Arquivo de Educacao - Diario Cearense https://diariocearense.com/grupos/educacao/ Tue, 19 May 2026 17:21:36 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.2 https://diariocearense.com/wp-content/uploads/2024/03/DIARIO-CEARENSE-1-150x150.png Arquivo de Educacao - Diario Cearense https://diariocearense.com/grupos/educacao/ 32 32 Consulta pública do CNE sobre licenciaturas semipresenciais fortalece debate democrático na educação https://diariocearense.com/consulta-publica-do-cne-sobre-licenciaturas-semipresenciais-fortalece-debate-democratico-na-educacao/21/36/ Tue, 19 May 2026 17:21:36 +0000 https://diariocearense.com/consulta-publica-do-cne-sobre-licenciaturas-semipresenciais-fortalece-debate-democratico-na-educacao/21/36/ Janguiê Diniz defende alinhamento regulatório entre ensino presencial e EAD e destaca importância da escuta pública na definição das novas diretrizes educacionais Coluna Janguiê Diniz Em mais uma decisão acertada, o Conselho Nacional de Educação (CNE) decidiu submeter à consulta pública a definição dos percentuais de presencialidade dos cursos de licenciatura ofertados no formato semipresencial. […]

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Janguiê Diniz defende alinhamento regulatório entre ensino presencial e EAD e destaca importância da escuta pública na definição das novas diretrizes educacionais

Coluna Janguiê Diniz

Em mais uma decisão acertada, o Conselho Nacional de Educação (CNE) decidiu submeter à consulta pública a definição dos percentuais de presencialidade dos cursos de licenciatura ofertados no formato semipresencial. A medida representa um gesto de maturidade institucional e compromisso democrático com a construção das políticas públicas educacionais. 

Em um cenário marcado por intensas transformações regulatórias, ouvir a sociedade, as instituições de educação superior, especialistas, entidades representativas e os próprios profissionais da educação é não apenas prudente, mas essencial para a construção de diretrizes equilibradas, viáveis e coerentes com a realidade brasileira.

A medida ganha ainda mais relevância quando observamos o contexto recente de reorganização da política nacional de educação a distância. O Decreto nº 12.456, de 19 de maio de 2025, promoveu mudanças profundas na organização dos formatos educacionais. Entre elas, a vedação de oferta integralmente a distância para as licenciaturas e a definição de 40% de presencialidade para os cursos semipresenciais.

Contudo, as atuais Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) para a formação inicial de professores estabelecem outros parâmetros. Enquanto o novo marco regulatório da EAD passou a trabalhar com a lógica do formato semipresencial estruturado a partir de percentuais mínimos de atividades presenciais e síncronas mediadas, a regulamentação das licenciaturas exige 50% de presencialidade, criando um descompasso normativo que gera insegurança jurídica e dúvidas operacionais para as instituições de ensino.

Nesse contexto, a iniciativa do CNE de abrir consulta pública demonstra disposição para construir convergência regulatória. Mais do que um debate sobre números, a expectativa é de que o processo resulte no alinhamento de duas políticas públicas. Esta é uma medida relevante, ainda que o decreto reconheça a sobreposição das DCNs em situações de divergência.

Por isso, é falaciosa a narrativa de que o Decreto nº 12.456/2025 enfraqueceu a formação docente. Pelo contrário. O texto buscou consolidar uma política de educação a distância orientada pela qualidade acadêmica, pela valorização da docência e pelo fortalecimento das experiências formativas presenciais e síncronas. Trata-se de um posicionamento essencial para assegurar qualidade sem ignorar a diversidade territorial, social e econômica do Brasil.

Cabe ressaltar que alterações em percentuais de presencialidade produzem impactos concretos sobre acesso, permanência e sustentabilidade da oferta educacional. Um aumento excessivo das atividades presenciais pode dificultar o ingresso e a continuidade de milhares de estudantes que vivem longe dos grandes centros urbanos, trabalham em tempo integral ou dependem da flexibilidade proporcionada pela educação mediada pela tecnologia. Ao mesmo tempo, é legítima a preocupação com a necessidade de experiências práticas, interação pedagógica qualificada e fortalecimento da identidade docente durante o processo formativo.

Por isso, a consulta pública se apresenta como um caminho adequado. Ela permite que o debate saia do campo das disputas ideológicas simplificadas e avance para uma discussão técnica, baseada em evidências, experiências institucionais e compreensão das diferentes realidades do país. A formação de professores é complexa demais para ser conduzida a partir de decisões unilaterais ou construídas sem ampla escuta social.

Outro aspecto positivo consiste no reconhecimento de que políticas educacionais precisam ser harmônicas. O Brasil viveu, nos últimos anos, diversas alterações regulatórias no campo da educação superior. Muitas vezes, essas mudanças foram implementadas sem a devida articulação entre decretos, portarias, diretrizes curriculares e instrumentos de avaliação. O resultado foi um ambiente de instabilidade regulatória que dificultou o planejamento institucional e gerou insegurança jurídica para o setor educacional.

Também merece destaque o fato de que a própria abertura da consulta pública reforça o papel do Conselho Nacional de Educação como instância de mediação qualificada entre governo, sociedade e sistema educacional. Em tempos de polarização e radicalização de debates, optar pela escuta e pela construção coletiva representa uma maturidade institucional importante. Não se trata de abrir mão da regulação, mas de fortalecê-la a partir da legitimidade do diálogo.

A educação brasileira precisa superar a lógica das falsas dicotomias. Presencialidade e tecnologia não são conceitos incompatíveis. Qualidade e flexibilidade também não. O desafio contemporâneo consiste exatamente em construir modelos híbridos capazes de combinar experiências formativas robustas, acompanhamento pedagógico efetivo, desenvolvimento de competências profissionais e ampliação do acesso educacional.

Nesse sentido, a consulta pública promovida pelo CNE deve ser celebrada não apenas pelo seu conteúdo imediato, mas pelo método adotado. Escutar antes de decidir é sempre um sinal positivo. Especialmente quando se trata de um tema tão sensível quanto a formação dos futuros professores brasileiros.

*Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), secretário-executivo do Brasil Educação – Fórum Brasileiro da Educação Particular, fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional, presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

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Janguiê Diniz defende inclusão do Fies no Desenrola 2.0 como “segunda chance” para estudantes endividados https://diariocearense.com/janguie-diniz-defende-inclusao-do-fies-no-desenrola-2-0-como-segunda-chance-para-estudantes-endividados/01/02/ Fri, 08 May 2026 15:01:02 +0000 https://diariocearense.com/janguie-diniz-defende-inclusao-do-fies-no-desenrola-2-0-como-segunda-chance-para-estudantes-endividados/01/02/ Empresário e presidente da ABMES afirma que renegociação de dívidas fortalece o acesso ao ensino superior, reduz desigualdades e devolve oportunidades a milhares de brasileiros Coluna Janguiê Diniz* Poucos dias depois de sancionar o novo Plano Nacional de Educação (PNE) com metas mais ambiciosas para a educação superior do que o documento anterior, o governo […]

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Empresário e presidente da ABMES afirma que renegociação de dívidas fortalece o acesso ao ensino superior, reduz desigualdades e devolve oportunidades a milhares de brasileiros

Coluna Janguiê Diniz*

Poucos dias depois de sancionar o novo Plano Nacional de Educação (PNE) com metas mais ambiciosas para a educação superior do que o documento anterior, o governo federal acertou em cheio em outra decisão estratégica para o futuro do país: a inclusão dos inadimplentes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) na nova edição do programa de renegociação de dívidas, o Desenrola 2.0. Trata-se de uma decisão acertada tanto do ponto de vista econômico quanto social.

Ao ampliar os mecanismos de renegociação de dívidas para alcançar estudantes que recorreram ao crédito educacional, a Medida Provisória nº 1.355/2026 reconhece uma realidade muitas vezes negligenciada: a de milhares de brasileiros que apostaram na educação superior como principal via de transformação de suas trajetórias de vida, mas que hoje enfrentam dificuldades concretas para honrar seus compromissos financeiros.

Ao conceder às dívidas de financiamento estudantil condições especiais de renegociação dispensadas a outros débitos, o poder público demonstrou valorizar o papel estratégico da educação na redução das desigualdades econômicas impostas aos brasileiros. Afinal, não se trata apenas de aliviar passivos acumulados, mas de oferecer uma segunda chance a jovens que, em sua maioria, são oriundos de famílias de baixa renda e que enxergam no diploma de graduação a possibilidade real de romper ciclos geracionais de pobreza.

Entre os benefícios da medida, está a previsão de descontos que podem chegar a até 99% do valor consolidado da dívida para estudantes inscritos no Cadastro Único e com débitos em atraso há mais de um ano. Ao reconhecer a vulnerabilidade desse público, a política pública avança no sentido de alinhar o desenho do programa às reais condições de pagamento de seus usuários, evitando que o financiamento educacional, concebido como mecanismo de acesso, se transforme em um fator de exclusão futura.

Esse aspecto é ainda mais significativo quando se considera que uma parcela expressiva dos estudantes que recorrem ao Fies, na prática, integra o público-alvo do Programa Universidade para Todos (ProUni), que oferta bolsas de 100% e 50% das mensalidades. Contudo, o limite de vagas e os critérios rigorosos de elegibilidade fazem com que muitos estudantes de baixa renda não consigam acessar o programa, e o Fies acaba sendo a alternativa possível.

Essa dinâmica revela um ponto central do debate sobre políticas públicas educacionais no Brasil: a necessidade de articulação e complementaridade entre os diferentes instrumentos de acesso. Em um sistema no qual 80% das matrículas estão concentradas em instituições privadas, políticas como o Fies e o ProUni não são apenas desejáveis, mas absolutamente essenciais para garantir que estudantes de baixa renda possam acessar essas instituições.

Nesse sentido, a inclusão do Fies no Desenrola 2.0 deve ser interpretada como parte de uma política mais ampla de reequilíbrio social. Ao enfrentar o problema da inadimplência, o governo federal contribui para a sustentabilidade do programa e, ao mesmo tempo, resgata sua função original como instrumento de mobilidade social.

Além dos impactos estruturais, há também efeitos imediatos e transformadores na vida dos beneficiários. A possibilidade de renegociar dívidas com condições acessíveis permite que esses estudantes deixem para trás situações de inadimplência prolongada, muitas vezes associadas à negativação do nome e à inscrição em cadastros restritivos de crédito ou mesmo na dívida ativa da União. Ao superar essas barreiras, esses jovens passam a ter acesso a novas oportunidades, seja no mercado de trabalho, seja no sistema financeiro, podendo planejar com mais segurança seus próximos passos.

É importante reconhecer, ainda, que medidas dessa natureza produzem efeitos positivos que vão além do indivíduo. Ao permitir a reinserção de milhares de pessoas no circuito econômico formal, o programa contribui para a dinamização da economia, ampliando o consumo, estimulando o empreendedorismo e fortalecendo a arrecadação. Trata-se, portanto, de uma política pública que combina sensibilidade social com racionalidade econômica.

Por fim, a inclusão do Fies no Desenrola 2.0 acende a esperança de uma retomada estratégica da política que, em seu auge, foi responsável por transformar o perfil do ensino superior brasileiro. Para isso, o próximo passo consiste na reformulação do programa em si, com o estabelecimento de critérios e diretrizes que dialoguem com a realidade do público ao qual se destina, garantindo não apenas a assinatura dos contratos, mas também o seu encerramento dentro do que é esperado pelo poder público e pelos estudantes.

Ao apostar na renegociação das dívidas como caminho para reequilibrar o sistema e apoiar aqueles que mais precisam, o governo federal reafirma a centralidade da educação superior para um país mais justo e próspero. E, ao permitir que esses jovens iniciem ou retomem suas vidas adultas sem o peso de um endividamento insustentável, dá um passo importante na direção de um Brasil em que o acesso à educação não seja um privilégio, mas um direito efetivamente garantido a todo e qualquer cidadão brasileiro.

*Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), secretário-executivo do Brasil Educação – Fórum Brasileiro da Educação Particular, fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional, presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

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Governo abre consulta pública para guia de inclusão digital da pessoa idosa https://diariocearense.com/governo-abre-consulta-publica-para-guia-de-inclusao-digital-da-pessoa-idosa/24/04/ Thu, 07 May 2026 09:24:04 +0000 https://diariocearense.com/governo-abre-consulta-publica-para-guia-de-inclusao-digital-da-pessoa-idosa/24/04/ Contribuições para construção do documento podem ser enviadas até 24 de maio pela plataforma Brasil Participativo O Governo do Brasil abriu consulta pública para a construção do Guia Orientativo para o Desenvolvimento de Competências Digitais e Midiáticas da Pessoa Idosa no Brasil, iniciativa que busca promover a inclusão digital e ampliar a participação das pessoas […]

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Contribuições para construção do documento podem ser enviadas até 24 de maio pela plataforma Brasil Participativo

O Governo do Brasil abriu consulta pública para a construção do Guia Orientativo para o Desenvolvimento de Competências Digitais e Midiáticas da Pessoa Idosa no Brasil, iniciativa que busca promover a inclusão digital e ampliar a participação das pessoas idosas na sociedade contemporânea.

A proposta parte do reconhecimento de que o avanço das tecnologias digitais tem transformado o acesso à informação, aos serviços públicos e às formas de interação social. Nesse cenário, o desenvolvimento de competências digitais e midiáticas é fundamental para que a população idosa possa utilizar essas tecnologias de forma segura, crítica e autônoma.

A consulta pública, aberta no dia 24 de abril, está disponível na plataforma Brasil Participativo e constitui uma etapa central do processo de elaboração do guia. O ambiente reúne as orientações, o conteúdo base do documento e o espaço para envio de contribuições.

A participação é aberta a toda a sociedade, incluindo gestores públicos, educadores, pesquisadores, organizações da sociedade civil, profissionais de diferentes áreas, familiares, cuidadores e as próprias pessoas idosas. As contribuições podem ser enviadas até 24 de maio de 2026, diretamente pela plataforma, e serão analisadas para subsidiar a versão final do guia.

ABORDAGEM DO GUIA — O Guia Orientativo para o Desenvolvimento de Competências Digitais e Midiáticas da Pessoa Idosa no Brasil propõe diretrizes, princípios e metodologias para promover a inclusão, a autonomia e a participação das pessoas idosas na sociedade digital. Elaborado de forma intersetorial no âmbito do 6º Plano de Ação Nacional da Parceria para Governo Aberto, o documento é coordenado pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, por meio da Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa, com a participação de entidades governamentais e organizações da sociedade civil.

O documento reconhece o envelhecimento populacional e a digitalização da vida como desafios centrais para as políticas públicas, destacando que a inclusão digital vai além do acesso às tecnologias e envolve também processos de alfabetização e letramento digital crítico.

O guia parte do reconhecimento da diversidade das pessoas idosas e defende uma abordagem centrada no protagonismo do educando, na aprendizagem ao longo da vida e na conexão com o cotidiano. Nesse contexto, estrutura-se a partir de princípios como acessibilidade, autonomia, segurança, equidade e enfrentamento ao idadismo, organizando-se também em eixos temáticos que abrangem desde o acesso às tecnologias até o uso crítico da informação, a segurança digital, a interação com serviços públicos, o uso ético da internet e a compreensão de tecnologias emergentes, como a inteligência artificial.

METODOLOGIAS E IMPLEMENTAÇÃO — Além das diretrizes conceituais, o guia propõe metodologias baseadas na educação popular, no aprendizado intergeracional e em percursos formativos que valorizam os saberes prévios das pessoas idosas. O documento também indica formatos para o monitoramento e a avaliação das ações, com definição de critérios, indicadores e mecanismos de acompanhamento contínuo.
Sua implementação reforça a educação digital como estratégia de inclusão social, contribuindo para o empoderamento das pessoas idosas e para o fortalecimento do aprendizado ao longo da vida. Esse processo favorece a ampliação da autonomia, o desenvolvimento humano e a participação ativa na sociedade contemporânea.

PARTICIPAÇÃO SOCIAL — A consulta pública integra o processo de construção do guia e busca reunir contribuições de diferentes setores da sociedade. A participação social é considerada essencial para garantir que o material reflita a diversidade de contextos, experiências e necessidades da população idosa no Brasil.

As contribuições recebidas serão sistematizadas e analisadas, podendo subsidiar a versão final do documento. A expectativa é que o guia funcione como uma referência

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República 

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Pé-de-Meia ajuda a reduzir evasão escolar em 43% no ensino médio brasileiro https://diariocearense.com/pe-de-meia-ajuda-a-reduzir-evasao-escolar-em-43-no-ensino-medio-brasileiro/19/10/ Thu, 07 May 2026 09:19:10 +0000 https://diariocearense.com/pe-de-meia-ajuda-a-reduzir-evasao-escolar-em-43-no-ensino-medio-brasileiro/19/10/ Programa de incentivo financeiro já alcança 5,6 milhões de estudantes da rede pública e reforça permanência nas escolas A evasão escolar no ensino médio registrou uma queda expressiva nos últimos dois anos no Brasil. Dados recentes mostram que o abandono diminuiu 43% no período, sinalizando uma mudança relevante no cenário educacional. A taxa caiu de […]

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Programa de incentivo financeiro já alcança 5,6 milhões de estudantes da rede pública e reforça permanência nas escolas

A evasão escolar no ensino médio registrou uma queda expressiva nos últimos dois anos no Brasil. Dados recentes mostram que o abandono diminuiu 43% no período, sinalizando uma mudança relevante no cenário educacional. A taxa caiu de 6,4% em 2024 para 3,6% no ano seguinte.

Esse avanço ocorre em um contexto de ampliação de políticas públicas voltadas à permanência dos estudantes na escola. Entre as iniciativas, o programa Pé-de-Meia tem ganhado destaque ao apostar em incentivos financeiros como estratégia para conter a evasão escolar.

Como o Pé-de-Meia contribui para reduzir a evasão escolar no ensino médio

O Pé-de-Meia funciona como uma poupança direcionada a estudantes do ensino médio da rede pública. Os valores são depositados ao longo do percurso escolar, com base em critérios como matrícula ativa, frequência regular e conclusão das etapas.

A iniciativa já alcança cerca de 5,6 milhões de estudantes, o equivalente a, aproximadamente, 54% dos alunos dessa fase de ensino. O objetivo é reduzir impactos de fatores que historicamente contribuem para a evasão escolar, como dificuldades financeiras e necessidade de trabalhar cedo.

Ao aliviar parte da pressão econômica, o incentivo contribui para que mais jovens permaneçam na escola. Ao mesmo tempo, reforça a percepção da educação como um caminho possível para ampliar oportunidades no futuro.

Principais causas da evasão escolar no ensino médio e soluções possíveis

Apesar da redução recente, a evasão escolar ainda está ligada a problemas estruturais no país. Desigualdade social, acesso limitado à educação de qualidade e inserção precoce no mercado de trabalho seguem como obstáculos importantes.

Diante desse cenário, o uso de ferramentas educacionais também ganhou espaço. Recursos como a calculadora ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) ajudam no acompanhamento do desempenho acadêmico, permitindo simular resultados e organizar melhor a rotina de estudos

Esse tipo de apoio contribui para que estudantes visualizem metas mais concretas, especialmente em relação ao ingresso no ensino superior. Além disso, a formação de uma poupança ao longo do ensino médio pode auxiliar no planejamento futuro, incluindo a escolha de cursos de graduação e a continuidade dos estudos.

Redução da evasão escolar no ensino médio reforça importância de políticas públicas

A queda na evasão escolar no ensino médio reforça a importância de políticas públicas consistentes e contínuas. Iniciativas como o Pé-de-Meia mostram que o incentivo financeiro, aliado a estratégias educacionais, pode gerar impactos positivos na permanência escolar.

O desafio, no entanto, permanece. A redução das desigualdades no acesso à educação depende da ampliação dessas ações e de um olhar atento para as diferentes realidades dos estudantes. Nesse contexto, fortalecer políticas educacionais segue como um passo essencial para garantir trajetórias mais estáveis e ampliar oportunidades no país.

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Janguiê Diniz aponta que mercado de mentorias entra em ponto de inflexão e exige mais governança https://diariocearense.com/janguie-diniz-aponta-que-mercado-de-mentorias-entra-em-ponto-de-inflexao-e-exige-mais-governanca/35/10/ Mon, 04 May 2026 09:35:10 +0000 https://diariocearense.com/janguie-diniz-aponta-que-mercado-de-mentorias-entra-em-ponto-de-inflexao-e-exige-mais-governanca/35/10/ Crescimento acelerado ampliou acesso, mas falta de critérios e padronização ainda desafia credibilidade do setor Coluna Janguiê Diniz O mercado brasileiro de mentorias vive um paradoxo interessante. Nunca houve tanta demanda por conhecimento aplicado, desenvolvimento empresarial e aceleração de resultados. Ao mesmo tempo, nunca foi tão evidente a ausência de critérios claros capazes de separar […]

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Crescimento acelerado ampliou acesso, mas falta de critérios e padronização ainda desafia credibilidade do setor

Coluna Janguiê Diniz

O mercado brasileiro de mentorias vive um paradoxo interessante. Nunca houve tanta demanda por conhecimento aplicado, desenvolvimento empresarial e aceleração de resultados. Ao mesmo tempo, nunca foi tão evidente a ausência de critérios claros capazes de separar experiência real, capacidade estratégica e entrega consistente de simples posicionamento digital.

Nos últimos anos, o setor cresceu impulsionado pela transformação digital, ascensão da creator economy e valorização do conhecimento como ativo econômico. A democratização das plataformas digitais permitiu que milhares de profissionais transformassem experiência em produto, criando um mercado extremamente dinâmico e acessível.

Esse movimento teve méritos importantes. Expandiu o acesso à educação executiva, aproximou empresários de especialistas e abriu espaço para novos modelos de desenvolvimento profissional. Porém, como ocorre em praticamente todos os setores que crescem de forma acelerada, o avanço veio antes da estrutura.

Hoje, o mercado de mentorias ainda opera com baixa institucionalização. Em muitos casos, faltam critérios objetivos de validação, mecanismos sólidos de governança e parâmetros minimamente padronizados de qualidade. A consequência é previsível: aumento da subjetividade, assimetria de percepção e desgaste gradual de credibilidade.

A escolha de um mentor frequentemente acontece mais por presença digital, autoridade percebida ou alcance nas redes sociais do que por indicadores concretos de performance, experiência empresarial ou capacidade comprovada de gerar resultado. Isso não significa que o mercado seja inconsistente. Significa apenas que ainda está em processo de amadurecimento.

Todo setor que cresce rapidamente passa, em algum momento, por um ponto de inflexão. Foi assim com startups, franquias, educação executiva e até mesmo com o mercado financeiro. O crescimento inicial costuma ser impulsionado pela inovação e pela velocidade. A fase seguinte exige algo diferente, estrutura.

Governança, certificação, compliance, critérios de avaliação e mecanismos de reputação deixam de ser diferenciais e passam a funcionar como elementos fundamentais para a sustentabilidade do ecossistema. No mercado de mentorias, esse movimento começa agora.

A discussão sobre profissionalização do setor não deve ser confundida com burocratização ou limitação da atividade. Pelo contrário. Estruturar um mercado significa criar mais previsibilidade, confiança e segurança para todos os envolvidos, mentores, empresários, investidores e clientes.

Quando existem critérios objetivos, o ambiente se torna mais saudável. Bons profissionais conseguem consolidar reputação de forma mais consistente. Empresas passam a tomar decisões com menos subjetividade. E o próprio mercado ganha força institucional para sustentar crescimento de longo prazo.

Foi a partir dessa percepção que nasceu a Mentor Capital Group (MCG), holding criada para funcionar como um ecossistema estratégico voltado à profissionalização da mentoria empresarial no Brasil. A proposta não é criar apenas uma comunidade de relacionamento, mas uma estrutura baseada em governança, inteligência coletiva, critérios objetivos e desenvolvimento sustentável.

Entre os pilares do projeto está o Mentor Capital Standard (MCS), sistema de certificação desenvolvido para avaliar mentores a partir de fatores como performance empresarial, capacidade estratégica, ética, escalabilidade e impacto comprovado. O objetivo é reduzir subjetividades e criar referências mais sólidas dentro do setor.

A holding também adota uma metodologia própria de desenvolvimento empresarial, estruturada em quatro dimensões: Elevation, Engine, Execution e Expansion. Mais do que um framework, trata-se de uma tentativa de transformar experiência em processo, reduzindo improvisações comuns em um mercado ainda pouco organizado.

Naturalmente, nenhuma iniciativa isolada resolverá todos os desafios do setor. Mas o amadurecimento de qualquer mercado começa exatamente quando surgem as primeiras estruturas voltadas à organização, padronização e construção de credibilidade coletiva.

O mercado de mentorias brasileiro ainda possui enorme potencial de crescimento. Porém, seu próximo ciclo provavelmente não será definido apenas por alcance, audiência ou visibilidade. Será definido por consistência, reputação, governança e capacidade real de gerar transformação sustentável.

Em algum momento, todo mercado deixa de ser apenas tendência e passa a precisar de estrutura. Talvez este seja exatamente o momento da mentoria empresarial no Brasil.

Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), secretário-executivo do Brasil Educação – Fórum Brasileiro da Educação Particular, fundador,  controlador e presidente do conselho de administração  do grupo Ser Educacional,  presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

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Prazo para pedir isenção da taxa do Enem 2026 é estendido https://diariocearense.com/prazo-para-pedir-isencao-da-taxa-do-enem-2026-e-estendido/21/06/ Fri, 01 May 2026 15:21:06 +0000 https://diariocearense.com/prazo-para-pedir-isencao-da-taxa-do-enem-2026-e-estendido/21/06/ O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) anunciaram a prorrogação do prazo para solicitação de isenção da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026. Inicialmente previsto para encerrar na sexta-feira, 24 de abril, o período foi estendido até o dia 30 […]

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O Ministério da Educação (MEC), em conjunto com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), comunicou a extensão do prazo para pedidos de isenção da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026. O período, que estava previsto para terminar na sexta-feira, 24 de abril, foi prorrogado até o dia 30 do mesmo mês, proporcionando aos estudantes mais tempo para solicitar esse benefício.

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Os interessados devem realizar a solicitação exclusivamente pela Página do Participante do Enem, utilizando o login único disponibilizado pela plataforma digital do governo federal, chamada Gov.br. Essa iniciativa visa facilitar o acesso ao exame, considerado um dos principais meios de ingresso no ensino superior brasileiro.

Requisitos para a solicitação online

Para receber a isenção da taxa de inscrição, os candidatos precisam cumprir os critérios definidos no edital e fazer o pedido dentro do novo prazo estabelecido. A gratuidade não é concedida automaticamente, mesmo para aqueles que atendem às condições especificadas.

Os seguintes grupos têm direito à isenção:

  • Estudantes do 3º ano do ensino médio em instituições públicas em 2026;
  • Aqueles que concluíram todo o ensino médio em escolas públicas ou como bolsistas integrais em instituições privadas e que possuem renda familiar per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio;
  • Pessoas com situação de vulnerabilidade socioeconômica registradas no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico);
  • Beneficiários do programa Pé-de-Meia ligado ao Ministério da Educação.

A solicitação deve ser feita na Página do Participante, onde também será necessário anexar documentos que comprovem a elegibilidade ao benefício, quando solicitado.

Prazos e normas mantidas para isenção

Além da ampliação da data limite, as diretrizes para solicitação da isenção permanecem as mesmas. Aqueles que conseguiram a gratuidade no Enem 2025, mas não compareceram aos dois dias de prova, precisam apresentar uma justificativa para serem elegíveis novamente em 2026.

A justificativa deve ser submetida por meio da Página do Participante e requer documentação comprobatória. Entre os documentos aceitos estão:

  • Boletim de ocorrência em casos de assaltos ou acidentes de trânsito;
  • Atestado médico;
  • Certidão de óbito de um familiar;
  • Outros documentos conforme previsto no edital oficial do exame.

A correta submissão dessas informações é essencial para que o Inep analise o pedido de nova isenção.

Prazos para resultados e recursos

Conforme o cronograma divulgado, os resultados das solicitações de isenção serão divulgados no dia 8 de maio. Os candidatos cujos pedidos forem negados terão a oportunidade de apresentar recurso administrativo entre os dias 11 e 15 de maio.

A divulgação dos resultados finais dos recursos está programada para ocorrer em 22 de maio. Até agora, o MEC e o Inep ainda não divulgaram as datas oficiais referentes ao período de inscrição para o Enem 2026.

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Enem: principal acesso ao ensino superior brasileiro

No Brasil, o Exame Nacional do Ensino Médio se destaca como a principal forma de ingresso nas universidades. As notas obtidas pelos participantes podem ser utilizadas em diversos programas federais, como Sisu (Sistema de Seleção Unificada), Prouni (Programa Universidade para Todos) e Fies (Fundo de Financiamento Estudantil).

A partir da edição realizada em 2025, o exame também voltou a servir como certificação de conclusão do ensino médio. Para isso, é necessário que o participante tenha pelo menos 18 anos completos e alcance as notas mínimas exigidas em cada área do conhecimento e na redação.

A prorrogação do prazo para pedidos de isenção reflete a intenção do MEC e Inep de promover maior inclusão entre os estudantes no processo seletivo, garantindo acesso facilitado ao exame especialmente àqueles em situação vulnerável.

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Fortaleza lança inscrições para o Bolsa Esporte, disponibilizando mais de mil oportunidades https://diariocearense.com/fortaleza-lanca-inscricoes-para-o-bolsa-esporte-disponibilizando-mais-de-mil-oportunidades/22/06/ Fri, 24 Apr 2026 15:22:06 +0000 https://diariocearense.com/fortaleza-lanca-inscricoes-para-o-bolsa-esporte-disponibilizando-mais-de-mil-oportunidades/22/06/ A Prefeitura de Fortaleza inicia, nesta terça-feira (14), as inscrições para o programa Bolsa Esporte Fortaleza 2026. A iniciativa é coordenada pela Secretaria Municipal do Esporte e Lazer de Fortaleza e tem como objetivo incentivar a prática esportiva e apoiar atletas, paratletas e treinadores do município. Ao todo, serão ofertadas 1.230 bolsas, contemplando diferentes perfis […]

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A Prefeitura de Fortaleza dá início, nesta terça-feira (14), ao processo de inscrições para o programa Bolsa Esporte Fortaleza 2026. Esta ação é gerida pela Secretaria Municipal do Esporte e Lazer e visa promover a prática esportiva, além de oferecer suporte a atletas, paratletas e treinadores da cidade. Serão disponibilizadas um total de 1.230 bolsas que atenderão a diversos perfis e níveis de desempenho no esporte.

Os interessados poderão se inscrever até o dia 21 de abril, utilizando a plataforma Fortaleza Digital. É necessário acessar o serviço específico do programa e preencher as informações requeridas. Essa iniciativa está inserida nas políticas públicas que buscam fortalecer o esporte local e incentivar a participação em competições.

Oportunidades ampliadas para atletas e treinadores

Dentre as vagas oferecidas, 1.110 são destinadas a atletas e paratletas, enquanto 120 serão alocadas para treinadores. O público-alvo abrange jovens e adultos com idades entre 10 e 49 anos para os atletas, e de 21 a 49 anos para os treinadores.

As modalidades abarcam esportes olímpicos, paralímpicos, surdolímpicos, assim como outras categorias reconhecidas no cenário esportivo. A proposta visa atender diferentes segmentos esportivos, promovendo inclusão e proporcionando suporte financeiro ao desenvolvimento das atividades no município.

Os valores das bolsas variam conforme a categoria do atleta. Existe uma divisão em três faixas: R$ 300 para a categoria Base; R$ 600 para Regional/Nacional; e R$ 1.200 na categoria Internacional. Para os treinadores selecionados, será concedido um auxílio mensal de R$ 600.

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Critérios de seleção e inscrição do programa Bolsa Esporte Fortaleza 2026

A seleção dos candidatos levará em conta o desempenho nas competições oficiais que ocorrerem em 2024 e 2025, considerando resultados com classificações até o 10º lugar, conforme os critérios estabelecidos no edital do programa.

Para aqueles que se inscrevem nas categorias Base e Regional/Nacional, será necessária a inscrição no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), que deve apresentar uma renda per capita de até um salário mínimo por membro da família. Essa exigência busca assegurar que o benefício seja direcionado a atletas em situação vulnerável socioeconomicamente.

A Bolsa Esporte Fortaleza 2026 faz parte de um conjunto mais amplo de iniciativas da administração municipal voltadas à continuidade das atividades esportivas entre atletas e treinadores. O objetivo é garantir que os beneficiários consigam prosseguir com seus treinos e representar Fortaleza em competições esportivas em diversos níveis.

As inscrições devem ser feitas exclusivamente online dentro do período determinado. Após o fechamento do processo, as informações serão avaliadas segundo os critérios estipulados, com divulgação dos resultados nos canais oficiais da Prefeitura de Fortaleza posteriormente.

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Entenda o “Governo do Brasil na Rua”: um programa que oferece serviços gratuitos à comunidade https://diariocearense.com/entenda-o-governo-do-brasil-na-rua-um-programa-que-oferece-servicos-gratuitos-a-comunidade/22/05/ Fri, 24 Apr 2026 15:22:05 +0000 https://diariocearense.com/entenda-o-governo-do-brasil-na-rua-um-programa-que-oferece-servicos-gratuitos-a-comunidade/22/05/ Fortaleza, que completou recentemente 300 anos de fundação, será palco da 12ª edição da caravana “Governo do Brasil na Rua”, ação que leva serviços públicos essenciais diretamente à população. A capital cearense integra a lista de cidades contempladas pela mobilização, que busca ampliar o acesso a direitos e facilitar o atendimento de demandas básicas em […]

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A cidade de Fortaleza, que recentemente celebrou seus 300 anos, irá sediar a 12ª edição do projeto “Governo do Brasil na Rua”. Esta iniciativa tem como objetivo levar serviços públicos essenciais diretamente à população. A capital cearense é uma das cidades escolhidas para participar desta mobilização, que visa facilitar o acesso a direitos e atender a necessidades básicas em diversas regiões do Brasil.

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A feira da cidadania está programada para acontecer nesta quinta-feira (16) e na sexta-feira (17), no Cuca Pici – Centro Urbano de Cultura, Arte, Ciência e Esporte, situado no bairro Pici. O evento funcionará das 9h às 17h, com acesso livre ao público e sem necessidade de agendamento.

Autoridades se reúnem para ampliar serviços à população

O evento contará com a participação de representantes dos níveis federal, estadual e municipal. Às 9h, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, o governador do Ceará, Elmano de Freitas, e o prefeito de Fortaleza, Evandro Leitão, farão uma coletiva de imprensa. Após isso, está prevista a cerimônia de abertura oficial do evento com a presença das autoridades e convidados especiais.

A realização dessa caravana em Fortaleza é fruto de uma parceria entre o governo estadual e a prefeitura local, visando aumentar a gama de serviços oferecidos à população da capital e da Região Metropolitana. A colaboração entre diferentes níveis governamentais possibilita um atendimento mais integrado e descentralizado aos cidadãos.

Nos dois dias do evento, os participantes poderão acessar uma ampla variedade de serviços concentrados em um único local. O intuito é proporcionar aos cidadãos a oportunidade de resolver pendências e reivindicar direitos de forma rápida, evitando deslocamentos para diferentes órgãos públicos.

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Governo do Brasil na Rua oferece serviços gratuitos em Fortaleza

Entre os principais serviços disponíveis na caravana “Governo do Brasil na Rua”, destacam-se as perícias do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), vacinação para todas as idades, atendimentos na área da saúde e microchipagem de animais de estimação. Todas as ofertas serão gratuitas e não exigirão agendamento prévio, permitindo que os visitantes resolvam suas demandas durante a visita.

A ação possui caráter interministerial e é coordenada pela Secretaria-Geral da Presidência da República. Diversos órgãos federais participarão da iniciativa, que também conta com o apoio de parceiros locais como governos estaduais e municipais, aumentando assim a abrangência e eficácia dos atendimentos.

O principal objetivo desse projeto é aproximar os serviços públicos dos cidadãos em áreas urbanas onde há alta demanda por atendimentos essenciais. A estratégia busca eliminar barreiras de acesso e promover inclusão social através da oferta direta desses serviços.

A escolha de Fortaleza para receber essa ação ocorre em um momento emblemático devido às comemorações dos 300 anos da cidade. A expectativa é que um grande número de residentes tanto da capital quanto da Região Metropolitana compareçam para aproveitar essa oferta concentrada de serviços.

Com essa 12ª edição, o “Governo do Brasil na Rua” se estabelece como uma das iniciativas itinerantes mais relevantes voltadas à ampliação do acesso às políticas públicas, reunindo diversos órgãos em um esforço conjunto para atender diretamente a população.

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Estudantes cearenses são convidados a solicitar isenção da taxa do Enem 2026; descubra o passo a passo https://diariocearense.com/estudantes-cearenses-sao-convidados-a-solicitar-isencao-da-taxa-do-enem-2026-descubra-o-passo-a-passo/22/04/ Fri, 24 Apr 2026 15:22:04 +0000 https://diariocearense.com/estudantes-cearenses-sao-convidados-a-solicitar-isencao-da-taxa-do-enem-2026-descubra-o-passo-a-passo/22/04/ A Secretaria da Educação do Ceará (Seduc) realiza nesta quarta-feira (22) uma mobilização em toda a rede pública estadual para incentivar estudantes a fazerem o pedido de isenção da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026. O prazo para pedir o benefício termina no próximo dia 24 de abril, sexta-feira.  >>>Clique […]

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Nesta quarta-feira, dia 22, a Secretaria da Educação do Ceará (Seduc) está promovendo uma mobilização em todas as escolas públicas estaduais. O objetivo é estimular os alunos a solicitarem a isenção da taxa de inscrição para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026. Os interessados têm até o dia 24 de abril, uma sexta-feira, para fazer esse pedido.

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Como solicitar a isenção da taxa do Enem 2026

Um ato simbólico será realizado às 14h na Escola de Ensino Médio Professor Otávio Terceiro de Farias, localizada no bairro José Walter, em Fortaleza. A cerimônia contará com a presença de Helder Nogueira, secretário executivo de Equidade e Direitos Humanos.

A Seduc informa que todas as unidades da rede estadual estão disponíveis para orientar e auxiliar os estudantes durante a solicitação da isenção, com especial atenção aos alunos que estão na 3ª série do Ensino Médio. Jucineide Fernandes, secretária da Educação do Ceará, destacou que essa mobilização faz parte das estratégias para aumentar a participação dos jovens no exame e fortalecer sua preparação para o ingresso no ensino superior.

Os estudantes que se enquadram nas condições devem acessar a Página do Participante e utilizar o login único da plataforma Gov.br para realizar o pedido. É importante lembrar que essa solicitação não substitui a inscrição oficial no Enem, que deverá ser feita posteriormente em um calendário que ainda será anunciado pelo Ministério da Educação (MEC).

Além disso, até o dia 24 de abril segue aberto o prazo para justificar ausências no Enem 2025. Essa justificativa é necessária para aqueles que não compareceram às provas e desejam solicitar uma nova isenção.

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Novo recurso: Nome social

O edital deste ano introduz a possibilidade de solicitar tratamento pelo nome social já na fase de pedido de isenção. Para que isso seja possível, o nome social deve estar registrado na Receita Federal previamente.

Vale ressaltar que a aprovação da justificativa de ausência ou do pedido de isenção não garante automaticamente a inscrição no exame. Os candidatos precisam acompanhar as publicações sobre o edital específico que trará as datas e regras referentes à inscrição oficial.

Cronograma oficial para solicitação de isenção do Enem 2026

  • Prazo até 24 de abril: pedidos de isenção e justificativas por ausência
  • Data: 8 de maio: divulgação dos resultados
  • Período: 11 a 15 de maio: prazo para interposição de recursos
  • Data: 22 de maio: publicação dos resultados dos recursos

Ceará se destacou nas inscrições do último Enem

Informações divulgadas pelo Ministério da Educação revelam que o Ceará obteve o maior índice entre os estudantes concluintes da rede pública inscritos no Enem 2025. O estado teve uma taxa impressionante de 96,87%, totalizando 104.250 alunos inscritos, colocando-o na liderança nacional em comparação com Alagoas e Goiás.

Desde 2012, a Seduc implementa o programa Enem Chego Junto, Chego Bem, voltado ao acompanhamento dos estudantes ao longo do ano letivo. As ações incluem orientações sobre documentação necessária, isenção das taxas, processo de inscrição, preparação pedagógica e suporte logístico nos dias das provas, além de auxílio na entrada em programas como Sisu e Prouni.

Informações adicionais

Ação pela isenção da taxa do Enem 2026
Data: 22 de abril de 2026
Horário: 14h
Local: EEM Professor Otávio Terceiro de Farias
Endereço: Avenida C, nº 435, José Walter – II Etapa, Fortaleza-CE

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Uece dá início ao Vestibular 2026.2 neste domingo (26), recebendo mais de 15 mil candidatos https://diariocearense.com/uece-da-inicio-ao-vestibular-2026-2-neste-domingo-26-recebendo-mais-de-15-mil-candidatos/22/03/ Fri, 24 Apr 2026 15:22:03 +0000 https://diariocearense.com/uece-da-inicio-ao-vestibular-2026-2-neste-domingo-26-recebendo-mais-de-15-mil-candidatos/22/03/ A Universidade Estadual do Ceará (Uece) realiza neste domingo (26), das 9h às 13h, a primeira fase do Vestibular 2026.2. Ao todo, 15.209 candidatos estão inscritos para disputar 2.228 vagas em cursos de graduação presenciais ofertados pela instituição. As oportunidades estão distribuídas em unidades localizadas em 10 municípios cearenses: Aracati, Canindé, Crateús, Fortaleza, Iguatu, Itapipoca, […]

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No próximo domingo, 26 de novembro, das 9h às 13h, a Universidade Estadual do Ceará (Uece) dará início à primeira fase do Vestibular 2026.2. Com um total de 15.209 inscritos, a seleção visa preencher 2.228 vagas em cursos de graduação presencial disponíveis em diversas localidades. As oportunidades estão distribuídas por unidades situadas em dez municípios do Ceará: Aracati, Canindé, Crateús, Fortaleza, Iguatu, Itapipoca, Limoeiro do Norte, Quixadá, Quixeramobim e Tauá.

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Das vagas oferecidas, 1.214 são alocadas para cursos na capital cearense, enquanto as demais 1.014 estão reservadas para as unidades do interior do estado. O vestibular é coordenado pela Comissão Executiva do Vestibular (CEV).

Detalhes sobre a estrutura das provas e cronograma

A prova inicial consiste em uma avaliação de Conhecimentos Gerais composta por 85 questões objetivas. Esta etapa abrange três áreas principais: Ciências Humanas (incluindo Filosofia, Geografia, História e Sociologia), Ciências da Natureza e Matemática (com questões de Biologia, Física, Matemática e Química) e Linguagens e Códigos (abrangendo Educação Física, Língua Estrangeira – que pode ser Espanhol, Francês ou Inglês – e Língua Portuguesa).

Candidatos que se destacarem nesta fase avançarão para a segunda etapa do vestibular, programada para os dias 24 e 25 de maio de 2026. Nesta fase final, os participantes deverão realizar uma prova de redação e exames específicos relacionados ao curso que escolheram.

Vestibular Uece 2026.2 atrai milhares de candidatos

<pA professora Germana Paixão, presidente da Comissão Executiva do Vestibular, destacou a importância da atenção dos candidatos às orientações fornecidas para a realização das provas. É recomendado que todos verifiquem seus locais de exame com antecedência e cheguem pelo menos uma hora antes do início das provas, ou seja, até as 8h.

A organização também alerta que os participantes devem apresentar um documento oficial com foto e levar uma caneta esferográfica transparente com tinta preta. Essas condições são indispensáveis para garantir acesso aos locais de aplicação das provas.

Além das etapas convencionais do vestibular, o processo seletivo inclui um Exame de Habilidade Específica (EHE) para aqueles que se inscreveram em cursos de Música. Este exame será dividido em duas fases: a prova escrita ocorrerá no dia 3 de maio e a prova oral no dia 5 de maio de 2026.

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Tradição acadêmica e prestígio internacional

A Universidade Estadual do Ceará possui uma trajetória de 51 anos no ensino superior e é amplamente reconhecida por sua atuação nas áreas acadêmica, investigativa e extensionista. A instituição se destaca entre as universidades estaduais mais relevantes do Brasil.

A Uece também goza de prestígio internacional; foi elogiada pelo ranking Times Higher Education (THE), que a classifica entre as melhores universidades estaduais brasileiras e entre as 200 melhores instituições globais no quesito qualidade educacional.

O vestibular é considerado uma importante porta de entrada para estudantes que buscam iniciar sua jornada acadêmica no ensino superior público. O evento atrai candidatos de várias partes do Ceará, reforçando o papel significativo da Uece no panorama educacional estadual.

Até o momento não houve divulgação sobre mudanças no cronograma estabelecido anteriormente para todas as fases do processo seletivo.

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