empresa tem chamado a atenção de lideranças políticas, instituições e organizações que buscam novas ferramentas para ampliar sua presença digital e fortalecer a comunicação com a população.

Reconhecido nacionalmente por sua trajetória na comunicação, Robson Ouro Preto já havia se destacado ao criar uma das maiores redes de comunicação digital do país, conectando centenas de portais de notícias e ampliando o alcance da informação em todo o Brasil. Agora, o empresário dá um novo passo ao investir fortemente em tecnologia aplicada à comunicação estratégica e ao marketing político.

A Connection 26 atua nas áreas de comunicação corporativa, assessoria de imprensa, marketing digital, inteligência artificial, desenvolvimento de plataformas, produção de conteúdo, mídia digital e gestão de tráfego pago, oferecendo soluções modernas para clientes em diferentes segmentos.

Um dos destaques da empresa é a utilização de tecnologias avançadas para análise de dados, segmentação de público, automação de processos e estratégias digitais voltadas para campanhas de comunicação. A proposta é permitir que instituições, empresas e lideranças tenham acesso a ferramentas inovadoras capazes de potencializar resultados e fortalecer o relacionamento com seus públicos.

Com sede na capital federal, a Connection 26 tem ampliado sua presença em Brasília e em diversos estados, consolidando-se como uma empresa voltada para o futuro da comunicação e da tecnologia.

Para Robson Ouro Preto, o mercado vive uma transformação sem precedentes e exige soluções cada vez mais inteligentes.

Estamos vivendo uma nova era da comunicação. A tecnologia passou a ser uma ferramenta indispensável para quem deseja se conectar com as pessoas de forma eficiente. A Connection 26 nasceu justamente para unir inovação, estratégia e resultados, oferecendo ao mercado soluções modernas e alinhadas com as novas demandas digitais”, afirmou.

Com o slogan “Conectando pessoas, marcas e tecnologia”, a empresa segue expandindo sua atuação nacional e reforçando seu posicionamento como uma das novas referências em comunicação estratégica e tecnologia aplicada ao ambiente digital brasileiro.

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De Brasília para todo o Brasil: Robson Ouro Preto lança a Connection 26 e aposta na integração entre comunicação, tecnologia e inovação https://diariocearense.com/de-brasilia-para-todo-o-brasil-robson-ouro-preto-lanca-a-connection-26-e-aposta-na-integracao-entre-comunicacao-tecnologia-e-inovacao/57/28/ Wed, 03 Jun 2026 08:57:28 +0000 https://diariocearense.com/de-brasilia-para-todo-o-brasil-robson-ouro-preto-lanca-a-connection-26-e-aposta-na-integracao-entre-comunicacao-tecnologia-e-inovacao/57/28/ Empresa nasce com atuação nacional e reúne soluções em marketing digital, inteligência artificial, comunicação estratégica e transformação tecnológica O empresário e estrategista de comunicação Robson Ouro Preto acaba de anunciar mais um importante projeto de alcance nacional. Com sede em Brasília, a nova empresa Connection 26 nasce com a missão de conectar o Distrito Federal […]

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Empresa nasce com atuação nacional e reúne soluções em marketing digital, inteligência artificial, comunicação estratégica e transformação tecnológica

O empresário e estrategista de comunicação Robson Ouro Preto acaba de anunciar mais um importante projeto de alcance nacional. Com sede em Brasília, a nova empresa Connection 26 nasce com a missão de conectar o Distrito Federal aos 26 estados brasileiros, oferecendo soluções modernas e integradas nas áreas de comunicação, tecnologia e marketing digital.

Com o slogan “Conectando pessoas, marcas e tecnologia”, a empresa chega ao mercado com uma proposta inovadora, reunindo profissionais especializados e ferramentas avançadas para atender empresas, instituições, lideranças políticas, organizações e empreendedores em todo o país.

A escolha de Brasília como base operacional reforça a estratégia de expansão nacional da marca. Localizada no centro das decisões políticas e econômicas do Brasil, a capital federal será o ponto de partida para uma atuação que pretende alcançar todas as regiões brasileiras.

A Connection 26 atuará em diversos segmentos, entre eles:

* Comunicação Corporativa;
* Marketing Digital;
* Assessoria de Imprensa;
* Desenvolvimento de Plataformas;
* Tecnologia e Automação;
* Inteligência Artificial;
* Produção de Conteúdo;
* Mídia Digital;
* Gestão de Tráfego Pago.

Entre os diferenciais da empresa está uma equipe altamente especializada em campanhas de tráfego pago para o setor político, utilizando ferramentas exclusivas e estratégias avançadas de segmentação, análise de dados e inteligência digital.

Segundo Robson Ouro Preto, a empresa foi criada para atender um mercado cada vez mais conectado e exigente.

A comunicação evoluiu, a tecnologia evoluiu e as marcas precisam acompanhar essa transformação. A Connection 26 surge justamente para unir essas áreas, criando conexões inteligentes e resultados concretos para nossos clientes em todo o Brasil”, destacou o empresário.

Reconhecido nacionalmente por sua atuação no setor da comunicação, Robson Ouro Preto amplia sua presença no mercado com um projeto que une inovação, tecnologia e estratégia, consolidando mais um passo importante em sua trajetória empresarial.

A expectativa é que a Connection 26 se torne uma referência nacional em soluções de comunicação integrada, marketing digital e tecnologia, fortalecendo marcas e conectando oportunidades de norte a sul do país.

Connection 26
Conectando pessoas, marcas e tecnologia.

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IA na educação exige política de Estado para garantir soberania tecnológica e formação crítica, defende Janguiê Diniz https://diariocearense.com/ia-na-educacao-exige-politica-de-estado-para-garantir-soberania-tecnologica-e-formacao-critica-defende-janguie-diniz/12/01/ Fri, 15 May 2026 20:12:01 +0000 https://diariocearense.com/ia-na-educacao-exige-politica-de-estado-para-garantir-soberania-tecnologica-e-formacao-critica-defende-janguie-diniz/12/01/ Em artigo, presidente da ABMES elogia diretrizes do CNE sobre inteligência artificial na educação, mas alerta para a falta de uma estratégia nacional robusta diante do avanço global da tecnologia Coluna Janguiê Diniz A submissão à consulta pública das Diretrizes Orientadoras para a Utilização da Inteligência Artificial na Educação Brasileira, pelo Conselho Nacional de Educação […]

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Em artigo, presidente da ABMES elogia diretrizes do CNE sobre inteligência artificial na educação, mas alerta para a falta de uma estratégia nacional robusta diante do avanço global da tecnologia

Coluna Janguiê Diniz

A submissão à consulta pública das Diretrizes Orientadoras para a Utilização da Inteligência Artificial na Educação Brasileira, pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), representa um passo importante, ainda que inicial, na construção de uma política educacional sobre inteligência artificial no país. O documento parte da premissa acertada de que a IA não pode mais ser tratada como um fenômeno periférico, tampouco como mera curiosidade tecnológica. Afinal, ela já está reorganizando a produção do conhecimento, as formas de aprendizagem, os modelos de avaliação e a gestão acadêmica, além da percepção contemporânea sobre formação humana. 

Neste sentido, talvez o maior mérito da proposta apresentada pelo CNE esteja na prudência regulatória adotada. Em vez de criar um conjunto rígido de normas, o parecer é composto por diretrizes orientadoras, princípios gerais e recomendações de boas práticas, preservando a autonomia pedagógica das instituições de ensino e reconhecendo a velocidade com que a tecnologia se transforma. Trata-se de uma escolha inteligente, pois o excesso de regulamentação poderia resultar na caducidade da normativa antes mesmo da sua entrada em vigor.

O documento também acerta ao reafirmar a centralidade da mediação humana no processo educacional: a IA deve atuar como ferramenta complementar, jamais substitutiva da atuação docente. Merece elogio, ainda, a preocupação com aspectos como proteção de dados, ética digital, transparência algorítmica, inclusão e desenvolvimento da autonomia intelectual dos estudantes. O parecer demonstra sensibilidade institucional ao evidenciar que a discussão sobre inteligência artificial não é apenas tecnológica, mas profundamente pedagógica, social e civilizatória.

Seguindo essa compreensão de que a IA não deve ser resumida a uma ferramenta operacional, o texto é assertivo ao defender a inclusão do ensino sobre inteligência artificial nos currículos da educação básica e da educação superior. Essa medida é relevante porque desloca o debate do simples “uso da tecnologia” para a formação de competências cognitivas, críticas e profissionais compatíveis com o século XXI.

Contudo, apesar dos acertos constantes do documento, é impossível não perceber uma inquietante timidez por parte do Estado brasileiro. O parecer do CNE é importante, mas ele surge quase como uma iniciativa isolada dentro de um cenário nacional ainda marcado pela ausência de uma visão sistêmica sobre inteligência artificial e educação.

O contraste internacional torna essa percepção ainda mais evidente. Enquanto o Brasil debate diretrizes orientadoras, e ainda hesita em transformar a inteligência artificial em política pública estruturante, a China já opera em outro patamar. O recém-lançado Plano de Ação IA + Educação 2030, publicado por cinco órgãos governamentais, não trata a IA apenas como ferramenta pedagógica, mas como política de desenvolvimento humano, econômico, científico e geopolítico.

O plano chinês estabelece metas para integração da IA em todos os níveis educacionais até 2030, envolvendo currículo, formação docente, infraestrutura computacional, plataformas públicas de dados, modernização da pesquisa científica, sistemas inteligentes de avaliação e políticas massivas de alfabetização em IA para toda a população.

Esse planejamento, ousado e a curto-prazo, ressalta-se, mostra que a China compreendeu que inteligência artificial não se constitui em inovação tecnológica apenas, mas em um projeto de Estado. O documento chinês fala explicitamente em soberania tecnológica, construção de ecossistema nacional de IA, fortalecimento de talentos estratégicos e criação de infraestrutura pública de inteligência artificial para educação. Em outras palavras, não se trata somente de usar plataformas existentes, mas de construir capacidade nacional de produção tecnológica e domínio intelectual sobre o futuro.

No Brasil, infelizmente, ainda estamos muito distantes dessa compreensão estratégica. A quase inexistência de referências robustas à inteligência artificial no novo Plano Nacional de Educação é sintoma eloquente desse atraso. Embora o documento mencione educação digital em alguns pontos, a IA aparece de forma periférica, difusa e sem densidade estratégica compatível com a dimensão da transformação em curso. Não há metas estruturantes claras sobre formação docente em IA, desenvolvimento de infraestrutura, alfabetização algorítmica, pesquisa aplicada ou políticas públicas de soberania tecnológica educacional.

Essa ausência é especialmente preocupante porque a inteligência artificial deixou de ser uma promessa de futuro para se consolidar como uma força estruturante do presente. Trata-se de uma transformação capaz de redefinir modelos econômicos, relações de trabalho, produção de conhecimento e dinâmicas de poder em escala global. Nesse contexto, os países que não compreenderem rapidamente a centralidade dessa agenda estarão sujeitos a um processo profundo de dependência tecnológica, intelectual e econômica, com impactos sem precedentes na história contemporânea. Em outras palavras, mais do que uma discussão sobre ferramentas ou inovação digital, trata-se de um desafio essencialmente formativo.

Estamos, portanto, diante de uma disputa que transcende a dimensão tecnológica e alcança aspectos centrais da soberania das nações, como linguagem, pensamento, criatividade, autonomia intelectual e capacidade produtiva. Os países que estruturarem políticas consistentes para a inserção da IA na educação terão condições de formar profissionais, pesquisadores e cidadãos preparados para liderar os processos de transformação das próximas décadas. Em contrapartida, aqueles que negligenciarem essa agenda correm o risco de ocupar uma posição periférica, limitada ao consumo passivo de tecnologias, plataformas e soluções desenvolvidas por terceiros, aprofundando relações de dependência econômica, científica e estratégica.

Voltando ao contexto brasileiro, o parecer construído pelo CNE merece reconhecimento. Em um ambiente institucional ainda hesitante, ele representa um avanço significativo. Embora embrionário, inaugura uma discussão séria, técnica e equilibrada sobre o uso e as aplicações da inteligência artificial na educação; e faz isso com maturidade regulatória, evitando tanto o deslumbramento acrítico quanto o proibicionismo improdutivo.

Contudo, talvez seja o momento de o Brasil abandonar essa postura meramente reativa e compreender que não basta regular o uso da inteligência artificial. Ela precisa ser abraçada como estratégia de desenvolvimento, e adotada como política de Estado voltada à formação das pessoas, à competitividade econômica, à soberania científica e tecnológica e à capacidade de o país participar, efetivamente, da economia do conhecimento. Afinal, a questão não é mais se a inteligência artificial fará parte da educação brasileira, pois isso já aconteceu, mas se o Brasil irá adotá-la apenas como tecnologia importada de consumo imediato ou como instrumento estratégico de construção do seu próprio futuro.

*Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), secretário-executivo do Brasil Educação – Fórum Brasileiro da Educação Particular, fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional, presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

 

O post IA na educação exige política de Estado para garantir soberania tecnológica e formação crítica, defende Janguiê Diniz apareceu primeiro em Diario Cearense.

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Inteligência Artificial revoluciona setor jurídico pelo Brasil https://diariocearense.com/inteligencia-artificial-revoluciona-setor-juridico-pelo-brasil/48/18/ Wed, 07 Aug 2024 18:48:18 +0000 https://diariocearense.com/inteligencia-artificial-revoluciona-setor-juridico-pelo-brasil/48/18/ Nos últimos anos, a Inteligência Artificial (IA) tem transformado diversas indústrias, e o setor jurídico não é exceção. A introdução de tecnologias avançadas está proporcionando uma nova era de eficiência e precisão nos escritórios de advocacia, tornando-se uma ferramenta indispensável para advogados que desejam se destacar no mercado competitivo e oferecer serviços de alta qualidade […]

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Nos últimos anos, a Inteligência Artificial (IA) tem transformado diversas indústrias, e o setor jurídico não é exceção. A introdução de tecnologias avançadas está proporcionando uma nova era de eficiência e precisão nos escritórios de advocacia, tornando-se uma ferramenta indispensável para advogados que desejam se destacar no mercado competitivo e oferecer serviços de alta qualidade a seus clientes.

Em Itajaí, o advogado especialista em direito tributário, Nilton André Sales Vieira, percebeu a mudança no cenário e trouxe adaptações para dentro do escritório. Além de utilizar artifícios da Inteligência Artificial para produção e aperfeiçoamento de atividades corriqueiras dentro da rotina, como a produção de petições, o profissional também mudou o foco de suas redes sociais, dividindo conhecimento e multiplicando oportunidades de aprendizado de forma online.

“Nossa intenção é cultivar uma cultura de colaboração e inovação que beneficia a todos. As pessoas têm curiosidade, querem aprender e compartilhar, trocar ideias e se aproximar de quem está online. Temos estudado as tendências de algumas profissões e o futuro no meio digital é exatamente este, contribuir com conteúdos úteis, ajudar e esclarecer dúvidas”, completa ele.

A utilização de IA em escritórios de direito oferece uma série de benefícios que estão redefinindo a prática jurídica. Entre as principais vantagens, destaca-se a capacidade de automatizar tarefas repetitivas e administrativas, liberando os advogados para se concentrarem em atividades estratégicas e de maior valor agregado. Ferramentas de IA podem, por exemplo, revisar documentos, realizar pesquisas jurídicas complexas e até mesmo prever desfechos de casos com base em análises de grandes volumes de dados históricos.

“Os escritórios de advocacia que adotam a IA podem também melhorar a gestão de seus casos e clientes”, opina Nilton. “Em resumo, a Inteligência Artificial está desempenhando um papel crucial na modernização dos escritórios de advocacia, oferecendo uma gama de benefícios a iniciar pela automação”, encerra ele.

O advogado Leonardo Dias, da cidade de Candeias na Bahia, também destacou a importância dessa transformação: “A implementação da Inteligência Artificial no setor jurídico não apenas aprimora a eficiência operacional, mas também eleva a qualidade dos serviços prestados. Advogados podem focar mais em estratégias e soluções personalizadas para os clientes, enquanto as tarefas administrativas são automatizadas. Essa mudança é fundamental para manter a competitividade e relevância no mercado atual.”

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