O post Dra. Lívia Noleto reforça investigação médica em casos de tontura apareceu primeiro em Diario Cearense.
]]>A tontura é um sintoma comum que afeta milhões de pessoas em todo o mundo e pode estar associada a diferentes causas, desde alterações simples até doenças mais complexas. Em alusão ao tema, o mês de abril é o período dedicado ao alerta sobre a Tontura, especialistas reforçam a importância da investigação adequada e do acompanhamento com profissionais de saúde, especialmente o médico otorrinolaringologista.
Caracterizada como uma sensação de desequilíbrio ou instabilidade, a tontura pode ter origem no sistema vestibular, localizado no ouvido interno, responsável pelo equilíbrio corporal. Também pode estar relacionada a alterações metabólicas, cardiovasculares, neurológicas ou até ao uso de medicamentos. Entre os quadros mais conhecidos está a vertigem, um tipo específico de tontura em que o paciente sente como se o ambiente estivesse girando ao seu redor.
O Instituto Nacional de Excelência em Saúde e Cuidados (NICE) estima que a prevalência varia amplamente de acordo com a heterogeneidade da ‘tontura’ como sintoma, com a tontura tendo uma prevalência estimada de 17 a 30% e a vertigem verdadeira sendo encontrada em 3 a 10% da população, sendo mais frequente em idosos. Já as causas da tontura são diversas e incluem condições como vertigem posicional paroxística benigna, doença de Ménière, labirintite, enxaqueca vestibular, além de fatores como hipotensão, hipoglicemia e ansiedade. Em muitos casos, mais de um fator pode estar envolvido, o que reforça a necessidade de avaliação clínica criteriosa.
De acordo com a otorrinolaringologista Dra. Lívia Noleto, especialista em Tontura, o sintoma não deve ser negligenciado. Segundo ela, a tontura não é uma doença em si, mas um sinal de que algo no organismo não está funcionando corretamente. A médica destaca que o diagnóstico precoce é essencial para evitar a cronificação do quadro e melhorar a qualidade de vida do paciente. “O tratamento da tontura é multidisciplinar e pode envolver, além do otorrinolaringologista, profissionais como fisioterapeutas vestibulares, neurologistas, psicólogos e cardiologistas, a depender da causa identificada. Em muitos casos, a reabilitação vestibular, aliada a mudanças no estilo de vida e, quando necessário, ao uso de medicação, apresenta bons resultados”, ressalta a médica, que lembra que o diagnóstico inicial deve vir de um otorrinolaringologista.
A campanha de conscientização em abril busca justamente ampliar o conhecimento da população sobre o tema, incentivando a busca por diagnóstico adequado e combatendo a automedicação. A orientação dos especialistas é clara. Ao apresentar episódios frequentes de tontura, o paciente deve procurar avaliação médica para investigação detalhada e tratamento direcionado.
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]]>O post Janeiro Branco alerta para impactos emocionais em pacientes com doenças crônicas e seus familiares apareceu primeiro em Diario Cearense.
]]>É possível manter a saúde mental convivendo diariamente com a dor? Como preservar o equilíbrio emocional quando os dias se passam em uma cama, em razão de uma enfermidade crônica? E, para familiares e cuidadores, como priorizar a própria saúde mental diante de tantas demandas relacionadas ao cuidado do ente querido? Esses são alguns dos questionamentos levantados pela campanha Janeiro Branco, mês dedicado à conscientização sobre a saúde mental, que convida à reflexão sobre os desafios emocionais enfrentados por pessoas com doenças crônicas e seus familiares.
De acordo com Ana Paula Pessoa, psicóloga da Clínica Florence Recife, hospital especializado em cuidados paliativos e reabilitação, um dos maiores desafios para a saúde mental de pacientes e familiares é lidar com a incerteza e com as mudanças na rotina impostas pela condição de saúde. “Para o paciente, receber um diagnóstico crônico significa enfrentar limitações físicas e reajustar expectativas de vida. Já para a família, envolve uma reorganização completa do cotidiano, além da preocupação constante com o bem-estar, a atenção e os cuidados. A incerteza, as possíveis frustrações e expectativas desproporcionais podem gerar um estresse emocional significativo quando não há suporte adequado”, alerta.
Segundo a especialista, sentimentos como medo, frustração, tristeza, ansiedade e até culpa são comuns tanto entre pacientes quanto entre familiares. Além disso, desânimo, sensação de sobrecarga e sintomas depressivos tendem a se intensificar em períodos de tratamentos prolongados, internações longas, mudanças importantes na rotina e perdas de autonomia. “É um erro fingir que a condição não está afetando emocionalmente o paciente e seus familiares. Reconhecer esses sentimentos como legítimos é o primeiro passo para a elaboração desse momento de vida, para as adaptações necessárias e para a busca de maior estabilidade emocional”, afirma Ana.
Ao lidar com uma doença crônica, uma das poucas certezas para pacientes e familiares é que a enfermidade não desaparecerá. No entanto, na maioria dos casos, existem tratamentos para doenças crônicas capazes de melhorar a qualidade de vida do paciente. O mesmo vale para a saúde mental. A carga emocional do adoecimento e do cuidado tende a surgir (e, muitas vezes, a se intensificar), mas, segundo a psicóloga, há estratégias que ajudam a minimizar seus impactos, como reservar momentos de autocuidado e priorizar o acolhimento emocional.
“É imprescindível manter um diálogo frequente com os profissionais de saúde que acompanham o paciente, além de fortalecer redes de apoio, como familiares, amigos e iniciativas comunitárias. O acompanhamento psicológico, mesmo que breve ou pontual, pode oferecer ferramentas práticas para lidar com o estresse, a tristeza e a incerteza, auxiliando no desenvolvimento de estratégias saudáveis de enfrentamento”, orienta a psicóloga.
Ainda segundo Ana Paula Pessoa, quando pacientes e familiares não reconhecem e acolhem os próprios sentimentos, a sobrecarga emocional não tratada pode evoluir para quadros mais graves, como depressão, transtornos de ansiedade e esgotamento emocional.
“A atenção preventiva e o acompanhamento psicológico são tão importantes quanto qualquer outro tratamento. É fundamental para os familiares compreender os próprios limites, fortalecer a rede de apoio e buscar ajuda profissional sempre que necessário. Para os pacientes, a orientação é reconhecer cada etapa como parte do processo de adaptação à nova realidade, seguindo as recomendações da equipe de saúde não apenas no aspecto físico, mas também no psicológico”, reforça.
A psicóloga destaca ainda que pacientes e familiares se beneficiam de espaços seguros para expressar sentimentos, planejar estratégias de enfrentamento e fortalecer vínculos de cuidado mútuo. “Buscar acompanhamento psicológico não é sinal de fragilidade, mas de responsabilidade com a própria saúde emocional e também uma forma de estar mais fortalecido para cuidar de quem se ama”, conclui psicóloga Ana Paula Pessoa.
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]]>O post Médica do Ceará alerta: Canetas emagrecedoras, o que muda com os novos medicamentos brasileiros? apareceu primeiro em Diario Cearense.
]]>Nos últimos anos, as chamadas canetas emagrecedoras ganharam enorme destaque no combate à obesidade, considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) uma epidemia global. Até pouco tempo, os medicamentos disponíveis eram importados, de alto custo e com acesso restrito. Agora, com a chegada das novas versões brasileiras, a expectativa é que o tratamento se torne mais acessível e personalizado.
Segundo a endocrinologista Dra. Samille Frota Monte Coelho — endocrinologista, pós-graduada em nutrologia, membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e mentora de médicas —, o avanço é significativo. “As novas canetas desenvolvidas no Brasil ampliam as possibilidades de tratamento, permitindo maior acesso a pacientes que antes não conseguiam arcar com os valores dos medicamentos importados. É um passo importante para democratizar a saúde”, afirma.
Como funcionam as canetas emagrecedoras
Esses medicamentos atuam no sistema nervoso e no metabolismo, reduzindo o apetite, promovendo saciedade mais rápida e auxiliando no controle glicêmico. Alguns também têm impacto positivo no tratamento do diabetes tipo 2.
“A obesidade é uma doença multifatorial e crônica, que não deve ser tratada apenas como questão estética. O uso das canetas precisa estar inserido em um plano global, que inclui acompanhamento médico, mudanças de estilo de vida e suporte nutricional”, explica Samille.
Benefícios esperados
• Redução significativa do peso corporal.
• Melhora do controle da glicemia.
• Redução do risco cardiovascular.
• Auxílio no tratamento de comorbidades associadas à obesidade.
Riscos e cuidados
Apesar do entusiasmo, a médica alerta para os riscos do uso indiscriminado. “Não existe milagre. As canetas não podem ser usadas sem prescrição, já que cada paciente tem necessidades e condições específicas. Entre os efeitos colaterais possíveis estão náuseas, vômitos e alterações gastrointestinais. Além disso, há contraindicações em casos de histórico de pancreatite e alguns tipos de câncer”, ressalta.
Um olhar para o futuro
Com as novas versões brasileiras, espera-se não apenas maior acesso, mas também mais pesquisas locais sobre eficácia e segurança. “Estamos diante de uma nova era no tratamento da obesidade no Brasil. A chegada dessas canetas nacionais abre caminhos para protocolos cada vez mais individualizados e seguros”, reforça a endocrinologista.
O debate em torno das canetas emagrecedoras mostra que a ciência avança, mas o cuidado continua sendo indispensável. Afinal, quando o assunto é saúde, informação, acompanhamento e responsabilidade são tão importantes quanto a tecnologia.
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]]>O post Cirurgia Plástica Pós-Gestacional: Dra. Denise Torejane Esclarece Dúvidas e Explica os Cuidados para Recuperar a Autoestima com Segurança apareceu primeiro em Diario Cearense.
]]>A maternidade é uma experiência profunda e transformadora, mas também pode deixar marcas no corpo que afetam a autoestima de muitas mulheres. Flacidez abdominal, diástase dos músculos retos, ganho de gordura localizada e alterações nas mamas são queixas comuns após a gestação. Nesses casos, a cirurgia plástica pós-gestacional tem sido uma aliada na recuperação da forma física e da confiança.
A Dra. Denise Torejane, médica cirurgiã plástica reconhecida nacionalmente e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), tem ampla experiência no atendimento a mulheres no pós-parto. Ela explica que a demanda por procedimentos reconstrutivos e estéticos cresce especialmente após o primeiro ano do nascimento do bebê, quando o corpo estabiliza e as demandas como o bebê ficam mais organizadas.
“A cirurgia plástica não é apenas sobre estética, é também sobre devolver à mulher o sentimento de bem-estar com seu próprio corpo após um período tão intenso quanto a gestação”, afirma a Dra. Denise Torejane.
Entre os procedimentos mais comuns no chamado “Mommy Makeover”, destacam-se:
Abdominoplastia com correção de diástase
Lipoaspiração de alta definição (VASER HD)
Mastopexia com ou sem prótese de silicone
Enxertia glútea para equilíbrio de proporções
Segundo a Dra. Denise, cada caso exige uma avaliação detalhada, levando em consideração o tempo de pós-parto, se a mulher ainda pretende ter filhos e os exames clínicos.
Apesar do desejo por resultados rápidos, a Dra. Denise ressalta que o planejamento cirúrgico deve priorizar a segurança e a recuperação gradativa da paciente. “Trabalhamos com tecnologia de ponta, protocolos rígidos e uma equipe multidisciplinar especializada para garantir resultados consistentes e naturais. O objetivo é respeitar a anatomia individual e proporcionar um contorno corporal equilibrado”, explica.
Ela também destaca a importância da estabilidade da composição corporal com parâmetros previamente definidos em relação a exames clínicos e percentual de gordura.
Outro ponto fundamental é o alinhamento de expectativas. A Dra. Denise faz questão de orientar suas pacientes com base na realidade de seus corpos, histórico clínico e rotina. “A cirurgia é uma ferramenta, mas a manutenção dos resultados depende de hábitos saudáveis e autocuidado contínuo”, afirma.
Além disso, o acompanhamento pós-operatório é essencial para prevenir complicações e otimizar os resultados. Sendo um dos pilares fundamentais de suporte para as pacientes durante sua jornada na clínica, há uma equipe composta por fisioterapia, enfermagem e nutricionista à disposição nas fases de preparo e pós-operatório.
A cirurgia plástica pós-gestacional é uma alternativa segura e eficaz para mulheres que desejam se reconectar com sua imagem corporal após a maternidade. Sob os cuidados da Dra. Denise Torejane, esse processo se torna mais humano, individualizado e focado na autoestima.
“Cuidar de si mesma também é um ato de amor, especialmente depois de cuidar tanto de outro ser. E quando isso é feito com responsabilidade e técnica, os resultados ultrapassam o espelho”, conclui a Dra. Denise.
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]]>O post Dra. Denise Torejane Aborda a Realidade da Maternidade com 40+ e os Cuidados Essenciais apareceu primeiro em Diario Cearense.
]]>“Hoje, a mulher de 40 anos é ativa, saudável, trabalha, viaja, se cuida. A decisão de ser mãe depois dessa idade é cada vez mais consciente e, muitas vezes, melhor estruturada emocional e financeiramente”, afirma a Dra. Denise Torejane.
Ela reforça, no entanto, que é essencial estar atenta à saúde do corpo. “Os cuidados médicos precisam ser intensificados. A mulher deve se preparar para uma gestação com exames atualizados, hábitos saudáveis e acompanhamento constante. Isso garante não só a saúde da mãe, mas também do bebê.”
Além dos cuidados físicos, a cirurgiã destaca o aspecto emocional. “A maturidade proporciona uma conexão emocional mais estável. A mulher que opta por ser mãe aos 40+ já passou por muitas fases da vida e tende a viver esse momento com mais presença e menos pressa.”
Segundo a Dra. Denise Torejane, o mais importante é que a decisão seja respeitada e apoiada. “A maternidade não deve ser limitada por padrões sociais. Cada mulher tem seu tempo. A ciência está ao lado da autonomia feminina, e o papel do médico é orientar, nunca julgar.”
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]]>O post Varizes em mulheres: mais de 45% são afetadas no Brasil — como prevenir em cada fase da vida? apareceu primeiro em Diario Cearense.
]]>As varizes são veias dilatadas e tortuosas que se desenvolvem abaixo da pele, sendo um dos problemas vasculares mais frequentes entre as mulheres. De acordo com a Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV), a prevalência média das varizes na população brasileira é de 38%, afetando 30% dos homens e mais de 45% das mulheres.
Essa diferença significativa se deve, principalmente, à influência dos hormônios femininos ao longo da vida. Estima-se que cerca de 70% das mulheres desenvolvam algum grau de varizes, resultado das oscilações hormonais que fragilizam as paredes das veias e favorecem a dilatação.
Segundo a Dra. Ilana Barros, médica angiologista e especialista em cirurgia vascular, entender o papel dos hormônios nesse processo é fundamental para prevenir e tratar a doença de forma adequada. “As varizes em mulheres têm relação direta com os hormônios femininos, como o estrogênio e a progesterona. Eles provocam alterações na parede das veias, deixando-as mais frágeis e suscetíveis à dilatação”, explica.
Os primeiros sinais costumam surgir ainda na juventude, mas o agravamento se dá principalmente em fases específicas da vida da mulher, como a gestação e a menopausa. “Na gravidez, o útero cresce e comprime as veias da pelve, dificultando o retorno venoso. Já na menopausa, ocorre queda dos hormônios e a perda da elasticidade das veias, o que favorece ainda mais o surgimento das varizes”, destaca a Dra. Ilana Barros.
Prevenção começa cedo
Embora a predisposição genética seja um fator importante, é possível adotar hábitos saudáveis desde cedo para reduzir os riscos. “Manter o peso controlado, praticar atividades físicas regularmente e não passar longos períodos sentada ou em pé são cuidados simples que fazem diferença”, reforça a especialista.
Durante a gestação, o uso de meias de compressão e a drenagem linfática também são grandes aliados para minimizar os sintomas e evitar complicações. “É muito comum as pacientes chegarem com queixa de pernas pesadas, inchaço e dor. Sempre reforço que o acompanhamento médico nessa fase é fundamental, principalmente quando já existe histórico familiar”, orienta a Dra. Ilana Barros.
Na menopausa, os cuidados devem ser redobrados. “Essa fase exige atenção não só pelas varizes, mas por toda a saúde vascular da mulher. Além dos exercícios físicos, a hidratação e os cuidados com a pele das pernas são essenciais para manter a circulação funcionando bem”, completa.
Tratamentos modernos e menos invasivos
Hoje, com o avanço da tecnologia, o tratamento das varizes se tornou mais acessível e menos invasivo. Procedimentos como o laser transdérmico e a escleroterapia com espuma são alternativas eficazes que, segundo a Dra. Ilana Barros, proporcionam resultados estéticos e terapêuticos com menor tempo de recuperação.
“Mas o mais importante é sempre procurar um especialista. O tratamento das varizes vai muito além da estética, envolve saúde e qualidade de vida. Por isso, quanto mais cedo a mulher se cuidar, melhor será o resultado”, conclui.
Cuidar da saúde vascular é um investimento na qualidade de vida. Se notar sinais como dor, inchaço ou vasinhos aparentes, procure um especialista para avaliar o melhor caminho a seguir
Sobre a Dra. Ilana Barros
Dra. Ilana Barros é cirurgiã vascular e angiologista. Formada em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), com residência médica em Cirurgia Geral no Hospital Geral Roberto Santos, em Salvador-BA, e residência médica em Cirurgia Vascular no Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em Recife-PE. É especializada em Radiologia Intervencionista e Cirurgia Endovascular pela ANGIORAD, em Recife-PE, e pós-graduada em Laser, Cosmiatria e Procedimentos no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo-SP. Também é especialista em Ecografia Vascular com Doppler.
Para saber mais, acesse o seu Instagram: @drailanabarros
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]]>O post “Cansaço emocional”: Por que nos sentimos cansados mesmo sem fazer nada? apareceu primeiro em Diario Cearense.
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“O esgotamento emocional é um cansaço interno que não tem explicação fisiológica. É um cansaço do seu corpo emocional, não do corpo físico. Não é porque você não dormiu ou fez atividades físicas, tem outras razões”, explica Renata.
De acordo com ela, a busca constante por aprovação e a necessidade de agradar aos outros podem levar a um desgaste emocional significativo. “Quando acordamos e nos sentimos desconectadas de nós mesmas, parece que nada mais se encaixa durante todo o restante do dia. Existe um esforço interno do corpo emocional, por ficar usando máscaras diferentes”, afirma Renata. “Muitas pessoas entram nesse lugar que eu chamo de ‘vício pela busca de aprovação’, no qual se entende que é preciso dar tudo de si para que outras pessoas gostem de você”, reforça.
Para lidar com as causas raízes desse vício, Renata sugere um exercício simples e poderoso: “Olhar para uma foto da infância e dizer para si mesma – ‘Eu estou disposta a te amar do jeitinho que você é e não existe nada que você precise fazer para receber o meu amor’”. Esse exercício, segundo a especialista, ajuda a se reconectar com a própria essência e a ressignificar o que o cérebro aprendeu por repetição na infância ao ouvir críticas e concluir “eu não sou bom o suficiente”. Na maioria dos casos, foi na infância que muitos cresceram aprendendo que precisam se moldar ao que os outros esperam, e então inicia-se o vício pela busca de aprovação que se leva para a vida adulta.
Renata Fornari enfatiza a importância de se aceitar e se amar, sem a necessidade de agradar aos outros. “Quando você pode ser você e não sente a necessidade de usar máscaras, você se sente muito mais leve e mais feliz. Ouse, se permita e tenha coragem de ser você!”, finaliza.
O esgotamento emocional é um problema cada vez mais comum na sociedade atual. Ao entender as causas desse problema e praticar técnicas de autocuidado, é possível recuperar a energia e a alegria de viver. A dica da especialista é poderosa e retoma que é importante valorizar a pessoa mais importante da sua vida: você mesmo.
Márcia Stival Assessoria (11) 3213-4252 [email protected] https://www.instagram.com/marciastivalassessoria/?hl=pt
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]]>O post Janeiro Branco: Cuidado com a Saúde Mental apareceu primeiro em Diario Cearense.
]]>Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), transtornos como ansiedade e depressão afetam 300 milhões de pessoas no mundo. Isso impacta não apenas os indivíduos, mas também nas famílias e comunidades. Por isso, o Janeiro Branco é um chamado: é hora de cuidar de si, prevenir problemas e construir uma vida mais leve.
Praticar o autoconhecimento é uma excelente forma de começar esse cuidado. Reservar um tempo para refletir sobre emoções, pensamentos e comportamentos pode trazer clareza e promover mudanças. Escrever um diário ou conversar com alguém de confiança pode ser um excelente início. Cuidar do sono é fundamental, pois o descanso de qualidade é essencial para o equilíbrio emocional. Criar uma rotina regular de sono e evitar o uso de telas antes de dormir pode ajudar. Outro ponto é manter-se ativo na prática de atividades físicas, como caminhada, dança ou yoga, libera endorfina, hormônio que melhora o humor e reduz o estresse.
A alimentação também desempenha um papel crucial. Uma dieta equilibrada, rica em frutas, verduras e cereais integrais, influencia o corpo e a mente. Fortalecer as conexões sociais é essencial. Manter contato com amigos e familiares, ter conversas sinceras e compartilhar momentos de alegria são fontes valiosas de apoio emocional. E, não menos importante, buscar ajuda profissional é um ato de coragem. Procurar um psicólogo, terapeuta ou outro profissional qualificado pode fazer toda a diferença para a saúde mental.
A saúde mental não é apenas a ausência de doenças: é a capacidade de viver plenamente, lidar com desafios e cultivar felicidade. O Janeiro Branco nos lembra de que a prevenção é o melhor caminho. Então, neste mês e ao longo de todo o ano, faça da sua saúde mental uma prioridade. Como dizia o filósofo grego Sócrates: “Conhece-te a ti mesmo.” Ao nos conhecermos e cuidarmos de nós, construímos um mundo saudável, acolhedor e harmonioso. Que 2025 seja um ano de transformação, começando de dentro para fora!
Artigo de Mario Lopes, psicanalista pós graduado em Neurociências e Psicologia aplicada, Master PNL (IBC), terapeuta integrativo. Instagram @mariolopesterapeuta.
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]]>O post Clínica onde falso oftalmologista atuava em Belém afirma desconhecer irregularidades apareceu primeiro em Diario Cearense.
]]>Um falso oftalmologista foi preso na clínica particular Amar Saúde de Belém nesta sexta-feira (27) por exercício ilegal da medicina. A clínica afirmou desconhecer a irregularidade.
Durante a ação da Delegacia do Consumidor (Decon), o suspeito tentou fugir ao identificar os policiais.

Na tentativa de fuga, o homem colidiu com o muro da Secretaria de Infraestrutura do Estado — Foto: Polícia Civil
De acordo com o delegado geral da Polícia Civil do Pará, Walter Resende, o suspeito, ao avistar os agentes, demonstrou nervosismo, entrou em seu veículo e acabou colidindo com o muro da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Seinfra).
Após ser preso, o homem confessou o crime e forneceu detalhes de como atuava. Ele trabalhava na Clínica Amar Saúde, localizada na Avenida Tavares Bastos, em Belém.
Em nota, a Amar Saúde informou que recebeu a notícia da prisão com surpresa e consternação.
“O falso médico foi acusado de falsidade ideológica e exercício ilegal da medicina. Gostaríamos de esclarecer que, assim como nossos pacientes, também fomos vítimas dessa situação”, declarou a clínica.
O Conselho Regional de Medicina (CRM) ressaltou que qualquer pessoa pode consultar a inscrição de profissionais diretamente em seu portal.
Segundo a clínica, no momento da contratação, o homem apresentou documentos que aparentavam ser legítimos, mas posteriormente se revelaram falsificados, com nome e CRM adulterados.
No local, a polícia apreendeu carimbos falsificados em nome de médicos verdadeiros, além de computadores e documentos que comprovaram a fraude.
“Assim que tomamos conhecimento das acusações, adotamos medidas imediatas e estamos colaborando integralmente com as autoridades para o esclarecimento dos fatos”, afirmou a clínica, que reforçou seu compromisso com ética, transparência e a saúde de seus pacientes.
O CRM-PA esclareceu que “casos como este configuram exercício ilegal da medicina, sendo de natureza policial”.
O homem permanece à disposição da Justiça e responderá pelos crimes de falsidade ideológica e exercício ilegal da profissão.
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]]>O post Bebê a bordo em 2025 ou em 2026? apareceu primeiro em Diario Cearense.
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Em um mundo em constante transformação, o planejamento reprodutivo é uma ferramenta poderosa para mulheres e casais que desejam tomar decisões conscientes sobre a chegada de novos membros à família. Mais do que uma escolha biológica, é a oportunidade de decidir se e quando engravidar, assim como quantos filhos ter e como tê-los.
Com o avanço da medicina reprodutiva, é possível adiar a gravidez com segurança e criar um planejamento que respeite os sonhos e projetos de vida de cada pessoa.
“Planejar a reprodução vai além de uma questão biológica. É uma ferramenta de liberdade para a mulher que deseja formar sua família no momento mais adequado, seja em função da carreira, dos estudos ou por escolhas pessoais”, explica a Dra. Paula Marin, especialista em reprodução humana assistida.
Adiar a gravidez com segurança
Imagine uma mulher de 34 anos que sonha em fazer um doutorado. Ela sabe que a fertilidade feminina declina com o tempo e teme encontrar dificuldades para engravidar nos próximos quatro anos, até terminar seu projeto acadêmico. Ao conversar com seu ginecologista, ela é orientada a buscar um especialista em reprodução humana assistida.
Paula Marin destaca que esse encaminhamento no momento certo é fundamental, pois o especialista pode apresentar soluções como o congelamento de óvulos, permitindo que ela concentre seus esforços nos estudos enquanto preserva a possibilidade de ser mãe no futuro, quando estiver pronta.
“Esse tipo de aconselhamento leva em consideração não apenas a idade e os aspectos biológicos, mas também os desejos e projetos individuais de cada mulher. O objetivo é oferecer segurança e tranquilidade para que a mulher não precise escolher entre sonhos pessoais e a maternidade”, reforça a Dra. Marin.
Planejando uma família com mais de um filho?
Outro exemplo da importância do planejamento reprodutivo é o de um casal que deseja ter três filhos, com espaço de três anos entre cada um. O primeiro bebê nasceu quando a mulher tinha 36 anos. Para garantir que o sonho de uma família maior possa ser realizado no ritmo desejado, o casal busca orientação com um especialista em reprodução humana assistida.
Paula Marin explica que, neste caso, há a possibilidade de congelar óvulos ou embriões, assegurando a qualidade reprodutiva ao longo dos anos. “O planejamento reprodutivo é essencial para que esse casal possa formar sua família em etapas. A reprodução humana assistida pode tornar isso possível de maneira organizada e segura, prevenindo o que denominamos infertilidade secundária, que é a dificuldade de o casal engravidar novamente após já ter concebido uma vez”, pontua a especialista.
Um convite ao diálogo e à informação
Paula Marin destaca que o planejamento reprodutivo deve ser encarado como uma parceria entre o paciente e os profissionais de saúde. Ginecologistas desempenham um papel fundamental ao identificar situações que demandam atenção especializada e ao encaminharem os pacientes ao especialista em reprodução humana assistida.
“Quando trabalhamos em conjunto, conseguimos oferecer soluções personalizadas, que respeitam os objetivos e os sonhos de cada paciente. O planejamento reprodutivo é uma ferramenta poderosa para que mulheres e casais tomem as rédeas de suas vidas e planejem seu futuro”, finaliza.
Sobre a Dra. Paula Marin
Dra. Paula Marin é especialista em reprodução humana assistida, referência em congelamento de óvulos na cidade de São Paulo. Com uma abordagem acolhedora e individualizada, ela ajuda pacientes a realizarem o sonho de formar uma família no momento mais adequado.
Dra. Paula Marin
Especialista em Reprodução Humana Assistida
MÉDICA | CRM-SP 129377
Ginecologia e Obstetrícia |RQE: 69162
Reprodução Humana | RQE: 691621
https://www.instagram.com/dra.paulamarin/
Bia Cunha 11-96144-5101 [email protected]
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