Arquivo de Saude - Diario Cearense https://diariocearense.com/grupos/saude/ Wed, 23 Sep 2026 10:22:24 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.3 https://diariocearense.com/wp-content/uploads/2024/03/DIARIO-CEARENSE-1-150x150.png Arquivo de Saude - Diario Cearense https://diariocearense.com/grupos/saude/ 32 32 Mercado ilegal de canetas emagrecedoras aumenta riscos de produtos falsificados e sem procedência https://diariocearense.com/mercado-ilegal-de-canetas-emagrecedoras-aumenta-riscos-de-produtos-falsificados-e-sem-procedencia/22/24/ Wed, 23 Sep 2026 10:22:24 +0000 https://diariocearense.com/mercado-ilegal-de-canetas-emagrecedoras-aumenta-riscos-de-produtos-falsificados-e-sem-procedencia/22/24/ Fiscalizações da Anvisa identificaram mais de 1,3 milhão de medicamentos injetáveis irregulares apreendidos entre janeiro e abril de 2026; especialistas alertam para riscos à saúde A popularização das canetas emagrecedoras, utilizadas no tratamento da obesidade e do diabetes, trouxe uma preocupação para médicos e autoridades sanitárias: a circulação de medicamentos falsificados e de procedência desconhecida. […]

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Fiscalizações da Anvisa identificaram mais de 1,3 milhão de medicamentos injetáveis irregulares apreendidos entre janeiro e abril de 2026; especialistas alertam para riscos à saúde

A popularização das canetas emagrecedoras, utilizadas no tratamento da obesidade e do diabetes, trouxe uma preocupação para médicos e autoridades sanitárias: a circulação de medicamentos falsificados e de procedência desconhecida. Vendidos principalmente pela internet e por canais informais, esses produtos podem representar riscos graves à saúde de quem busca perder peso sem conhecer a verdadeira composição do que está aplicando no próprio corpo.

O problema já mobiliza autoridades brasileiras e internacionais há algum tempo. Em junho de 2024, a Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um alerta sobre a identificação de três lotes falsificados de medicamento à base de semaglutida, encontrados no Brasil, no Reino Unido e nos Estados Unidos entre outubro e dezembro de 2023. Segundo a organização, os produtos falsificados podem conter doses incorretas, substâncias desconhecidas ou ingredientes nocivos, comprometendo o tratamento e colocando a vida dos pacientes em risco.

No Brasil, o avanço do mercado irregular também aparece nos números das operações de fiscalização. Em maio de 2026, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que inspeções realizadas entre janeiro e abril resultaram na apreensão de mais de 1,3 milhão de unidades de medicamentos injetáveis irregulares e na interdição de oito dos 26 estabelecimentos avaliados. Em uma operação conjunta com a Polícia Federal, realizada em abril, foram identificadas transações irregulares de R$ 4,8 milhões envolvendo tirzepatida em quantidade suficiente para produzir mais de um milhão de dispositivos injetáveis

A preocupação ganhou novos desdobramentos em setembro. No último dia 16, a Anvisa proibiu a importação, o armazenamento, a distribuição, a comercialização, a propaganda e o uso da caneta emagrecedora T36, por não possuir registro sanitário no país. A agência destacou que a segurança e a eficácia do produto não foram avaliadas no Brasil.

De acordo com o médico Fabrício Araújo, especialista em saúde hormonal masculina, obesidade e medicina de longevidade, o principal perigo está na impossibilidade de saber exatamente o que existe dentro de um medicamento falsificado. “Quando uma pessoa compra uma caneta emagrecedora de origem desconhecida, ela não tem como saber se está realmente utilizando o medicamento que acredita ter comprado, muito menos se a dose está correta. Estamos falando de substâncias que atuam diretamente no organismo e que precisam de indicação e acompanhamento médico. Uma dose inadequada ou um produto contaminado pode provocar consequências sérias. Não vale a pena colocar a saúde em risco na tentativa de acelerar o emagrecimento“, alerta o médico.

Entre os problemas associados aos medicamentos injetáveis irregulares estão a possibilidade de contaminação microbiológica, falhas na esterilização e armazenamento inadequado, que podem comprometer a integridade do produto. Para Fabrício, a facilidade de acesso a esses produtos, especialmente pelas redes sociais, pode contribuir para que o paciente subestime os riscos envolvidos no tratamento. “Existe uma diferença muito grande entre utilizar um medicamento com indicação médica e comprar uma caneta porque alguém indicou nas redes sociais ou porque o preço está mais atrativo. Cada paciente tem uma condição de saúde, um histórico clínico e necessidades específicas. O tratamento da obesidade precisa considerar tudo isso. Não podemos transformar um medicamento em um produto de consumo comum, como se qualquer pessoa pudesse utilizar sem avaliação prévia“, explica.

O especialista também ressalta que as canetas emagrecedoras podem fazer parte de uma estratégia eficaz para o controle da obesidade, desde que utilizadas por pacientes com indicação clínica, dentro de um planejamento individualizado e com acompanhamento profissional. “O objetivo do tratamento não é apenas reduzir o número na balança, mas melhorar a saúde, preservar a qualidade de vida e alcançar resultados que possam ser mantidos ao longo do tempo. Nenhum resultado estético justifica o risco de utilizar um medicamento falsificado“, conclui.

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Crises repetidas de sinusite podem esconder outras doenças e exigem avaliação médica https://diariocearense.com/crises-repetidas-de-sinusite-podem-esconder-outras-doencas-e-exigem-avaliacao-medica/25/06/ Tue, 18 Aug 2026 09:25:06 +0000 https://diariocearense.com/crises-repetidas-de-sinusite-podem-esconder-outras-doencas-e-exigem-avaliacao-medica/25/06/ Especialista alerta que recorrer frequentemente a antibióticos sem identificar a origem dos sintomas pode atrasar o diagnóstico e aumentar a resistência bacteriana Dor de cabeça persistente, sensação de pressão na face, nariz obstruído, alteração no olfato ou paladar e secreção nasal são sintomas frequentemente associados à sinusite. Diante desses sinais, é comum que muitos pacientes […]

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Especialista alerta que recorrer frequentemente a antibióticos sem identificar a origem dos sintomas pode atrasar o diagnóstico e aumentar a resistência bacteriana

Dor de cabeça persistente, sensação de pressão na face, nariz obstruído, alteração no olfato ou paladar e secreção nasal são sintomas frequentemente associados à sinusite. Diante desses sinais, é comum que muitos pacientes recorram ao uso de antibióticos ou procurem atendimento médico esperando sair da consulta com uma prescrição desse tipo de medicamento. Entretanto, especialistas alertam que a repetição desse tratamento, sem uma investigação adequada da origem do problema, pode mascarar doenças, retardar o diagnóstico e contribuir para o avanço da resistência bacteriana.

A rinossinusite figura entre as doenças mais frequentes das vias aéreas superiores e está entre as principais causas de consultas em serviços de atenção primária e especializada. Apesar disso, a maioria dos casos tem origem viral ou inflamatória e não requer tratamento com antibióticos. De acordo com o Ministério da Saúde, o uso indiscriminado desses medicamentos favorece a resistência aos antimicrobianos, problema que já representa um dos principais desafios para a saúde.

Segundo o otorrinolaringologista e cirurgião de cabeça e pescoço Cleydson Lucena, a recorrência dos sintomas deve ser encarada como um sinal de alerta para investigação clínica mais aprofundada, e não apenas para a repetição de tratamentos. “A maior parte dos episódios de rinossinusite é causada por infecções virais ou processos inflamatórios e tende a evoluir de forma favorável com tratamento clínico adequado, sem necessidade de antibióticos. Quando o paciente apresenta crises frequentes, o foco precisa deixar de ser apenas o controle dos sintomas e passar para a identificação da causa. Alterações anatômicas, rinite alérgica, pólipos nasais, doenças inflamatórias e até infecções odontológicas podem estar por trás desses quadros“, explica.

De acordo com o especialista, um dos equívocos mais comuns é considerar a sinusite uma doença isolada. Em muitos casos, ela representa a manifestação de outra condição que interfere na ventilação e na drenagem natural dos seios da face. “É relativamente comum receber pacientes que já passaram por diversos ciclos de antibióticos e corticoides orais ao longo dos anos sem melhora definitiva. Quando realizamos uma investigação detalhada, identificamos fatores que nunca haviam sido tratados. A partir do diagnóstico correto, é possível indicar terapias específicas e, quando necessário, procedimentos cirúrgicos capazes de reduzir significativamente a recorrência das crises e melhorar a qualidade de vida“, afirma Cleydson.

Além de evitar o uso desnecessário de medicamentos, o diagnóstico precoce reduz o risco de complicações e permite um tratamento direcionado às causas da doença. Ainda de acordo com o médico, os pacientes com sintomas persistentes por mais de dez dias, episódios recorrentes ao longo do ano, perda do olfato, obstrução nasal constante ou dor facial intensa devem procurar avaliação com um otorrinolaringologista. A identificação precoce da causa da rinossinusite pode evitar tratamentos repetitivos, diminuir o impacto da doença na rotina e contribuir para o uso mais racional de medicamentos.

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Rede D’Or promove congresso internacional com foco em inovação e futuro da cardiologia https://diariocearense.com/rede-dor-promove-congresso-internacional-com-foco-em-inovacao-e-futuro-da-cardiologia/39/56/ Thu, 06 Aug 2026 09:39:56 +0000 https://diariocearense.com/rede-dor-promove-congresso-internacional-com-foco-em-inovacao-e-futuro-da-cardiologia/39/56/ Programação reúne mais de 240 palestrantes para discutir temas como cardiometabolismo, cirurgia robótica, genética cardiovascular, doenças raras e novas tecnologias aplicadas ao cuidado do paciente De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças cardiovasculares seguem como a principal causa de morte no mundo e vivem um momento de rápida transformação, impulsionado por […]

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Programação reúne mais de 240 palestrantes para discutir temas como cardiometabolismo, cirurgia robótica, genética cardiovascular, doenças raras e novas tecnologias aplicadas ao cuidado do paciente

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças cardiovasculares seguem como a principal causa de morte no mundo e vivem um momento de rápida transformação, impulsionado por avanços científicos e tecnológicos que vêm mudando a forma de prevenir, diagnosticar e tratar essas condições.

É nesse cenário que o Congresso Internacional de Cardiologia Rede D’Or 2026 organizou os painéis para sua próxima edição, que será realizada entre os dias 6 e 8 de agosto, no Hotel Windsor Oceânico, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, reunindo especialistas brasileiros e internacionais para discutir as principais evidências científicas e os desafios que estão redefinindo a prática cardiovascular.

As inscrições estão abertas e, neste ano, o congresso terá caráter solidário. O investimento na inscrição é de R$ 30, valor integralmente destinado ao Lar Maria Dolores e à ONG Mãos Unidas. O evento é voltado a médicos, residentes, acadêmicos de Medicina e de outras áreas da saúde, além de profissionais da assistência, da Rede D’Or e de outras instituições.

Com o tema “Cardiologia além do coração: da evidência à decisão clínica”, o encontro reunirá mais de 240 palestrantes, com uma densa programação científica que abordará os desafios atuais da prática cardiovascular e a integração entre diferentes especialidades, reforçando uma visão cada vez mais ampla e personalizada do cuidado ao paciente.

Ao longo de três dias, especialistas discutirão temas como inteligência artificial aplicada à medicina, cardiometabolismo e obesidade, saúde cardiovascular da mulher, medicina personalizada, genética cardiovascular, cardio-oncologia, cirurgia cardíaca robótica, doenças raras, suplementação, emergências cardiovasculares, transplantes, e as principais atualizações em doença coronariana, insuficiência cardíaca, arritmias, hipertensão, valvopatias e cardiologia intervencionista.

O congresso contará com a participação internacional de Lee Benson, referência mundial em cateterismo congênito, que apresentará avanços nos procedimentos percutâneos para o acompanhamento tardio da Tetralogia de Fallot, com foco na valva pulmonar.

Além de conferências e mesas-redondas, o congresso contará com workshops, atividades hands on, simulações clínicas, discussão de casos e sessões multiprofissionais, promovendo a troca de experiências entre pesquisadores, especialistas e profissionais que atuam diretamente na assistência.

“As doenças cardiovasculares continuam sendo o maior desafio da saúde global e evoluem em um ritmo acelerado. Nosso objetivo é oferecer uma programação científica conectada à prática clínica, que reúna as evidências mais atuais e ajude os profissionais a transformar conhecimento em melhores decisões para os pacientes”, afirma a cardiologista Jacqueline Miranda, presidente do Congresso Internacional de Cardiologia Rede D’Or 2026.

Para o vice-presidente do congresso, Fabio Augusto De Luca, o encontro também reforça a importância da colaboração entre diferentes áreas da medicina. “A cardiologia moderna dialoga cada vez mais com outras especialidades e incorpora novas tecnologias para oferecer um cuidado mais preciso, integrado e individualizado. O congresso foi estruturado para refletir essa realidade e promover um ambiente de aprendizado, troca de experiências e construção coletiva do conhecimento”, destaca.

As doenças cardiovasculares permanecem como a principal causa de morte no mundo e representam um dos maiores desafios para os sistemas de saúde. Nesse cenário, o Congresso Internacional de Cardiologia Rede D’Or se consolida como um espaço estratégico para atualização científica, intercâmbio entre especialistas e discussão das inovações que devem impactar a prática clínica nos próximos anos.

As inscrições e a programação completa estão disponíveis no site oficial do evento (https://congressocardiologiador.com/).

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Dra. Lívia Noleto reforça investigação médica em casos de tontura https://diariocearense.com/dra-livia-noleto-reforca-investigacao-medica-em-casos-de-tontura/20/02/ Wed, 01 Apr 2026 11:20:02 +0000 https://diariocearense.com/dra-livia-noleto-reforca-investigacao-medica-em-casos-de-tontura/20/02/ Sintoma comum pode ter múltiplas origens e exige acompanhamento multidisciplinar para tratamento eficaz A tontura é um sintoma comum que afeta milhões de pessoas em todo o mundo e pode estar associada a diferentes causas, desde alterações simples até doenças mais complexas. Em alusão ao tema, o mês de abril é o período dedicado ao […]

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Sintoma comum pode ter múltiplas origens e exige acompanhamento multidisciplinar para tratamento eficaz

A tontura é um sintoma comum que afeta milhões de pessoas em todo o mundo e pode estar associada a diferentes causas, desde alterações simples até doenças mais complexas. Em alusão ao tema, o mês de abril é o período dedicado ao alerta sobre a Tontura, especialistas reforçam a importância da investigação adequada e do acompanhamento com profissionais de saúde, especialmente o médico otorrinolaringologista.

Caracterizada como uma sensação de desequilíbrio ou instabilidade, a tontura pode ter origem no sistema vestibular, localizado no ouvido interno, responsável pelo equilíbrio corporal. Também pode estar relacionada a alterações metabólicas, cardiovasculares, neurológicas ou até ao uso de medicamentos. Entre os quadros mais conhecidos está a vertigem, um tipo específico de tontura em que o paciente sente como se o ambiente estivesse girando ao seu redor.

O Instituto Nacional de Excelência em Saúde e Cuidados (NICE) estima que a prevalência varia amplamente de acordo com a heterogeneidade da ‘tontura’ como sintoma, com a tontura tendo uma prevalência estimada de 17 a 30% e a vertigem verdadeira sendo encontrada em 3 a 10% da população, sendo mais frequente em idosos. Já as causas da tontura são diversas e incluem condições como vertigem posicional paroxística benigna, doença de Ménière, labirintite, enxaqueca vestibular, além de fatores como hipotensão, hipoglicemia e ansiedade. Em muitos casos, mais de um fator pode estar envolvido, o que reforça a necessidade de avaliação clínica criteriosa.

De acordo com a otorrinolaringologista Dra. Lívia Noleto, especialista em Tontura, o sintoma não deve ser negligenciado. Segundo ela, a tontura não é uma doença em si, mas um sinal de que algo no organismo não está funcionando corretamente. A médica destaca que o diagnóstico precoce é essencial para evitar a cronificação do quadro e melhorar a qualidade de vida do paciente. “O tratamento da tontura é multidisciplinar e pode envolver, além do otorrinolaringologista, profissionais como fisioterapeutas vestibulares, neurologistas, psicólogos e cardiologistas, a depender da causa identificada. Em muitos casos, a reabilitação vestibular, aliada a mudanças no estilo de vida e, quando necessário, ao uso de medicação, apresenta bons resultados”, ressalta a médica, que lembra que o diagnóstico inicial deve vir de um otorrinolaringologista.

A campanha de conscientização em abril busca justamente ampliar o conhecimento da população sobre o tema, incentivando a busca por diagnóstico adequado e combatendo a automedicação. A orientação dos especialistas é clara. Ao apresentar episódios frequentes de tontura, o paciente deve procurar avaliação médica para investigação detalhada e tratamento direcionado.

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Janeiro Branco alerta para impactos emocionais em pacientes com doenças crônicas e seus familiares https://diariocearense.com/janeiro-branco-alerta-para-impactos-emocionais-em-pacientes-com-doencas-cronicas-e-seus-familiares/27/09/ Wed, 21 Jan 2026 11:27:09 +0000 https://diariocearense.com/janeiro-branco-alerta-para-impactos-emocionais-em-pacientes-com-doencas-cronicas-e-seus-familiares/27/09/ Especialista destaca que medo, ansiedade e sobrecarga podem evoluir para quadros graves sem acompanhamento psicológico. É possível manter a saúde mental convivendo diariamente com a dor? Como preservar o equilíbrio emocional quando os dias se passam em uma cama, em razão de uma enfermidade crônica? E, para familiares e cuidadores, como priorizar a própria saúde […]

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Especialista destaca que medo, ansiedade e sobrecarga podem evoluir para quadros graves sem acompanhamento psicológico.

É possível manter a saúde mental convivendo diariamente com a dor? Como preservar o equilíbrio emocional quando os dias se passam em uma cama, em razão de uma enfermidade crônica? E, para familiares e cuidadores, como priorizar a própria saúde mental diante de tantas demandas relacionadas ao cuidado do ente querido? Esses são alguns dos questionamentos levantados pela campanha Janeiro Branco, mês dedicado à conscientização sobre a saúde mental, que convida à reflexão sobre os desafios emocionais enfrentados por pessoas com doenças crônicas e seus familiares.

De acordo com Ana Paula Pessoa, psicóloga da Clínica Florence Recife, hospital especializado em cuidados paliativos e reabilitação, um dos maiores desafios para a saúde mental de pacientes e familiares é lidar com a incerteza e com as mudanças na rotina impostas pela condição de saúde. “Para o paciente, receber um diagnóstico crônico significa enfrentar limitações físicas e reajustar expectativas de vida. Já para a família, envolve uma reorganização completa do cotidiano, além da preocupação constante com o bem-estar, a atenção e os cuidados. A incerteza, as possíveis frustrações e expectativas desproporcionais podem gerar um estresse emocional significativo quando não há suporte adequado”, alerta.

Segundo a especialista, sentimentos como medo, frustração, tristeza, ansiedade e até culpa são comuns tanto entre pacientes quanto entre familiares. Além disso, desânimo, sensação de sobrecarga e sintomas depressivos tendem a se intensificar em períodos de tratamentos prolongados, internações longas, mudanças importantes na rotina e perdas de autonomia. “É um erro fingir que a condição não está afetando emocionalmente o paciente e seus familiares. Reconhecer esses sentimentos como legítimos é o primeiro passo para a elaboração desse momento de vida, para as adaptações necessárias e para a busca de maior estabilidade emocional”, afirma Ana.

Ao lidar com uma doença crônica, uma das poucas certezas para pacientes e familiares é que a enfermidade não desaparecerá. No entanto, na maioria dos casos, existem tratamentos para doenças crônicas capazes de melhorar a qualidade de vida do paciente. O mesmo vale para a saúde mental. A carga emocional do adoecimento e do cuidado tende a surgir (e, muitas vezes, a se intensificar), mas, segundo a psicóloga, há estratégias que ajudam a minimizar seus impactos, como reservar momentos de autocuidado e priorizar o acolhimento emocional.

“É imprescindível manter um diálogo frequente com os profissionais de saúde que acompanham o paciente, além de fortalecer redes de apoio, como familiares, amigos e iniciativas comunitárias. O acompanhamento psicológico, mesmo que breve ou pontual, pode oferecer ferramentas práticas para lidar com o estresse, a tristeza e a incerteza, auxiliando no desenvolvimento de estratégias saudáveis de enfrentamento”, orienta a psicóloga.

Ainda segundo Ana Paula Pessoa, quando pacientes e familiares não reconhecem e acolhem os próprios sentimentos, a sobrecarga emocional não tratada pode evoluir para quadros mais graves, como depressão, transtornos de ansiedade e esgotamento emocional.

“A atenção preventiva e o acompanhamento psicológico são tão importantes quanto qualquer outro tratamento. É fundamental para os familiares compreender os próprios limites, fortalecer a rede de apoio e buscar ajuda profissional sempre que necessário. Para os pacientes, a orientação é reconhecer cada etapa como parte do processo de adaptação à nova realidade, seguindo as recomendações da equipe de saúde não apenas no aspecto físico, mas também no psicológico”, reforça.

A psicóloga destaca ainda que pacientes e familiares se beneficiam de espaços seguros para expressar sentimentos, planejar estratégias de enfrentamento e fortalecer vínculos de cuidado mútuo. “Buscar acompanhamento psicológico não é sinal de fragilidade, mas de responsabilidade com a própria saúde emocional e também uma forma de estar mais fortalecido para cuidar de quem se ama”, conclui psicóloga Ana Paula Pessoa.

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Médica do Ceará alerta: Canetas emagrecedoras, o que muda com os novos medicamentos brasileiros? https://diariocearense.com/medica-do-ceara-alerta-canetas-emagrecedoras-o-que-muda-com-os-novos-medicamentos-brasileiros/11/13/ Thu, 11 Sep 2025 15:11:13 +0000 https://diariocearense.com/medica-do-ceara-alerta-canetas-emagrecedoras-o-que-muda-com-os-novos-medicamentos-brasileiros/11/13/ Endocrinologista Samille Frota Monte Coelho explica benefícios, riscos e como as novas opções nacionais podem transformar o tratamento da obesidade Nos últimos anos, as chamadas canetas emagrecedoras ganharam enorme destaque no combate à obesidade, considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) uma epidemia global. Até pouco tempo, os medicamentos disponíveis eram importados, de alto custo […]

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Endocrinologista Samille Frota Monte Coelho explica benefícios, riscos e como as novas opções nacionais podem transformar o tratamento da obesidade

Nos últimos anos, as chamadas canetas emagrecedoras ganharam enorme destaque no combate à obesidade, considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) uma epidemia global. Até pouco tempo, os medicamentos disponíveis eram importados, de alto custo e com acesso restrito. Agora, com a chegada das novas versões brasileiras, a expectativa é que o tratamento se torne mais acessível e personalizado.

Segundo a endocrinologista Dra. Samille Frota Monte Coelho — endocrinologista, pós-graduada em nutrologia, membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e mentora de médicas —, o avanço é significativo. “As novas canetas desenvolvidas no Brasil ampliam as possibilidades de tratamento, permitindo maior acesso a pacientes que antes não conseguiam arcar com os valores dos medicamentos importados. É um passo importante para democratizar a saúde”, afirma.

Como funcionam as canetas emagrecedoras

Esses medicamentos atuam no sistema nervoso e no metabolismo, reduzindo o apetite, promovendo saciedade mais rápida e auxiliando no controle glicêmico. Alguns também têm impacto positivo no tratamento do diabetes tipo 2.

“A obesidade é uma doença multifatorial e crônica, que não deve ser tratada apenas como questão estética. O uso das canetas precisa estar inserido em um plano global, que inclui acompanhamento médico, mudanças de estilo de vida e suporte nutricional”, explica Samille.

Benefícios esperados
    •    Redução significativa do peso corporal.
    •    Melhora do controle da glicemia.
    •    Redução do risco cardiovascular.
    •    Auxílio no tratamento de comorbidades associadas à obesidade.

Riscos e cuidados

Apesar do entusiasmo, a médica alerta para os riscos do uso indiscriminado. “Não existe milagre. As canetas não podem ser usadas sem prescrição, já que cada paciente tem necessidades e condições específicas. Entre os efeitos colaterais possíveis estão náuseas, vômitos e alterações gastrointestinais. Além disso, há contraindicações em casos de histórico de pancreatite e alguns tipos de câncer”, ressalta.

Um olhar para o futuro

Com as novas versões brasileiras, espera-se não apenas maior acesso, mas também mais pesquisas locais sobre eficácia e segurança. “Estamos diante de uma nova era no tratamento da obesidade no Brasil. A chegada dessas canetas nacionais abre caminhos para protocolos cada vez mais individualizados e seguros”, reforça a endocrinologista.

O debate em torno das canetas emagrecedoras mostra que a ciência avança, mas o cuidado continua sendo indispensável. Afinal, quando o assunto é saúde, informação, acompanhamento e responsabilidade são tão importantes quanto a tecnologia.

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Cirurgia Plástica Pós-Gestacional: Dra. Denise Torejane Esclarece Dúvidas e Explica os Cuidados para Recuperar a Autoestima com Segurança https://diariocearense.com/cirurgia-plastica-pos-gestacional-dra-denise-torejane-esclarece-duvidas-e-explica-os-cuidados-para-recuperar-a-autoestima-com-seguranca/43/03/ Mon, 04 Aug 2025 12:43:03 +0000 https://diariocearense.com/cirurgia-plastica-pos-gestacional-dra-denise-torejane-esclarece-duvidas-e-explica-os-cuidados-para-recuperar-a-autoestima-com-seguranca/43/03/ Cirurgia Plástica Pós-Gestacional: Um Novo Olhar Para o Corpo e a Autoestima com a Dra. Denise Torejane A maternidade é uma experiência profunda e transformadora, mas também pode deixar marcas no corpo que afetam a autoestima de muitas mulheres. Flacidez abdominal, diástase dos músculos retos, ganho de gordura localizada e alterações nas mamas são queixas […]

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Cirurgia Plástica Pós-Gestacional: Um Novo Olhar Para o Corpo e a Autoestima com a Dra. Denise Torejane

A maternidade é uma experiência profunda e transformadora, mas também pode deixar marcas no corpo que afetam a autoestima de muitas mulheres. Flacidez abdominal, diástase dos músculos retos, ganho de gordura localizada e alterações nas mamas são queixas comuns após a gestação. Nesses casos, a cirurgia plástica pós-gestacional tem sido uma aliada na recuperação da forma física e da confiança.

A Dra. Denise Torejane, médica cirurgiã plástica reconhecida nacionalmente e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), tem ampla experiência no atendimento a mulheres no pós-parto. Ela explica que a demanda por procedimentos reconstrutivos e estéticos cresce especialmente após o primeiro ano do nascimento do bebê, quando o corpo estabiliza e as demandas como o bebê ficam mais organizadas.

“A cirurgia plástica não é apenas sobre estética, é também sobre devolver à mulher o sentimento de bem-estar com seu próprio corpo após um período tão intenso quanto a gestação”, afirma a Dra. Denise Torejane.

Os Procedimentos Mais Procurados

Entre os procedimentos mais comuns no chamado “Mommy Makeover”, destacam-se:

Abdominoplastia com correção de diástase

Lipoaspiração de alta definição (VASER HD)

Mastopexia com ou sem prótese de silicone

Enxertia glútea para equilíbrio de proporções

Segundo a Dra. Denise, cada caso exige uma avaliação detalhada, levando em consideração o tempo de pós-parto, se a mulher ainda pretende ter filhos e os exames clínicos.

Segurança em Primeiro Lugar

Apesar do desejo por resultados rápidos, a Dra. Denise ressalta que o planejamento cirúrgico deve priorizar a segurança e a recuperação gradativa da paciente. “Trabalhamos com tecnologia de ponta, protocolos rígidos e uma equipe multidisciplinar especializada para garantir resultados consistentes e naturais. O objetivo é respeitar a anatomia individual e proporcionar um contorno corporal equilibrado”, explica.

Ela também destaca a importância da estabilidade da composição corporal com parâmetros previamente definidos em relação a exames clínicos e percentual de gordura. 

Expectativas Reais e Acompanhamento

Outro ponto fundamental é o alinhamento de expectativas. A Dra. Denise faz questão de orientar suas pacientes com base na realidade de seus corpos, histórico clínico e rotina. “A cirurgia é uma ferramenta, mas a manutenção dos resultados depende de hábitos saudáveis e autocuidado contínuo”, afirma.

Além disso, o acompanhamento pós-operatório é essencial para prevenir complicações e otimizar os resultados. Sendo um dos pilares fundamentais de suporte para as pacientes durante sua jornada na clínica, há uma equipe composta por fisioterapia, enfermagem e nutricionista à disposição nas fases de preparo e pós-operatório. 

Considerações Finais

A cirurgia plástica pós-gestacional é uma alternativa segura e eficaz para mulheres que desejam se reconectar com sua imagem corporal após a maternidade. Sob os cuidados da Dra. Denise Torejane, esse processo se torna mais humano, individualizado e focado na autoestima.

“Cuidar de si mesma também é um ato de amor, especialmente depois de cuidar tanto de outro ser. E quando isso é feito com responsabilidade e técnica, os resultados ultrapassam o espelho”, conclui a Dra. Denise.

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Dra. Denise Torejane Aborda a Realidade da Maternidade com 40+ e os Cuidados Essenciais https://diariocearense.com/dra-denise-torejane-aborda-a-realidade-da-maternidade-com-40-e-os-cuidados-essenciais/25/03/ Mon, 04 Aug 2025 12:25:03 +0000 https://diariocearense.com/dra-denise-torejane-aborda-a-realidade-da-maternidade-com-40-e-os-cuidados-essenciais/25/03/ Neste artigo, a médica cirurgiã plástica Dra. Denise Torejane discute os principais cuidados, benefícios e reflexões sobre a maternidade após os 40 anos. Ela fala sobre a importância da maturidade emocional, da estabilidade financeira e do acompanhamento médico em uma gestação tardia, reforçando o direito da mulher de viver a maternidade no seu próprio tempo.

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A maternidade após os 40 anos deixou de ser exceção e passou a refletir uma nova realidade entre as mulheres brasileiras. Para a médica cirurgiã plástica Dra. Denise Torejane, que acompanha de perto o impacto da idade na saúde e autoestima feminina, essa fase pode ser vivida com plenitude — desde que com acompanhamento adequado.

“Hoje, a mulher de 40 anos é ativa, saudável, trabalha, viaja, se cuida. A decisão de ser mãe depois dessa idade é cada vez mais consciente e, muitas vezes, melhor estruturada emocional e financeiramente”, afirma a Dra. Denise Torejane.

Ela reforça, no entanto, que é essencial estar atenta à saúde do corpo. “Os cuidados médicos precisam ser intensificados. A mulher deve se preparar para uma gestação com exames atualizados, hábitos saudáveis e acompanhamento constante. Isso garante não só a saúde da mãe, mas também do bebê.”

Além dos cuidados físicos, a cirurgiã destaca o aspecto emocional. “A maturidade proporciona uma conexão emocional mais estável. A mulher que opta por ser mãe aos 40+ já passou por muitas fases da vida e tende a viver esse momento com mais presença e menos pressa.”

Segundo a Dra. Denise Torejane, o mais importante é que a decisão seja respeitada e apoiada. “A maternidade não deve ser limitada por padrões sociais. Cada mulher tem seu tempo. A ciência está ao lado da autonomia feminina, e o papel do médico é orientar, nunca julgar.”

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Varizes em mulheres: mais de 45% são afetadas no Brasil — como prevenir em cada fase da vida? https://diariocearense.com/varizes-em-mulheres-mais-de-45-sao-afetadas-no-brasil-como-prevenir-em-cada-fase-da-vida/00/22/ Tue, 25 Mar 2025 13:00:22 +0000 https://diariocearense.com/varizes-em-mulheres-mais-de-45-sao-afetadas-no-brasil-como-prevenir-em-cada-fase-da-vida/00/22/ Oscilação hormonal e estilo de vida estão entre os principais fatores que contribuem para o problema vascular mais comum entre as mulheres. As varizes são veias dilatadas e tortuosas que se desenvolvem abaixo da pele, sendo um dos problemas vasculares mais frequentes entre as mulheres. De acordo com a Sociedade Brasileira de Angiologia e de […]

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Oscilação hormonal e estilo de vida estão entre os principais fatores que contribuem para o problema vascular mais comum entre as mulheres.

As varizes são veias dilatadas e tortuosas que se desenvolvem abaixo da pele, sendo um dos problemas vasculares mais frequentes entre as mulheres. De acordo com a Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV), a prevalência média das varizes na população brasileira é de 38%, afetando 30% dos homens e mais de 45% das mulheres.

Essa diferença significativa se deve, principalmente, à influência dos hormônios femininos ao longo da vida. Estima-se que cerca de 70% das mulheres desenvolvam algum grau de varizes, resultado das oscilações hormonais que fragilizam as paredes das veias e favorecem a dilatação.

Segundo a Dra. Ilana Barros, médica angiologista e especialista em cirurgia vascular, entender o papel dos hormônios nesse processo é fundamental para prevenir e tratar a doença de forma adequada. “As varizes em mulheres têm relação direta com os hormônios femininos, como o estrogênio e a progesterona. Eles provocam alterações na parede das veias, deixando-as mais frágeis e suscetíveis à dilatação”, explica.

Os primeiros sinais costumam surgir ainda na juventude, mas o agravamento se dá principalmente em fases específicas da vida da mulher, como a gestação e a menopausa. “Na gravidez, o útero cresce e comprime as veias da pelve, dificultando o retorno venoso. Já na menopausa, ocorre queda dos hormônios e a perda da elasticidade das veias, o que favorece ainda mais o surgimento das varizes”, destaca a Dra. Ilana Barros.

Prevenção começa cedo

Embora a predisposição genética seja um fator importante, é possível adotar hábitos saudáveis desde cedo para reduzir os riscos. “Manter o peso controlado, praticar atividades físicas regularmente e não passar longos períodos sentada ou em pé são cuidados simples que fazem diferença”, reforça a especialista.

Durante a gestação, o uso de meias de compressão e a drenagem linfática também são grandes aliados para minimizar os sintomas e evitar complicações. “É muito comum as pacientes chegarem com queixa de pernas pesadas, inchaço e dor. Sempre reforço que o acompanhamento médico nessa fase é fundamental, principalmente quando já existe histórico familiar”, orienta a Dra. Ilana Barros.

Na menopausa, os cuidados devem ser redobrados. “Essa fase exige atenção não só pelas varizes, mas por toda a saúde vascular da mulher. Além dos exercícios físicos, a hidratação e os cuidados com a pele das pernas são essenciais para manter a circulação funcionando bem”, completa.

Tratamentos modernos e menos invasivos

Hoje, com o avanço da tecnologia, o tratamento das varizes se tornou mais acessível e menos invasivo. Procedimentos como o laser transdérmico e a escleroterapia com espuma são alternativas eficazes que, segundo a Dra. Ilana Barros, proporcionam resultados estéticos e terapêuticos com menor tempo de recuperação.

“Mas o mais importante é sempre procurar um especialista. O tratamento das varizes vai muito além da estética, envolve saúde e qualidade de vida. Por isso, quanto mais cedo a mulher se cuidar, melhor será o resultado”, conclui.

Cuidar da saúde vascular é um investimento na qualidade de vida. Se notar sinais como dor, inchaço ou vasinhos aparentes, procure um especialista para avaliar o melhor caminho a seguir

Sobre a Dra. Ilana Barros

Dra. Ilana Barros é cirurgiã vascular e angiologista. Formada em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), com residência médica em Cirurgia Geral no Hospital Geral Roberto Santos, em Salvador-BA, e residência médica em Cirurgia Vascular no Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em Recife-PE. É especializada em Radiologia Intervencionista e Cirurgia Endovascular pela ANGIORAD, em Recife-PE, e pós-graduada em Laser, Cosmiatria e Procedimentos no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo-SP. Também é especialista em Ecografia Vascular com Doppler.

Para saber mais, acesse o seu Instagram: @drailanabarros

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“Cansaço emocional”: Por que nos sentimos cansados mesmo sem fazer nada? https://diariocearense.com/cansaco-emocional-por-que-nos-sentimos-cansados-mesmo-sem-fazer-nada/37/02/ Tue, 25 Feb 2025 13:37:02 +0000 https://diariocearense.com/cansaco-emocional-por-que-nos-sentimos-cansados-mesmo-sem-fazer-nada/37/02/ Especialista em autoconhecimento e autoamor explica a raiz do problema

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A sensação de cansaço físico e mental sem uma causa aparente tem se tornado cada vez mais comum nos dias de hoje. A especialista em autoconhecimento e autoamor, Renata Fornari, explica que esse cansaço, muitas vezes, está ligado ao esgotamento emocional, um estado em que nos sentimos drenados de energia, mesmo sem realizar grandes esforços físicos.

 

“O esgotamento emocional é um cansaço interno que não tem explicação fisiológica. É um cansaço do seu corpo emocional, não do corpo físico. Não é porque você não dormiu ou fez atividades físicas, tem outras razões”, explica Renata.

 

De acordo com ela, a busca constante por aprovação e a necessidade de agradar aos outros podem levar a um desgaste emocional significativo. “Quando acordamos e nos sentimos desconectadas de nós mesmas, parece que nada mais se encaixa durante todo o restante do dia. Existe um esforço interno do corpo emocional, por ficar usando máscaras diferentes”, afirma Renata. “Muitas pessoas entram nesse lugar que eu chamo de ‘vício pela busca de aprovação’, no qual se entende que é preciso dar tudo de si para que outras pessoas gostem de você”, reforça.

 

Para lidar com as causas raízes desse vício, Renata sugere um exercício simples e poderoso: “Olhar para uma foto da infância e dizer para si mesma – ‘Eu estou disposta a te amar do jeitinho que você é e não existe nada que você precise fazer para receber o meu amor’”. Esse exercício, segundo a especialista, ajuda a se reconectar com a própria essência e a ressignificar o que o cérebro aprendeu por repetição na infância ao ouvir críticas e concluir “eu não sou bom o suficiente”. Na maioria dos casos, foi na infância que muitos cresceram aprendendo que precisam se moldar ao que os outros esperam, e então inicia-se o vício pela busca de aprovação que se leva para a vida adulta. 

 

Renata Fornari enfatiza a importância de se aceitar e se amar, sem a necessidade de agradar aos outros. “Quando você pode ser você e não sente a necessidade de usar máscaras, você se sente muito mais leve e mais feliz. Ouse, se permita e tenha coragem de ser você!”, finaliza.

 

O esgotamento emocional é um problema cada vez mais comum na sociedade atual. Ao entender as causas desse problema e praticar técnicas de autocuidado, é possível recuperar a energia e a alegria de viver. A dica da especialista é poderosa e retoma que é importante valorizar a pessoa mais importante da sua vida: você mesmo.

Márcia Stival Assessoria
(11) 3213-4252
[email protected]
https://www.instagram.com/marciastivalassessoria/?hl=pt

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