Arquivo de educação - Diario Cearense https://diariocearense.com/marcas/educacao/ Wed, 03 Jun 2026 15:45:58 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.2 https://diariocearense.com/wp-content/uploads/2024/03/DIARIO-CEARENSE-1-150x150.png Arquivo de educação - Diario Cearense https://diariocearense.com/marcas/educacao/ 32 32 Escultura “Última Ceia” em madeira ganha destaque pelo maior alto-relevo do Brasil https://diariocearense.com/escultura-ultima-ceia-em-madeira-ganha-destaque-pelo-maior-alto-relevo-do-brasil/45/58/ Wed, 03 Jun 2026 15:45:58 +0000 https://diariocearense.com/escultura-ultima-ceia-em-madeira-ganha-destaque-pelo-maior-alto-relevo-do-brasil/45/58/ Obra esculpida em cedro pelo artesão Romualdo de Castro Souza levou um ano e meio para ser concluída em Garanhuns, no Agreste pernambucano Uma das maiores releituras em madeira da obra “A Última Ceia”, de Leonardo da Vinci, está em Pernambuco. Esculpida pelo artesão Romualdo de Castro Souza, na cidade de Garanhuns, a peça impressiona […]

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Obra esculpida em cedro pelo artesão Romualdo de Castro Souza levou um ano e meio para ser concluída em Garanhuns, no Agreste pernambucano

Uma das maiores releituras em madeira da obra “A Última Ceia”, de Leonardo da Vinci, está em Pernambuco. Esculpida pelo artesão Romualdo de Castro Souza, na cidade de Garanhuns, a peça impressiona pela dimensão, riqueza de detalhes e profundidade do alto-relevo.

A história da escultura começou em 2013, com a aquisição de duas grandes pranchas de madeira cedro, vindas do Pará, por meio de uma madeireira do Recife. O trabalho artístico foi iniciado no mesmo ano e concluído em junho de 2015, após cerca de um ano e meio de dedicação.

A obra foi produzida a partir de duas pranchas com aproximadamente 7,30 metros de comprimento, 60 centímetros de largura e 15 centímetros de espessura. Depois de finalizada, a escultura passou a medir cerca de 4 metros de comprimento por 2,20 metros de altura, com uma estrutura que chega a 36,5 centímetros de espessura nas quatro partes da moldura.

A peça é uma releitura tridimensional da famosa pintura “A Última Ceia”, criada por Leonardo da Vinci entre 1495 e 1498, atualmente preservada no convento e igreja Santa Maria delle Grazie, em Milão, na Itália. A versão em madeira transforma a cena clássica em uma experiência de profundidade, destacando expressões, volumes e detalhes dos personagens.

Pesquisas apontam que a escultura se destaca por apresentar uma das maiores espessuras de madeira já utilizadas em uma representação da “Última Ceia” no Brasil, resultado em um alto-relevo de grande impacto visual.

Com técnica minuciosa e valorização da arte popular, Romualdo de Castro Souza transformou o cedro em uma obra monumental, unindo tradição, fé e a força da escultura pernambucana.

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Aos 30 anos, Adriel Brendown intensifica pré-campanha a deputado federal com agenda em 23 cidades da Bahia https://diariocearense.com/aos-30-anos-adriel-brendown-intensifica-pre-campanha-a-deputado-federal-com-agenda-em-23-cidades-da-bahia/25/39/ Fri, 29 May 2026 14:25:39 +0000 https://diariocearense.com/aos-30-anos-adriel-brendown-intensifica-pre-campanha-a-deputado-federal-com-agenda-em-23-cidades-da-bahia/25/39/ Advogado, empresário e comunicador aposta no contato direto com a população e defende desburocratização, empreendedorismo, esporte e educação como pilares de sua pré-candidatura Aos 30 anos, Adriel Brendown Torres Maturino imprime um ritmo acelerado à sua Pré-candidatura a Deputado Federal. Com uma bagagem que combina o exercício do Direito, a vivência no jornalismo e a […]

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Advogado, empresário e comunicador aposta no contato direto com a população e defende desburocratização, empreendedorismo, esporte e educação como pilares de sua pré-candidatura

Aos 30 anos, Adriel Brendown Torres Maturino imprime um ritmo acelerado à sua Pré-candidatura a Deputado Federal. Com uma bagagem que combina o exercício do Direito, a vivência no jornalismo e a expertise empresarial — evidenciada pela gestão da LFTV na Bahia e a fundação da TV Nação em Brasília —, o pré-candidato tem se tornado um nome de peso no cenário político baiano.

Diferente de muitos nomes da nova geração, que limitam sua atuação ao ambiente digital, Adriel aposta na “política de sola de sapato”. Até o momento, o pré-candidato já percorreu 23 cidades, onde tem se destacado pela proximidade com o eleitorado. “Gosto de lidar com as pessoas e não tenho medo de sentar para conversar”, afirma, reforçando sua convicção de que o verdadeiro entendimento das demandas nacionais passa pelo contato direto com a realidade das comunidades.

Visão de país e propostas estruturantes

Em suas andanças, o discurso de Adriel é pautado por três pilares fundamentais: o fomento ao esporte como ferramenta de transformação social, a esperança por um Brasil mais eficiente e o apoio ao empreendedorismo com geração de emprego e oportunidade.

Para o pré-candidato, o caminho para o desenvolvimento passa pela redução da burocracia. Ele defende que, ao oferecer estrutura e menos travas aos empreendedores, o país criará o ambiente necessário para o aquecimento real da economia, gerando mais emprego e renda para as famílias brasileiras.

Entre sonhos e trajetória: o fator educação

Ao olhar para a própria trajetória, Adriel revela facetas pouco conhecidas que norteiam suas metas políticas. Filho de pedagoga, o desejo de infância de ser jogador de futebol — um sonho que divide com a grande maioria dos brasileiros — convive hoje com uma aspiração mais madura e profunda: ocupar um dia grande cargo na Educação.

Mais do que uma ambição de cargo, esse objetivo reflete sua crença central. Para Adriel, a educação não é apenas uma diretriz de governo, mas a única solução viável para aqueles que planejam o futuro do país a longo prazo.

Raízes e valores

Nascido em Camaçari e morador de Lauro de Freitas, Adriel carrega consigo a importância das relações familiares como base de sua formação. Filho de Adailton e Marilene (conhecida carinhosamente como “Mari Kids”), ele também não cria distinções entre os pais Geciane e Paulo que foram fundamentais em sua criação. Irmão mais velho de quatro filhos por parte de mãe e uma irmã por parte de pai, o pré-candidato é descrito pelos pais como um homem de valores sólidos.

“Sempre me preocupei com meu filho, por ter um coração muito bom. Tinha medo que o mundo o decepcionasse”, confessa Marilene.

“Meu filho sempre foi paciente, temente a Deus e dedicado, com um coração leve e tratando bem sem olhar a quem”, complementa Adailton.

Entre os amigos, Adriel é conhecido como resolvedor de problemas ou um Porto Seguro. Com apenas 30 anos de idade, preserva amizades de 10, 15 e por incrível que pareça no mundo de hoje, 23 anos de relacionamento. Através destes e da família, já angaria apoio em 53 municípios baianos.

Com uma pré-campanha que ganha tração e uma narrativa focada em proximidade e resultados, Adriel Brendown se posiciona como uma das vozes jovens a observar nos próximos meses, unindo a energia de sua geração com a sensibilidade de quem conhece, de perto, o valor de cada conversa e o peso de cada sonho.

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Consulta pública do CNE sobre licenciaturas semipresenciais fortalece debate democrático na educação https://diariocearense.com/consulta-publica-do-cne-sobre-licenciaturas-semipresenciais-fortalece-debate-democratico-na-educacao/21/36/ Tue, 19 May 2026 17:21:36 +0000 https://diariocearense.com/consulta-publica-do-cne-sobre-licenciaturas-semipresenciais-fortalece-debate-democratico-na-educacao/21/36/ Janguiê Diniz defende alinhamento regulatório entre ensino presencial e EAD e destaca importância da escuta pública na definição das novas diretrizes educacionais Coluna Janguiê Diniz Em mais uma decisão acertada, o Conselho Nacional de Educação (CNE) decidiu submeter à consulta pública a definição dos percentuais de presencialidade dos cursos de licenciatura ofertados no formato semipresencial. […]

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Janguiê Diniz defende alinhamento regulatório entre ensino presencial e EAD e destaca importância da escuta pública na definição das novas diretrizes educacionais

Coluna Janguiê Diniz

Em mais uma decisão acertada, o Conselho Nacional de Educação (CNE) decidiu submeter à consulta pública a definição dos percentuais de presencialidade dos cursos de licenciatura ofertados no formato semipresencial. A medida representa um gesto de maturidade institucional e compromisso democrático com a construção das políticas públicas educacionais. 

Em um cenário marcado por intensas transformações regulatórias, ouvir a sociedade, as instituições de educação superior, especialistas, entidades representativas e os próprios profissionais da educação é não apenas prudente, mas essencial para a construção de diretrizes equilibradas, viáveis e coerentes com a realidade brasileira.

A medida ganha ainda mais relevância quando observamos o contexto recente de reorganização da política nacional de educação a distância. O Decreto nº 12.456, de 19 de maio de 2025, promoveu mudanças profundas na organização dos formatos educacionais. Entre elas, a vedação de oferta integralmente a distância para as licenciaturas e a definição de 40% de presencialidade para os cursos semipresenciais.

Contudo, as atuais Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) para a formação inicial de professores estabelecem outros parâmetros. Enquanto o novo marco regulatório da EAD passou a trabalhar com a lógica do formato semipresencial estruturado a partir de percentuais mínimos de atividades presenciais e síncronas mediadas, a regulamentação das licenciaturas exige 50% de presencialidade, criando um descompasso normativo que gera insegurança jurídica e dúvidas operacionais para as instituições de ensino.

Nesse contexto, a iniciativa do CNE de abrir consulta pública demonstra disposição para construir convergência regulatória. Mais do que um debate sobre números, a expectativa é de que o processo resulte no alinhamento de duas políticas públicas. Esta é uma medida relevante, ainda que o decreto reconheça a sobreposição das DCNs em situações de divergência.

Por isso, é falaciosa a narrativa de que o Decreto nº 12.456/2025 enfraqueceu a formação docente. Pelo contrário. O texto buscou consolidar uma política de educação a distância orientada pela qualidade acadêmica, pela valorização da docência e pelo fortalecimento das experiências formativas presenciais e síncronas. Trata-se de um posicionamento essencial para assegurar qualidade sem ignorar a diversidade territorial, social e econômica do Brasil.

Cabe ressaltar que alterações em percentuais de presencialidade produzem impactos concretos sobre acesso, permanência e sustentabilidade da oferta educacional. Um aumento excessivo das atividades presenciais pode dificultar o ingresso e a continuidade de milhares de estudantes que vivem longe dos grandes centros urbanos, trabalham em tempo integral ou dependem da flexibilidade proporcionada pela educação mediada pela tecnologia. Ao mesmo tempo, é legítima a preocupação com a necessidade de experiências práticas, interação pedagógica qualificada e fortalecimento da identidade docente durante o processo formativo.

Por isso, a consulta pública se apresenta como um caminho adequado. Ela permite que o debate saia do campo das disputas ideológicas simplificadas e avance para uma discussão técnica, baseada em evidências, experiências institucionais e compreensão das diferentes realidades do país. A formação de professores é complexa demais para ser conduzida a partir de decisões unilaterais ou construídas sem ampla escuta social.

Outro aspecto positivo consiste no reconhecimento de que políticas educacionais precisam ser harmônicas. O Brasil viveu, nos últimos anos, diversas alterações regulatórias no campo da educação superior. Muitas vezes, essas mudanças foram implementadas sem a devida articulação entre decretos, portarias, diretrizes curriculares e instrumentos de avaliação. O resultado foi um ambiente de instabilidade regulatória que dificultou o planejamento institucional e gerou insegurança jurídica para o setor educacional.

Também merece destaque o fato de que a própria abertura da consulta pública reforça o papel do Conselho Nacional de Educação como instância de mediação qualificada entre governo, sociedade e sistema educacional. Em tempos de polarização e radicalização de debates, optar pela escuta e pela construção coletiva representa uma maturidade institucional importante. Não se trata de abrir mão da regulação, mas de fortalecê-la a partir da legitimidade do diálogo.

A educação brasileira precisa superar a lógica das falsas dicotomias. Presencialidade e tecnologia não são conceitos incompatíveis. Qualidade e flexibilidade também não. O desafio contemporâneo consiste exatamente em construir modelos híbridos capazes de combinar experiências formativas robustas, acompanhamento pedagógico efetivo, desenvolvimento de competências profissionais e ampliação do acesso educacional.

Nesse sentido, a consulta pública promovida pelo CNE deve ser celebrada não apenas pelo seu conteúdo imediato, mas pelo método adotado. Escutar antes de decidir é sempre um sinal positivo. Especialmente quando se trata de um tema tão sensível quanto a formação dos futuros professores brasileiros.

*Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), secretário-executivo do Brasil Educação – Fórum Brasileiro da Educação Particular, fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional, presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

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IA na educação exige política de Estado para garantir soberania tecnológica e formação crítica, defende Janguiê Diniz https://diariocearense.com/ia-na-educacao-exige-politica-de-estado-para-garantir-soberania-tecnologica-e-formacao-critica-defende-janguie-diniz/12/01/ Fri, 15 May 2026 20:12:01 +0000 https://diariocearense.com/ia-na-educacao-exige-politica-de-estado-para-garantir-soberania-tecnologica-e-formacao-critica-defende-janguie-diniz/12/01/ Em artigo, presidente da ABMES elogia diretrizes do CNE sobre inteligência artificial na educação, mas alerta para a falta de uma estratégia nacional robusta diante do avanço global da tecnologia Coluna Janguiê Diniz A submissão à consulta pública das Diretrizes Orientadoras para a Utilização da Inteligência Artificial na Educação Brasileira, pelo Conselho Nacional de Educação […]

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Em artigo, presidente da ABMES elogia diretrizes do CNE sobre inteligência artificial na educação, mas alerta para a falta de uma estratégia nacional robusta diante do avanço global da tecnologia

Coluna Janguiê Diniz

A submissão à consulta pública das Diretrizes Orientadoras para a Utilização da Inteligência Artificial na Educação Brasileira, pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), representa um passo importante, ainda que inicial, na construção de uma política educacional sobre inteligência artificial no país. O documento parte da premissa acertada de que a IA não pode mais ser tratada como um fenômeno periférico, tampouco como mera curiosidade tecnológica. Afinal, ela já está reorganizando a produção do conhecimento, as formas de aprendizagem, os modelos de avaliação e a gestão acadêmica, além da percepção contemporânea sobre formação humana. 

Neste sentido, talvez o maior mérito da proposta apresentada pelo CNE esteja na prudência regulatória adotada. Em vez de criar um conjunto rígido de normas, o parecer é composto por diretrizes orientadoras, princípios gerais e recomendações de boas práticas, preservando a autonomia pedagógica das instituições de ensino e reconhecendo a velocidade com que a tecnologia se transforma. Trata-se de uma escolha inteligente, pois o excesso de regulamentação poderia resultar na caducidade da normativa antes mesmo da sua entrada em vigor.

O documento também acerta ao reafirmar a centralidade da mediação humana no processo educacional: a IA deve atuar como ferramenta complementar, jamais substitutiva da atuação docente. Merece elogio, ainda, a preocupação com aspectos como proteção de dados, ética digital, transparência algorítmica, inclusão e desenvolvimento da autonomia intelectual dos estudantes. O parecer demonstra sensibilidade institucional ao evidenciar que a discussão sobre inteligência artificial não é apenas tecnológica, mas profundamente pedagógica, social e civilizatória.

Seguindo essa compreensão de que a IA não deve ser resumida a uma ferramenta operacional, o texto é assertivo ao defender a inclusão do ensino sobre inteligência artificial nos currículos da educação básica e da educação superior. Essa medida é relevante porque desloca o debate do simples “uso da tecnologia” para a formação de competências cognitivas, críticas e profissionais compatíveis com o século XXI.

Contudo, apesar dos acertos constantes do documento, é impossível não perceber uma inquietante timidez por parte do Estado brasileiro. O parecer do CNE é importante, mas ele surge quase como uma iniciativa isolada dentro de um cenário nacional ainda marcado pela ausência de uma visão sistêmica sobre inteligência artificial e educação.

O contraste internacional torna essa percepção ainda mais evidente. Enquanto o Brasil debate diretrizes orientadoras, e ainda hesita em transformar a inteligência artificial em política pública estruturante, a China já opera em outro patamar. O recém-lançado Plano de Ação IA + Educação 2030, publicado por cinco órgãos governamentais, não trata a IA apenas como ferramenta pedagógica, mas como política de desenvolvimento humano, econômico, científico e geopolítico.

O plano chinês estabelece metas para integração da IA em todos os níveis educacionais até 2030, envolvendo currículo, formação docente, infraestrutura computacional, plataformas públicas de dados, modernização da pesquisa científica, sistemas inteligentes de avaliação e políticas massivas de alfabetização em IA para toda a população.

Esse planejamento, ousado e a curto-prazo, ressalta-se, mostra que a China compreendeu que inteligência artificial não se constitui em inovação tecnológica apenas, mas em um projeto de Estado. O documento chinês fala explicitamente em soberania tecnológica, construção de ecossistema nacional de IA, fortalecimento de talentos estratégicos e criação de infraestrutura pública de inteligência artificial para educação. Em outras palavras, não se trata somente de usar plataformas existentes, mas de construir capacidade nacional de produção tecnológica e domínio intelectual sobre o futuro.

No Brasil, infelizmente, ainda estamos muito distantes dessa compreensão estratégica. A quase inexistência de referências robustas à inteligência artificial no novo Plano Nacional de Educação é sintoma eloquente desse atraso. Embora o documento mencione educação digital em alguns pontos, a IA aparece de forma periférica, difusa e sem densidade estratégica compatível com a dimensão da transformação em curso. Não há metas estruturantes claras sobre formação docente em IA, desenvolvimento de infraestrutura, alfabetização algorítmica, pesquisa aplicada ou políticas públicas de soberania tecnológica educacional.

Essa ausência é especialmente preocupante porque a inteligência artificial deixou de ser uma promessa de futuro para se consolidar como uma força estruturante do presente. Trata-se de uma transformação capaz de redefinir modelos econômicos, relações de trabalho, produção de conhecimento e dinâmicas de poder em escala global. Nesse contexto, os países que não compreenderem rapidamente a centralidade dessa agenda estarão sujeitos a um processo profundo de dependência tecnológica, intelectual e econômica, com impactos sem precedentes na história contemporânea. Em outras palavras, mais do que uma discussão sobre ferramentas ou inovação digital, trata-se de um desafio essencialmente formativo.

Estamos, portanto, diante de uma disputa que transcende a dimensão tecnológica e alcança aspectos centrais da soberania das nações, como linguagem, pensamento, criatividade, autonomia intelectual e capacidade produtiva. Os países que estruturarem políticas consistentes para a inserção da IA na educação terão condições de formar profissionais, pesquisadores e cidadãos preparados para liderar os processos de transformação das próximas décadas. Em contrapartida, aqueles que negligenciarem essa agenda correm o risco de ocupar uma posição periférica, limitada ao consumo passivo de tecnologias, plataformas e soluções desenvolvidas por terceiros, aprofundando relações de dependência econômica, científica e estratégica.

Voltando ao contexto brasileiro, o parecer construído pelo CNE merece reconhecimento. Em um ambiente institucional ainda hesitante, ele representa um avanço significativo. Embora embrionário, inaugura uma discussão séria, técnica e equilibrada sobre o uso e as aplicações da inteligência artificial na educação; e faz isso com maturidade regulatória, evitando tanto o deslumbramento acrítico quanto o proibicionismo improdutivo.

Contudo, talvez seja o momento de o Brasil abandonar essa postura meramente reativa e compreender que não basta regular o uso da inteligência artificial. Ela precisa ser abraçada como estratégia de desenvolvimento, e adotada como política de Estado voltada à formação das pessoas, à competitividade econômica, à soberania científica e tecnológica e à capacidade de o país participar, efetivamente, da economia do conhecimento. Afinal, a questão não é mais se a inteligência artificial fará parte da educação brasileira, pois isso já aconteceu, mas se o Brasil irá adotá-la apenas como tecnologia importada de consumo imediato ou como instrumento estratégico de construção do seu próprio futuro.

*Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), secretário-executivo do Brasil Educação – Fórum Brasileiro da Educação Particular, fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional, presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

 

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Educação Católica reforça compromisso com formação humana e transformação social https://diariocearense.com/educacao-catolica-reforca-compromisso-com-formacao-humana-e-transformacao-social/28/51/ Thu, 14 May 2026 10:28:51 +0000 https://diariocearense.com/educacao-catolica-reforca-compromisso-com-formacao-humana-e-transformacao-social/28/51/ No Dia Internacional da Educação Católica, instituições destacam a importância de uma educação baseada em conhecimento, fé, diálogo e responsabilidade com o próximo O Dia Internacional da Educação Católica reforça, neste ano, a importância da missão educativa como um compromisso que vai além da transmissão de conteúdos, integrando conhecimento, fé, cultura e responsabilidade social. A […]

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No Dia Internacional da Educação Católica, instituições destacam a importância de uma educação baseada em conhecimento, fé, diálogo e responsabilidade com o próximo

O Dia Internacional da Educação Católica reforça, neste ano, a importância da missão educativa como um compromisso que vai além da transmissão de conteúdos, integrando conhecimento, fé, cultura e responsabilidade social. A data celebra o papel das instituições católicas na formação integral da pessoa humana, promovendo valores como fraternidade, diálogo, acolhimento e solidariedade.

Inspiradas pelos princípios do Pacto Educativo Global, lançado pelo Papa Francisco, escolas e instituições ligadas à educação católica destacam a construção de caminhos voltados ao bem comum e à transformação social. A proposta busca fortalecer vínculos humanos, estimular a cultura do encontro e contribuir para uma sociedade mais justa e comprometida com a dignidade humana.

Mais do que espaços de aprendizagem acadêmica, as instituições católicas atuam como ambientes de formação ética, espiritual e cidadã, incentivando o desenvolvimento de crianças, jovens e adultos a partir de valores cristãos e do compromisso coletivo com o próximo.

Celebrar o Dia Internacional da Educação Católica é também reafirmar, em rede, a defesa de uma educação acolhedora, participativa e voltada à construção de esperança, diálogo e paz social, reconhecendo o papel da educação como ferramenta essencial para a transformação da sociedade.

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Janguiê Diniz defende inclusão do Fies no Desenrola 2.0 como “segunda chance” para estudantes endividados https://diariocearense.com/janguie-diniz-defende-inclusao-do-fies-no-desenrola-2-0-como-segunda-chance-para-estudantes-endividados/01/02/ Fri, 08 May 2026 15:01:02 +0000 https://diariocearense.com/janguie-diniz-defende-inclusao-do-fies-no-desenrola-2-0-como-segunda-chance-para-estudantes-endividados/01/02/ Empresário e presidente da ABMES afirma que renegociação de dívidas fortalece o acesso ao ensino superior, reduz desigualdades e devolve oportunidades a milhares de brasileiros Coluna Janguiê Diniz* Poucos dias depois de sancionar o novo Plano Nacional de Educação (PNE) com metas mais ambiciosas para a educação superior do que o documento anterior, o governo […]

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Empresário e presidente da ABMES afirma que renegociação de dívidas fortalece o acesso ao ensino superior, reduz desigualdades e devolve oportunidades a milhares de brasileiros

Coluna Janguiê Diniz*

Poucos dias depois de sancionar o novo Plano Nacional de Educação (PNE) com metas mais ambiciosas para a educação superior do que o documento anterior, o governo federal acertou em cheio em outra decisão estratégica para o futuro do país: a inclusão dos inadimplentes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) na nova edição do programa de renegociação de dívidas, o Desenrola 2.0. Trata-se de uma decisão acertada tanto do ponto de vista econômico quanto social.

Ao ampliar os mecanismos de renegociação de dívidas para alcançar estudantes que recorreram ao crédito educacional, a Medida Provisória nº 1.355/2026 reconhece uma realidade muitas vezes negligenciada: a de milhares de brasileiros que apostaram na educação superior como principal via de transformação de suas trajetórias de vida, mas que hoje enfrentam dificuldades concretas para honrar seus compromissos financeiros.

Ao conceder às dívidas de financiamento estudantil condições especiais de renegociação dispensadas a outros débitos, o poder público demonstrou valorizar o papel estratégico da educação na redução das desigualdades econômicas impostas aos brasileiros. Afinal, não se trata apenas de aliviar passivos acumulados, mas de oferecer uma segunda chance a jovens que, em sua maioria, são oriundos de famílias de baixa renda e que enxergam no diploma de graduação a possibilidade real de romper ciclos geracionais de pobreza.

Entre os benefícios da medida, está a previsão de descontos que podem chegar a até 99% do valor consolidado da dívida para estudantes inscritos no Cadastro Único e com débitos em atraso há mais de um ano. Ao reconhecer a vulnerabilidade desse público, a política pública avança no sentido de alinhar o desenho do programa às reais condições de pagamento de seus usuários, evitando que o financiamento educacional, concebido como mecanismo de acesso, se transforme em um fator de exclusão futura.

Esse aspecto é ainda mais significativo quando se considera que uma parcela expressiva dos estudantes que recorrem ao Fies, na prática, integra o público-alvo do Programa Universidade para Todos (ProUni), que oferta bolsas de 100% e 50% das mensalidades. Contudo, o limite de vagas e os critérios rigorosos de elegibilidade fazem com que muitos estudantes de baixa renda não consigam acessar o programa, e o Fies acaba sendo a alternativa possível.

Essa dinâmica revela um ponto central do debate sobre políticas públicas educacionais no Brasil: a necessidade de articulação e complementaridade entre os diferentes instrumentos de acesso. Em um sistema no qual 80% das matrículas estão concentradas em instituições privadas, políticas como o Fies e o ProUni não são apenas desejáveis, mas absolutamente essenciais para garantir que estudantes de baixa renda possam acessar essas instituições.

Nesse sentido, a inclusão do Fies no Desenrola 2.0 deve ser interpretada como parte de uma política mais ampla de reequilíbrio social. Ao enfrentar o problema da inadimplência, o governo federal contribui para a sustentabilidade do programa e, ao mesmo tempo, resgata sua função original como instrumento de mobilidade social.

Além dos impactos estruturais, há também efeitos imediatos e transformadores na vida dos beneficiários. A possibilidade de renegociar dívidas com condições acessíveis permite que esses estudantes deixem para trás situações de inadimplência prolongada, muitas vezes associadas à negativação do nome e à inscrição em cadastros restritivos de crédito ou mesmo na dívida ativa da União. Ao superar essas barreiras, esses jovens passam a ter acesso a novas oportunidades, seja no mercado de trabalho, seja no sistema financeiro, podendo planejar com mais segurança seus próximos passos.

É importante reconhecer, ainda, que medidas dessa natureza produzem efeitos positivos que vão além do indivíduo. Ao permitir a reinserção de milhares de pessoas no circuito econômico formal, o programa contribui para a dinamização da economia, ampliando o consumo, estimulando o empreendedorismo e fortalecendo a arrecadação. Trata-se, portanto, de uma política pública que combina sensibilidade social com racionalidade econômica.

Por fim, a inclusão do Fies no Desenrola 2.0 acende a esperança de uma retomada estratégica da política que, em seu auge, foi responsável por transformar o perfil do ensino superior brasileiro. Para isso, o próximo passo consiste na reformulação do programa em si, com o estabelecimento de critérios e diretrizes que dialoguem com a realidade do público ao qual se destina, garantindo não apenas a assinatura dos contratos, mas também o seu encerramento dentro do que é esperado pelo poder público e pelos estudantes.

Ao apostar na renegociação das dívidas como caminho para reequilibrar o sistema e apoiar aqueles que mais precisam, o governo federal reafirma a centralidade da educação superior para um país mais justo e próspero. E, ao permitir que esses jovens iniciem ou retomem suas vidas adultas sem o peso de um endividamento insustentável, dá um passo importante na direção de um Brasil em que o acesso à educação não seja um privilégio, mas um direito efetivamente garantido a todo e qualquer cidadão brasileiro.

*Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), secretário-executivo do Brasil Educação – Fórum Brasileiro da Educação Particular, fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional, presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

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Pé-de-Meia ajuda a reduzir evasão escolar em 43% no ensino médio brasileiro https://diariocearense.com/pe-de-meia-ajuda-a-reduzir-evasao-escolar-em-43-no-ensino-medio-brasileiro/19/10/ Thu, 07 May 2026 09:19:10 +0000 https://diariocearense.com/pe-de-meia-ajuda-a-reduzir-evasao-escolar-em-43-no-ensino-medio-brasileiro/19/10/ Programa de incentivo financeiro já alcança 5,6 milhões de estudantes da rede pública e reforça permanência nas escolas A evasão escolar no ensino médio registrou uma queda expressiva nos últimos dois anos no Brasil. Dados recentes mostram que o abandono diminuiu 43% no período, sinalizando uma mudança relevante no cenário educacional. A taxa caiu de […]

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Programa de incentivo financeiro já alcança 5,6 milhões de estudantes da rede pública e reforça permanência nas escolas

A evasão escolar no ensino médio registrou uma queda expressiva nos últimos dois anos no Brasil. Dados recentes mostram que o abandono diminuiu 43% no período, sinalizando uma mudança relevante no cenário educacional. A taxa caiu de 6,4% em 2024 para 3,6% no ano seguinte.

Esse avanço ocorre em um contexto de ampliação de políticas públicas voltadas à permanência dos estudantes na escola. Entre as iniciativas, o programa Pé-de-Meia tem ganhado destaque ao apostar em incentivos financeiros como estratégia para conter a evasão escolar.

Como o Pé-de-Meia contribui para reduzir a evasão escolar no ensino médio

O Pé-de-Meia funciona como uma poupança direcionada a estudantes do ensino médio da rede pública. Os valores são depositados ao longo do percurso escolar, com base em critérios como matrícula ativa, frequência regular e conclusão das etapas.

A iniciativa já alcança cerca de 5,6 milhões de estudantes, o equivalente a, aproximadamente, 54% dos alunos dessa fase de ensino. O objetivo é reduzir impactos de fatores que historicamente contribuem para a evasão escolar, como dificuldades financeiras e necessidade de trabalhar cedo.

Ao aliviar parte da pressão econômica, o incentivo contribui para que mais jovens permaneçam na escola. Ao mesmo tempo, reforça a percepção da educação como um caminho possível para ampliar oportunidades no futuro.

Principais causas da evasão escolar no ensino médio e soluções possíveis

Apesar da redução recente, a evasão escolar ainda está ligada a problemas estruturais no país. Desigualdade social, acesso limitado à educação de qualidade e inserção precoce no mercado de trabalho seguem como obstáculos importantes.

Diante desse cenário, o uso de ferramentas educacionais também ganhou espaço. Recursos como a calculadora ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) ajudam no acompanhamento do desempenho acadêmico, permitindo simular resultados e organizar melhor a rotina de estudos

Esse tipo de apoio contribui para que estudantes visualizem metas mais concretas, especialmente em relação ao ingresso no ensino superior. Além disso, a formação de uma poupança ao longo do ensino médio pode auxiliar no planejamento futuro, incluindo a escolha de cursos de graduação e a continuidade dos estudos.

Redução da evasão escolar no ensino médio reforça importância de políticas públicas

A queda na evasão escolar no ensino médio reforça a importância de políticas públicas consistentes e contínuas. Iniciativas como o Pé-de-Meia mostram que o incentivo financeiro, aliado a estratégias educacionais, pode gerar impactos positivos na permanência escolar.

O desafio, no entanto, permanece. A redução das desigualdades no acesso à educação depende da ampliação dessas ações e de um olhar atento para as diferentes realidades dos estudantes. Nesse contexto, fortalecer políticas educacionais segue como um passo essencial para garantir trajetórias mais estáveis e ampliar oportunidades no país.

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Prazo para pedir isenção da taxa do Enem 2026 é estendido https://diariocearense.com/prazo-para-pedir-isencao-da-taxa-do-enem-2026-e-estendido/21/06/ Fri, 01 May 2026 15:21:06 +0000 https://diariocearense.com/prazo-para-pedir-isencao-da-taxa-do-enem-2026-e-estendido/21/06/ O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) anunciaram a prorrogação do prazo para solicitação de isenção da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026. Inicialmente previsto para encerrar na sexta-feira, 24 de abril, o período foi estendido até o dia 30 […]

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O Ministério da Educação (MEC), em conjunto com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), comunicou a extensão do prazo para pedidos de isenção da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026. O período, que estava previsto para terminar na sexta-feira, 24 de abril, foi prorrogado até o dia 30 do mesmo mês, proporcionando aos estudantes mais tempo para solicitar esse benefício.

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Os interessados devem realizar a solicitação exclusivamente pela Página do Participante do Enem, utilizando o login único disponibilizado pela plataforma digital do governo federal, chamada Gov.br. Essa iniciativa visa facilitar o acesso ao exame, considerado um dos principais meios de ingresso no ensino superior brasileiro.

Requisitos para a solicitação online

Para receber a isenção da taxa de inscrição, os candidatos precisam cumprir os critérios definidos no edital e fazer o pedido dentro do novo prazo estabelecido. A gratuidade não é concedida automaticamente, mesmo para aqueles que atendem às condições especificadas.

Os seguintes grupos têm direito à isenção:

  • Estudantes do 3º ano do ensino médio em instituições públicas em 2026;
  • Aqueles que concluíram todo o ensino médio em escolas públicas ou como bolsistas integrais em instituições privadas e que possuem renda familiar per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio;
  • Pessoas com situação de vulnerabilidade socioeconômica registradas no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico);
  • Beneficiários do programa Pé-de-Meia ligado ao Ministério da Educação.

A solicitação deve ser feita na Página do Participante, onde também será necessário anexar documentos que comprovem a elegibilidade ao benefício, quando solicitado.

Prazos e normas mantidas para isenção

Além da ampliação da data limite, as diretrizes para solicitação da isenção permanecem as mesmas. Aqueles que conseguiram a gratuidade no Enem 2025, mas não compareceram aos dois dias de prova, precisam apresentar uma justificativa para serem elegíveis novamente em 2026.

A justificativa deve ser submetida por meio da Página do Participante e requer documentação comprobatória. Entre os documentos aceitos estão:

  • Boletim de ocorrência em casos de assaltos ou acidentes de trânsito;
  • Atestado médico;
  • Certidão de óbito de um familiar;
  • Outros documentos conforme previsto no edital oficial do exame.

A correta submissão dessas informações é essencial para que o Inep analise o pedido de nova isenção.

Prazos para resultados e recursos

Conforme o cronograma divulgado, os resultados das solicitações de isenção serão divulgados no dia 8 de maio. Os candidatos cujos pedidos forem negados terão a oportunidade de apresentar recurso administrativo entre os dias 11 e 15 de maio.

A divulgação dos resultados finais dos recursos está programada para ocorrer em 22 de maio. Até agora, o MEC e o Inep ainda não divulgaram as datas oficiais referentes ao período de inscrição para o Enem 2026.

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Enem: principal acesso ao ensino superior brasileiro

No Brasil, o Exame Nacional do Ensino Médio se destaca como a principal forma de ingresso nas universidades. As notas obtidas pelos participantes podem ser utilizadas em diversos programas federais, como Sisu (Sistema de Seleção Unificada), Prouni (Programa Universidade para Todos) e Fies (Fundo de Financiamento Estudantil).

A partir da edição realizada em 2025, o exame também voltou a servir como certificação de conclusão do ensino médio. Para isso, é necessário que o participante tenha pelo menos 18 anos completos e alcance as notas mínimas exigidas em cada área do conhecimento e na redação.

A prorrogação do prazo para pedidos de isenção reflete a intenção do MEC e Inep de promover maior inclusão entre os estudantes no processo seletivo, garantindo acesso facilitado ao exame especialmente àqueles em situação vulnerável.

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Vestibular 2026.2 da Uece acontece neste domingo (26) com a participação de mais de 15 mil candidatos https://diariocearense.com/vestibular-2026-2-da-uece-acontece-neste-domingo-26-com-a-participacao-de-mais-de-15-mil-candidatos/39/05/ Fri, 24 Apr 2026 15:39:05 +0000 https://diariocearense.com/vestibular-2026-2-da-uece-acontece-neste-domingo-26-com-a-participacao-de-mais-de-15-mil-candidatos/39/05/ A Universidade Estadual do Ceará (Uece) realiza neste domingo (26), das 9h às 13h, a primeira fase do Vestibular 2026.2. Ao todo, 15.209 candidatos estão inscritos para disputar 2.228 vagas em cursos de graduação presenciais ofertados pela instituição. As oportunidades estão distribuídas em unidades localizadas em 10 municípios cearenses: Aracati, Canindé, Crateús, Fortaleza, Iguatu, Itapipoca, […]

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No próximo domingo (26), a Universidade Estadual do Ceará (Uece) dará início à primeira fase do Vestibular 2026.2, das 9h às 13h. Ao todo, 15.209 candidatos se inscreveram para concorrer a 2.228 vagas em cursos de graduação presenciais oferecidos pela universidade. As vagas estão distribuídas em unidades situadas em dez municípios do estado: Aracati, Canindé, Crateús, Fortaleza, Iguatu, Itapipoca, Limoeiro do Norte, Quixadá, Quixeramobim e Tauá.

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Dentre as oportunidades disponíveis, 1.214 são voltadas para cursos na capital cearense, enquanto as outras 1.014 são reservadas para as unidades localizadas no interior. A organização do processo seletivo fica a cargo da Comissão Executiva do Vestibular (CEV).

Detalhes sobre as provas e cronograma

A primeira fase do vestibular consiste em uma Prova de Conhecimentos Gerais composta por 85 questões objetivas. Os conteúdos abordados incluem três áreas principais: Ciências Humanas (abrangendo Filosofia, Geografia, História e Sociologia), Ciências da Natureza e Matemática (com questões de Biologia, Física, Matemática e Química), além de Linguagens e Códigos (que inclui Educação Física, Língua Estrangeira – Espanhol, Francês ou Inglês – e Língua Portuguesa).

Candidatos que forem aprovados nesta etapa avançarão para a segunda fase do vestibular programada para os dias 24 e 25 de maio de 2026. Nessa fase seguinte, os participantes realizarão uma prova de redação e testes específicos conforme o curso escolhido.

Vestibular Uece 2026.2 atrai grandes números de inscritos

<pA professora Germana Paixão, presidente da Comissão Executiva do Vestibular, enfatiza que é essencial que os candidatos estejam atentos às instruções para a realização das provas. É aconselhável que todos confirmem previamente o local de aplicação dos exames e cheguem com pelo menos uma hora de antecedência, ou seja, até às 8h.

De acordo com a organização do evento, os participantes devem apresentar um documento oficial com foto e uma caneta esferográfica transparente com tinta preta. O cumprimento dessas condições é imprescindível para garantir acesso aos locais onde ocorrerão as provas.

Além das fases comuns do vestibular, o processo inclui ainda o Exame de Habilidade Específica (EHE) para aqueles que escolherem os cursos de Música. Este exame será realizado em duas partes distintas: a prova escrita está agendada para o dia 3 de maio e a prova oral ocorrerá no dia 5 de maio de 2026.

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Reconhecimento acadêmico e tradição

Com mais de cinco décadas desde sua fundação, a Universidade Estadual do Ceará é amplamente reconhecida por sua contribuição ao ensino superior nas áreas de educação, pesquisa e extensão. A instituição se destaca entre as universidades estaduais mais importantes do Brasil.

A Uece também possui prestígio internacional. Recentemente foi citada no ranking Times Higher Education (THE), que posiciona a universidade entre as melhores instituições estaduais do Brasil e nas primeiras 200 no mundo em termos de qualidade educacional.

O vestibular é uma das principais portas de entrada para estudantes que desejam iniciar sua trajetória acadêmica na educação superior pública. O evento atrai candidatos de diversas regiões do Ceará, sublinhando a relevância da Uece na educação estatal.

Até o presente momento, não foram anunciadas mudanças nas datas previstas para as etapas do processo seletivo.

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Fortaleza lança inscrições para o Bolsa Esporte, disponibilizando mais de mil oportunidades https://diariocearense.com/fortaleza-lanca-inscricoes-para-o-bolsa-esporte-disponibilizando-mais-de-mil-oportunidades/22/06/ Fri, 24 Apr 2026 15:22:06 +0000 https://diariocearense.com/fortaleza-lanca-inscricoes-para-o-bolsa-esporte-disponibilizando-mais-de-mil-oportunidades/22/06/ A Prefeitura de Fortaleza inicia, nesta terça-feira (14), as inscrições para o programa Bolsa Esporte Fortaleza 2026. A iniciativa é coordenada pela Secretaria Municipal do Esporte e Lazer de Fortaleza e tem como objetivo incentivar a prática esportiva e apoiar atletas, paratletas e treinadores do município. Ao todo, serão ofertadas 1.230 bolsas, contemplando diferentes perfis […]

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A Prefeitura de Fortaleza dá início, nesta terça-feira (14), ao processo de inscrições para o programa Bolsa Esporte Fortaleza 2026. Esta ação é gerida pela Secretaria Municipal do Esporte e Lazer e visa promover a prática esportiva, além de oferecer suporte a atletas, paratletas e treinadores da cidade. Serão disponibilizadas um total de 1.230 bolsas que atenderão a diversos perfis e níveis de desempenho no esporte.

Os interessados poderão se inscrever até o dia 21 de abril, utilizando a plataforma Fortaleza Digital. É necessário acessar o serviço específico do programa e preencher as informações requeridas. Essa iniciativa está inserida nas políticas públicas que buscam fortalecer o esporte local e incentivar a participação em competições.

Oportunidades ampliadas para atletas e treinadores

Dentre as vagas oferecidas, 1.110 são destinadas a atletas e paratletas, enquanto 120 serão alocadas para treinadores. O público-alvo abrange jovens e adultos com idades entre 10 e 49 anos para os atletas, e de 21 a 49 anos para os treinadores.

As modalidades abarcam esportes olímpicos, paralímpicos, surdolímpicos, assim como outras categorias reconhecidas no cenário esportivo. A proposta visa atender diferentes segmentos esportivos, promovendo inclusão e proporcionando suporte financeiro ao desenvolvimento das atividades no município.

Os valores das bolsas variam conforme a categoria do atleta. Existe uma divisão em três faixas: R$ 300 para a categoria Base; R$ 600 para Regional/Nacional; e R$ 1.200 na categoria Internacional. Para os treinadores selecionados, será concedido um auxílio mensal de R$ 600.

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Critérios de seleção e inscrição do programa Bolsa Esporte Fortaleza 2026

A seleção dos candidatos levará em conta o desempenho nas competições oficiais que ocorrerem em 2024 e 2025, considerando resultados com classificações até o 10º lugar, conforme os critérios estabelecidos no edital do programa.

Para aqueles que se inscrevem nas categorias Base e Regional/Nacional, será necessária a inscrição no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), que deve apresentar uma renda per capita de até um salário mínimo por membro da família. Essa exigência busca assegurar que o benefício seja direcionado a atletas em situação vulnerável socioeconomicamente.

A Bolsa Esporte Fortaleza 2026 faz parte de um conjunto mais amplo de iniciativas da administração municipal voltadas à continuidade das atividades esportivas entre atletas e treinadores. O objetivo é garantir que os beneficiários consigam prosseguir com seus treinos e representar Fortaleza em competições esportivas em diversos níveis.

As inscrições devem ser feitas exclusivamente online dentro do período determinado. Após o fechamento do processo, as informações serão avaliadas segundo os critérios estipulados, com divulgação dos resultados nos canais oficiais da Prefeitura de Fortaleza posteriormente.

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